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O rapper Carlão, um dos cabeças de cartaz
Agenda 29 de junho de 2026

São Pedro em Caíde de Rei: Lousada está em festa até 5 de julho

As Festas de São Pedro animam Caíde de Rei de 29 de junho a 5 de julho, com tradição, arraial e nomes como Carlão, Kura e Rosinha.

Quando
29 de junho de 2026
Onde
Caíde de Rei, Lousada
Organização
Comissão de Festas de São Pedro

Enquanto os grandes festivais de Lisboa levam os cartazes internacionais, mais a norte há festa da boa — daquela com cheiro a fumo de grelhador e luzinhas a piscar entre as ruas. As Festas de São Pedro estão de volta a Caíde de Rei, em Lousada, e prolongam-se de 29 de junho a 5 de julho. Uma semana inteira de arraial, à moda antiga.

Tradição e música lado a lado

O São Pedro é daquelas festas que misturam o sagrado e o profano sem pedir desculpa: missa e procissão de um lado, palco e baile do outro. Este ano o cartaz não desilude — passam por Caíde nomes como Carlão, que transforma qualquer largo num concerto de mãos no ar, o DJ Kura, com a sua eletrónica de pista cheia, e Rosinha, rainha do convívio popular que faz a malta toda cantar.

Pelo meio há o que não pode faltar: bifanas e febras na brasa, a ginjinha a correr, os carrosséis para os miúdos e o fogo de artifício a fechar as noites grandes.

Porque vale a pena ir

Não é preciso pulseira de festival nem pagar fortunas. É chegar, dar uma volta pelo recinto, encontrar meio mundo conhecido e deixar a noite andar. É o género de verão de festa de terra que faz parte da memória de meio país — e esta semana acontece em Caíde de Rei.

Se tem um serão livre esta semana, já sabe para onde apontar o carro. O programa completo costuma estar nos canais da Câmara Municipal de Lousada.

Veja também: as Festas Grandes do Senhor dos Aflitos e o que fazer este fim de semana em Portugal.

Imagem: Wikimedia Commons

Os Foo Fighters em palco
Agenda 29 de junho de 2026

NOS Alive volta a Algés: três dias com Foo Fighters e Florence + the Machine

De 9 a 11 de julho, o Passeio Marítimo de Algés recebe um dos maiores festivais da Europa. Aqui fica o essencial para planear a ida.

Quando
9 de julho de 2026
Onde
Passeio Marítimo de Algés, Oeiras
Organização
Everything is New

Há datas que se marcam na agenda com caneta de feltro, e esta é uma delas: de 9 a 11 de julho, o Passeio Marítimo de Algés volta a transformar-se num dos pontos altos do verão musical europeu. O NOS Alive está de regresso, e o cartaz deste ano não anda nada modesto.

Quem sobe a palco

Os Foo Fighters lideram as atenções — daquelas bandas que transformam um recinto inteiro num coro só. Pelo caminho passam também Florence + the Machine, com aquele registo grandioso e quase ritual, os Twenty One Pilots e a sueca Zara Larsson, entre muitos outros nomes espalhados pelos vários palcos. É a mistura habitual do festival: rock de estádio, pop, indie e descobertas para quem chega cedo.

Dicas práticas

Algés enche, por isso o conselho é o de sempre: transportes públicos sempre que possível, água a rodos (julho não perdoa) e calçado confortável, que se anda muito entre palcos. Vá com tempo para apanhar os concertos de início de tarde, muitas vezes as pérolas escondidas do dia.

Se há um festival para mostrar a quem vem de fora porque é que o verão português soa tão bem, é este. Bilhetes e horários no site oficial do NOS Alive.

Veja também: o RFM Somnii na Figueira da Foz.

Imagem: Wikimedia Commons

Praia da Figueira da Foz
Agenda 29 de junho de 2026

RFM Somnii: a maior festa de verão acende-se na praia da Figueira da Foz

De 10 a 12 de julho, a Praia do Relógio enche-se de DJs, sol e eletrónica para mais uma edição do festival de praia mais animado do país.

Quando
10 de julho de 2026
Onde
Praia do Relógio, Figueira da Foz
Organização
RFM

Se a sua ideia de verão perfeito é dançar na areia até a noite cair e o céu encher de luzes, marque já: o RFM Somnii regressa à Praia do Relógio, na Figueira da Foz, de 10 a 12 de julho. É a tal festa de praia que mistura DJs, sol e batidas eletrónicas num dos cenários mais bonitos da costa centro.

