As Gualterianas 2026 já têm programa e datas — GNR, Bárbara Bandeira e Dillaz em Guimarães, de 24 de julho a 3 de agosto
As Festas da Cidade e Gualterianas 2026 enchem Guimarães de 24 de julho a 3 de agosto: concertos gratuitos de GNR, Bárbara Bandeira e Dillaz, feira de artesanato, corrida de cavalos e a Marcha Gualteriana num ano de marco histórico.
Guimarães prepara-se para a sua semana mais alta. As Festas da Cidade e Gualterianas 2026 já têm programa fechado e ocupam a cidade-berço de 24 de julho a 3 de agosto — onze dias de concertos gratuitos, artesanato, folclore, bombos e uma marcha que este ano tem um marco redondo para celebrar: os 120 anos ligados à renovação das festas e à sua Marcha Gualteriana.
Quando são as Festas Gualterianas 2026?
De 24 de julho a 3 de agosto, com o grosso da programação concentrado no Largo do Toural e no centro histórico. O fecho é em grande: a 3 de agosto, o último dia junta a tradicional corrida de cavalos no Hipódromo de S. Martinho, à tarde, e a Marcha Gualteriana a sair para as ruas às 21h30, mais cedo do que era costume, para que ninguém fique de fora. O programa completo está no site da Câmara de Guimarães.
Quem atua nas Gualterianas 2026?
O cartaz mistura gerações com pontaria: GNR, Bárbara Bandeira e Dillaz são as cabeças de cartaz, com Theo e os Fragmentos a 30 de julho e uma noite que junta o fado de Nuno da Câmara Pereira à pop de Bárbara Bandeira a 31. À volta dos concertos há de tudo — desfiles de bombos, cantares ao desafio, festival internacional de folclore, noites de fado, a XXVIII Feira de Artesanato e a majestosa procissão em honra de S. Gualter, que dá nome e alma às festas.
Quanto custa entrar?
Nada — a entrada é livre em toda a programação, dos concertos no Toural à corrida de cavalos. É das melhores propostas de fim de julho no Norte, e encaixa numa agenda minhota que este verão não dá tréguas: logo a seguir, a Romaria d’Agonia toma conta de Viana do Castelo em agosto, e quem preferir festa de rua com procissão de velas tem as festas da Senhora da Guia na Apúlia.
Onze dias, zero euros de bilhete e uma cidade Património da Humanidade em modo festa. O difícil vai ser escolher a noite.
Por Leonor Sampaio
Imagem: DecarvalhoLiz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)