O que esperar

O Somnii faz da praia o seu palco — e isso muda tudo. Em vez de um recinto fechado e poeirento, dança-se com o mar mesmo ali ao lado e o pôr do sol a servir de pano de fundo. O alinhamento aposta sobretudo em eletrónica e dance, com aquele ambiente festivaleiro descontraído que combina na perfeição com a estação.

Vai com cabeça

Verão na praia pede precauções simples: protetor solar a sério, água sempre à mão e um plano para a viagem de volta, sobretudo se a noite se esticar. A Figueira recebe muita gente nestes dias, por isso vale a pena tratar de dormida com antecedência se vier de longe.

É o género de fim de semana que fica na memória — sal na pele, música nos ouvidos e aquela sensação de que o verão, afinal, vale sempre a pena. Datas e bilhetes no site oficial do RFM Somnii.

Veja também: o NOS Alive em Algés.

Imagem: Wikimedia Commons

O seu Portugal, à sua medida

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Avenida da Liberdade, Lisboa
Negócios 29 de junho de 2026

PSI perto de máximos de 16 anos: a bolsa de Lisboa está em bom momento

O índice de Lisboa soma quase 7% em quatro semanas e mais de 34% no último ano. O que está a puxar pela bolsa portuguesa?

Boa notícia para quem tem dinheiro investido na praça lisboeta: o PSI anda em forma. O índice de referência da bolsa portuguesa está a rondar os 8.900 pontos, perto de máximos que não se viam há cerca de 16 anos. E não é flor de um dia — em quatro semanas valorizou perto de 7% e, no último ano, mais de 34%. Para um índice que durante muito tempo foi a Cinderela da Europa, é um regresso ao baile e tanto.

Quem está a puxar pelo índice

O fôlego tem vindo sobretudo da banca, das utilities e das telecomunicações — os pesos-pesados que dominam a capitalização do PSI. Quando os bancos sobem com as margens ainda saudáveis e as utilities pagam bons dividendos, o índice agradece. A época de dividendos, aliás, ajuda: junho costuma trazer várias datas de pagamento que mantêm o interesse dos investidores.

Há aqui também uma maré europeia. As bolsas do velho continente têm estado animadas, e Lisboa, sendo pequena, sente bem esses ventos quando sopram a favor.

Convém manter os pés assentes

Máximos sabem sempre bem, mas valem o aviso do costume: um índice concentrado em poucos setores sobe depressa e pode corrigir com a mesma rapidez se a banca ou a energia tropeçarem. Quem investe a pensar no longo prazo faz bem em olhar para os fundamentos e não só para o gráfico. Os dados oficiais e a composição do índice podem ser consultados na Euronext Lisbon.

Veja também: o Brent nos mínimos do ano e o recorde no preço das casas.

Imagem: Wikimedia Commons

Loreen em palco
Entretenimento 29 de junho de 2026

Loreen está de volta: a bicampeã da Eurovisão lança o álbum Wildfire!

A sueca que venceu a Eurovisão duas vezes editou Wildfire!, um novo álbum que promete manter o fogo aceso na pista de dança.

Há vozes que ficam connosco muito depois de a música acabar, e a de Loreen é dessas. A sueca que conquistou a Eurovisão por duas vezes — primeiro com Euphoria, depois com Tattoo — acaba de lançar Wildfire!, um novo álbum que chega para lembrar que ela nunca foi apenas uma cantora de concurso.

O fogo continua aceso

O título diz quase tudo. Loreen sempre se moveu bem entre o pop dançável e algo mais teatral, dramático, com aquela pegada eletrónica que faz os refrões soarem enormes. Wildfire! aposta nessa fórmula que lhe assenta como uma luva: batidas que enchem pistas e uma voz que sabe subir sem perder o controlo.

Para o público português, há uma ligação afetiva forte: a Eurovisão é, por cá, quase desporto nacional, e os duelos de Loreen com as canções portuguesas fazem parte da memória recente do concurso. Vê-la regressar com material novo é motivo de festa para quem acompanha o género.

Vale a pena ouvir?

Se gosta de pop eletrónico com garra, é meio caminho andado. E mesmo quem só a conhece dos êxitos da Eurovisão vai reconhecer ali a assinatura — grande, emotiva, feita para o palco. Ponha os phones e dê uma volta pelo disco. A informação oficial está em loreenofficial.com.

Veja também: a bilheteira de Supergirl e Toy Story 5.

Imagem: Wikimedia Commons

Capa de um passaporte português
Imigração 29 de junho de 2026

Nova lei da nacionalidade: sete e dez anos de espera, explicado sem juridiquês

A lei que mudou os prazos para a cidadania portuguesa já está em vigor. Saiba quem espera sete anos, quem espera dez e o que isto muda.

Se anda a sonhar com o passaporte português, há uma novidade importante: as regras para pedir a nacionalidade mudaram, e a nova lei já está em vigor desde meados de maio. Vamos ao que interessa, sem o nevoeiro do jargão legal.

Quem espera sete, quem espera dez

O ponto central é o tempo de residência legal exigido antes de poder pedir a cidadania. Para nacionais de países de língua portuguesa e da União Europeia, o prazo passou a ser de sete anos. Para os restantes cidadãos estrangeiros, sobe para dez anos. Ou seja, o relógio agora conta mais devagar para uns do que para outros, conforme a nacionalidade de origem.

Há, porém, uma nota relevante para quem entrou pela via do investimento: os titulares de golden visa continuam a poder aceder à residência permanente ao fim de cinco anos. As duas coisas — residência permanente e nacionalidade — não são a mesma, e convém não as baralhar.

O que fazer com isto

Se já tem o processo a contar tempo, a primeira coisa é perceber em que regime se enquadra e a partir de que data conta a sua residência legal. As contas variam consoante o título e o histórico de cada um, por isso o melhor é confirmar caso a caso. A informação oficial sobre nacionalidade e residência está na AIMA e o texto da lei no Diário da República.

Veja também: como a AIMA apertou a prova de morada em 2026.

Imagem: Wikimedia Commons

Bandeira da Venezuela
Notícias 29 de junho de 2026

Sismos na Venezuela: a comunidade portuguesa de luto e à espera de notícias

Os tremores na Venezuela deixaram milhares de mortos e atingiram em cheio a maior comunidade lusa fora da Europa. Portugal enviou ajuda.

Há notícias que se leem com um nó na garganta, e esta é uma delas. Os sismos que abalaram a Venezuela deixaram mais de 1.400 mortos confirmados e um rasto de destruição que ainda está a ser contado. E porque é que isto nos toca tão de perto cá? Porque a Venezuela acolhe uma das maiores comunidades portuguesas do mundo — gente da Madeira, sobretudo, que emigrou ao longo de décadas e fez ali uma segunda casa.

Entre as vítimas há dezenas de portugueses e lusodescendentes, e há ainda muitas famílias sem saber o paradeiro dos seus. É esse o pior dos limbos: o telefonema que não chega, o nome que não aparece nas listas, a espera que se arrasta hora a hora.

Portugal não ficou de braços cruzados

O Estado português ativou uma missão de apoio, com dezenas de operacionais e várias toneladas de ajuda humanitária a caminho de La Guaira, uma das zonas mais fustigadas. É o tipo de resposta que se espera quando há tantos laços de sangue em jogo — e a diáspora madeirense, habituada a mobilizar-se, já está a organizar recolhas e contactos.

Para quem tem familiares na zona, o conselho das autoridades é o do costume mas vale a pena repetir: registar-se e manter o contacto através dos canais consulares, que centralizam a informação e ajudam a localizar pessoas. Pode consultar as orientações para portugueses no estrangeiro no portal oficial do Governo de Portugal.

Vamos seguindo isto de perto. Por agora, fica a solidariedade — e a esperança de que muitos dos desaparecidos apareçam sãos e salvos.

Veja também: O Estreito de Ormuz volta a respirar e a lei laboral chumbada.

Imagem: Wikimedia Commons

Moedas de euro empilhadas junto a um gráfico financeiro
Oportunidades 29 de junho de 2026

Golden visa: renovação passa a ser online e os fundos continuam a ser a porta de entrada

A AIMA abriu um portal para renovar a autorização de residência por investimento sem filas. E os fundos qualificados mantêm-se como a via preferida.

Boas notícias para quem investiu em Portugal à procura de residência: renovar o golden visa deixou de obrigar a marcações presenciais e filas intermináveis. A AIMA passou a aceitar os pedidos de renovação através de um portal dedicado, online de uma ponta à outra. Para uma autorização que se renova de poucos em poucos anos, é menos uma dor de cabeça.

A via dos fundos continua a mandar

Desde que o imobiliário deixou de contar para o programa, a porta de entrada mais usada passou a ser a dos fundos de investimento qualificados. Em vez de comprar um apartamento, o investidor aplica o capital num fundo elegível e cumpre os requisitos de permanência. É a opção que hoje domina os novos pedidos.

Vale, porém, separar bem as coisas. O golden visa dá residência; ao fim de cinco anos pode abrir caminho à residência permanente. A cidadania é outra etapa, com os seus próprios prazos — recentemente alterados.

Antes de avançar

Os prazos de processamento continuam longos, com a espera entre submissão e biometria a rondar, em muitos casos, perto de um ano. Quem pondera entrar deve contar com paciência e aconselhar-se sobre custos e riscos de cada fundo antes de assinar fosse o que fosse. A informação oficial sobre o programa está na AIMA.

Veja também: a nova lei da nacionalidade e os novos prazos e os empregos de verão no turismo.

Imagem ilustrativa · Foto: Pixabay / Pexels

Sala de operadores de emergência a atender chamadas
Política 29 de junho de 2026

Operadores de emergência em greve: o 112 não pára, mas o aviso é claro

Os operadores de telecomunicações da Proteção Civil arrancaram uma semana de greve a exigir uma carreira própria. O socorro mantém-se garantido.

Quando ligamos para o 112, raramente pensamos em quem está do outro lado da linha. Pois esta semana convém pensar. Os operadores de telecomunicações de emergência da Proteção Civil começaram esta segunda-feira uma greve de uma semana — e o motivo é simples de perceber: querem uma carreira profissional própria, reconhecida, que reflita o que de facto fazem.

Antes que alguém entre em pânico: o socorro está garantido. Os próprios trabalhadores fazem questão de o dizer, e há serviços mínimos a assegurar que uma chamada de emergência continua a ser atendida. A greve é uma forma de pressão sobre o Governo, não um corte de serviço.

O que está em causa

A reivindicação central é o estatuto. Estes profissionais atendem as chamadas, triam a urgência e despacham meios — bombeiros, ambulâncias, autoridades — muitas vezes em segundos e em situações de vida ou morte. O que pedem é que essa responsabilidade seja traduzida numa carreira definida, com progressão e condições à altura, em vez de ficarem num limbo contratual.

É daquelas histórias que passam despercebidas até falharem. E é por isso que vale a pena olhar para elas com atenção: a espinha dorsal da resposta de emergência são pessoas, não só telefones. Pode acompanhar a estrutura e missão da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil no portal oficial.

Veja também: a lei laboral chumbada e o que faz o Governo a seguir.

Imagem ilustrativa · Foto: 112 Uttar Pradesh / Pexels

Vista sobre os telhados de Lisboa
Imobiliário 29 de junho de 2026

Lisboa, a capital europeia menos acessível para quem ganha um salário médio

Com rendas a 21,8 euros por metro e custos de vida em alta, Lisboa lidera a lista das capitais onde é mais difícil viver com um ordenado médio.

Quem vive em Lisboa não precisa de um estudo para saber que a cidade está cara. Mas agora há um número que dói: Lisboa é, segundo uma análise recente, a capital europeia menos acessível para uma pessoa sozinha a ganhar um salário médio. Não a mais cara em termos absolutos — mas a que pior equilibra o que se paga com o que se ganha.

A conta é cruel. A renda mediana pedida na cidade andava, em maio, à volta dos 21,8 euros por metro quadrado, bem acima da média nacional de 16,3 euros. Some-se a isto a comida, os transportes e a energia, e o salário médio evapora-se antes do fim do mês.

E não é só Lisboa

O Porto também aperta, com rendas medianas a rondar os 16,4 euros por metro. A nível nacional, há um dado curioso: a inflação das rendas abrandou um pouco, em parte porque os apoios à compra de casa para jovens empurraram alguma procura do arrendamento para a aquisição. Mas isso é um alívio relativo — para quem não consegue comprar, o mercado continua a ser um campeonato difícil.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico tem insistido que Portugal precisa de mais casa, e mais depressa, sobretudo a preços comportáveis. É o nó da questão: sem oferta nova, os preços teimam em subir. Os relatórios de mercado estão disponíveis no idealista/data.

Veja também: o preço médio das casas em novo recorde.

Imagem: Wikimedia Commons

Cristiano Ronaldo com a camisola da seleção portuguesa
Desporto 29 de junho de 2026

Portugal empata com a Colômbia e prepara o duelo decisivo com a Croácia

Um 0-0 sem golos em Miami deixa Portugal à espera do próximo embate do Mundial, frente à Croácia, a 3 de julho em Toronto.

Nem sempre o futebol dá espetáculo, e o empate a zero entre Portugal e a Colômbia, em Miami, foi um desses jogos de xadrez em que ninguém quis arriscar de mais. Resultado: 0-0, com a defesa a falar mais alto do que o ataque. Não enche o olho, mas também não estraga as contas — Portugal segue em frente com o foco já no próximo desafio.

A Croácia à espera

O próximo capítulo joga-se a 3 de julho, em Toronto, frente à Croácia. E essa é outra conversa. Os croatas são velhos conhecidos das grandes fases finais, daquelas equipas que não brilham sempre mas raramente se deixam apanhar desprevenidas. Vai exigir mais do que o que se viu em Miami: mais critério na última passada, mais pontaria.

A boa notícia é que a seleção mostrou solidez defensiva, e num Mundial a sério isso vale ouro. A má é que os golos não andam fáceis — e contra equipas habituadas a sofrer e a picar no contra-ataque, será preciso encontrar a chave do ferrolho.

O que está em jogo

Toronto pode definir muito do caminho de Portugal nesta prova. Há talento de sobra no plantel; falta agora juntar as peças no momento certo. Marque na agenda: 3 de julho, e que desta vez a bola entre. O calendário oficial da seleção está em fpf.pt.

Veja também: o arranque de Wimbledon com Nuno Borges.

Imagem: Wikimedia Commons

Sam Altman, presidente executivo da OpenAI
Tecnologia 29 de junho de 2026

OpenAI prepara entrada em bolsa: a maior IPO da era da inteligência artificial

A dona do ChatGPT entregou em segredo os documentos para se estrear em bolsa, depois de ser avaliada em 852 mil milhões de dólares.

A empresa que pôs o ChatGPT na boca do mundo deu o passo que muitos esperavam: a OpenAI entregou de forma confidencial os documentos para entrar em bolsa. Por outras palavras, prepara-se para se tornar uma empresa cotada — e não uma qualquer. Depois de uma ronda de financiamento gigantesca que a avaliou em cerca de 852 mil milhões de dólares, falamos potencialmente da maior estreia em bolsa da era da inteligência artificial.

Porque é que isto importa

Uma IPO obriga a abrir os livros. Até agora, a OpenAI moveu-se com a discrição de uma empresa privada; cotada, terá de mostrar receitas, custos e — o ponto mais sensível — quanto está realmente a gastar para treinar e operar os seus modelos. Numa altura em que o mercado começa a perguntar quando é que toda esta IA dá lucro, esses números vão ser dissecados ao milímetro.

Há também a leitura de bastidores: a empresa tem investido em chips próprios para inferência, numa tentativa de depender menos das placas da Nvidia e controlar melhor a fatura energética. Sinal de que a próxima batalha não é só de software — é de infraestrutura.

E para nós, do lado de cá?

Para o utilizador comum, no imediato muda pouco. Mas uma OpenAI em bolsa fica mais exposta ao escrutínio público e à pressão dos resultados trimestrais, o que tende a disciplinar gastos e a acelerar produtos que paguem as contas. Vale a pena seguir. A informação oficial sobre os produtos está em openai.com.

Veja também: a IA a mudar de tom, do gastar para o mostrar resultados.

Imagem: Wikimedia Commons

Profissional de hotelaria a servir numa mesa
Oportunidades 29 de junho de 2026

Empregos de verão no turismo: feiras de emprego chegam a cinco cidades

Com a época alta a aquecer, o turismo procura mãos. Há feiras de emprego em Vilamoura, Évora, Lisboa, Porto e Coimbra — e o IEFP ajuda a abrir portas.

Candidatar / Saber mais

Se anda à procura de trabalho para os próximos meses, o verão é amigo. Com hotéis cheios e restaurantes a abarrotar, o turismo é o setor que mais contrata nesta altura do ano, e em 2026 há uma porta de entrada organizada: as feiras de emprego do turismo.

Onde e como

As feiras, organizadas em parceria entre o Turismo de Portugal, o IEFP e bolsas de emprego, passam este ano por cinco cidades: Vilamoura, Évora, Lisboa, Porto e Coimbra. A ideia é simples e eficaz — em vez de enviar dezenas de currículos para o vazio, fala-se cara a cara com quem recruta, muitas vezes com entrevistas no momento.

As funções mais procuradas são as do costume na época alta: rececionistas, empregados de mesa e bar, pessoal de cozinha, limpeza e animação. Não é preciso experiência longa para muitas delas; conta a vontade, a simpatia e, em boa parte dos casos, algumas línguas — o inglês abre quase sempre portas, e o francês ou o espanhol são um trunfo.

Antes de ir

Vale a pena preparar um currículo curto e atualizado, levar várias cópias e, se possível, ter o registo no IEFP em dia. Pode também consultar as ofertas no portal do IEFP online e candidatar-se antes de aparecer. Para quem precisa de uma ajuda extra, a linha do IEFP responde nos dias úteis.

É trabalho sazonal, sim, mas para muitos é a forma de juntar uns trocos, ganhar experiência e, às vezes, ficar com um contrato que dura para lá do verão.

Veja também: os estágios Iniciar do IEFP e os apoios à contratação. As ofertas oficiais estão no IEFP.

Imagem ilustrativa · Foto: Andrea Piacquadio / Pexels

A atriz Milly Alcock
Entretenimento 29 de junho de 2026

Supergirl levanta voo a meio-gás enquanto Toy Story 5 continua a reinar

A estreia de Milly Alcock como Supergirl ficou abaixo do esperado nas bilheteiras. Os brinquedos da Pixar continuam a mandar no verão.

A nova Supergirl chegou aos cinemas, mas a aterragem foi menos triunfal do que a Warner esperava. O filme com Milly Alcock — a mesma cara da Rhaenyra jovem em A Casa do Dragão — arrancou com cerca de 38 milhões de dólares nos Estados Unidos e 68 milhões em todo o mundo, quase metade do que as projeções iniciais apontavam.

Para se ter ideia, o Superman de James Gunn estreou no verão passado com 125 milhões só no mercado americano. A Supergirl, com um orçamento de 170 milhões, fica claramente aquém — e o B- que o público lhe deu no CinemaScore não ajuda a desenhar um futuro risonho.

Os brinquedos não largam o trono

Quem continua a fazer a festa é a Pixar. O Toy Story 5 manteve-se no topo das bilheteiras, somando mais um fim de semana de números enormes e confirmando-se como um dos grandes fenómenos do ano. Parece que, entre uma heroína de capa e o Woody com o Buzz, o público ainda escolhe a nostalgia.

Não é tudo mau para a Supergirl: filmes de super-heróis vivem muito do passa-palavra e dos mercados internacionais, e ainda há margem para recuperar. Mas o arranque deixa Hollywood outra vez com a velha dúvida na cabeça — será que o público se cansou de capas e poderes?

Em Portugal, ambos os filmes estão em cartaz, e dá para ver os dois lados desta batalha de verão na tela grande.

Veja também: a estreia recorde de Toy Story 5 e a sequela do filme de F1 com Brad Pitt. Mais sobre o universo em DC.

Imagem: Wikimedia Commons

Passaporte e documentos sobre uma secretária
Imigração 29 de junho de 2026

AIMA aperta a prova de morada: o que precisa de levar em 2026

As regras para renovar a autorização de residência ficaram mais exigentes. Saiba que documentos juntar e porque deve andar sempre com o título caducado.

Se vai renovar a autorização de residência este ano, vale a pena preparar a pasta com calma. Em 2026, a AIMA tornou a prova de morada mais exigente, e quem chega ao balcão sem os papéis certos arrisca-se a ter de voltar para casa de mãos a abanar.

O que mudou na prova de morada

Já não basta o contrato de arrendamento. Agora pedem também a certidão permanente do imóvel e o comprovativo do último recibo de renda comunicado às Finanças. Por outras palavras, querem ver que o contrato é real e que está a ser cumprido. Quem vive em casa de familiares ou partilhada deve confirmar antecipadamente que consegue reunir estes documentos.

Ande sempre com o título caducado

Há um ponto que poupa muitos sustos: quem já iniciou o pedido no Portal da Renovação deve andar sempre com o título caducado e com o comprovativo de que o processo está pendente. Esses dois papéis, juntos, provam que a sua residência continua legal enquanto a AIMA não trata do resto. Não os deixe em casa.

Depois de validada a conta e confirmado o pagamento, a AIMA envia por email uma proposta de agendamento para atendimento presencial e recolha de dados biométricos, quando for necessário. Convém vigiar a caixa de correio, incluindo o spam, para não perder a marcação.

O resumo é simples: a porta não fechou, mas ficou mais burocrática. Com os documentos certos e um pouco de paciência, o processo segue.

Veja também: as 90 mil renovações e os comprovativos e as novas regras do reagrupamento familiar. A informação oficial está no site da AIMA.

Imagem ilustrativa · Foto: Borys Zaitsev / Pexels

Nuno Borges em ação num court de ténis
Desporto 29 de junho de 2026

Wimbledon arranca hoje e Nuno Borges abre o relvado por Portugal

A catedral do ténis abre portas esta segunda-feira. O número um português entra em court frente a Tristan Boyer, de olho num possível duelo com Sinner.

Começa hoje aquele que é, para muitos, o torneio mais bonito do ano. Wimbledon abriu portas esta segunda-feira, com a relva ainda fresca, o branco obrigatório e os primeiros jogos do quadro principal a rolarem em Londres.

Por Portugal, as atenções vão todas para Nuno Borges. O número um nacional entra em court logo no dia de abertura, frente ao norte-americano Tristan Boyer, num jogo que, no papel, está ao seu alcance. Borges, aos 29 anos, chega a rondar o top 65 do ranking e fez uma preparação sólida na relva, com três vitórias em cinco jogos a apontar para boa forma na superfície mais traiçoeira do circuito.

O fantasma do segundo turno

Se passar esta primeira ronda, espera-o um presente envenenado: Jannik Sinner, número um do mundo, é o provável adversário da segunda eliminatória. Não é missão para sonhar com a vitória, mas o português tem um serviço forte e um jogo que incomoda — e na relva, onde um saque bem colocado decide pontos, ninguém gosta de o apanhar pela frente.

A relva premeia a coragem: pontos curtos, decisões rápidas, pouco tempo para pensar. É uma superfície que pode encurtar distâncias entre um top 10 e um jogador mais abaixo, e é precisamente aí que mora a esperança portuguesa.

Seja qual for o resultado, ter um português a abrir Wimbledon já é, por si só, motivo para ligar a televisão.

Veja também: a antevisão dos portugueses em Wimbledon e o arranque do mata-mata no Mundial. Resultados ao minuto no site oficial de Wimbledon.

Imagem: Wikimedia Commons

Centro de dados visto do exterior
Tecnologia 29 de junho de 2026

A IA muda de tom: do "gastar a todo o custo" para mostrar resultados

Depois de meses a queimar dinheiro, as empresas começam a exigir retorno. OpenAI e Anthropic preparam-se para bolsa num clima bem mais exigente.

Durante uns bons dois anos, a regra no mundo da inteligência artificial foi simples: gastar sem olhar à fatura. Mais modelos, mais chips, mais centros de dados, na convicção de que quem chegasse maior chegaria primeiro. Esse clima começou a virar.

As notícias da última semana apontam todas na mesma direção. Os clientes empresariais deixaram de assinar cheques em branco e passaram a fazer a pergunta chata de sempre: isto dá retorno? A mudança tem nome — em vez de “tokenmaxxing”, o gastar à bruta, fala-se agora em eficiência, em fazer mais com menos.

Bolsa à porta

O timing não é inocente. Tanto a OpenAI como a Anthropic apresentaram pedidos confidenciais para irem à bolsa, e uma estreia destas exige números que convençam investidores, não só promessas. A Anthropic terá reportado um ritmo anualizado de receitas a rondar os 47 mil milhões de dólares, um salto enorme face ao ano passado — mas o mercado quer ver lucro à vista, não só crescimento.

Pelo meio, a guerra dos chips continua. A OpenAI juntou-se à Broadcom para desenhar o seu próprio processador, e quase toda a gente — Google, Meta, Apple — corre para ter silício à medida e fugir à fatura salgada da Nvidia.

Porque é que isto importa para quem está em Portugal? Porque define o preço e a velocidade das ferramentas que já usamos no trabalho e na escola. Uma corrida mais focada em eficiência costuma significar produtos mais baratos e mais bem feitos para o utilizador final.

Veja também: a corrida ao IPO da Anthropic e a Siri com modelos externos. Mais detalhe no blog oficial da Anthropic.

Imagem: Wikimedia Commons

Chaves de casa pousadas sobre uma mesa
Imobiliário 29 de junho de 2026

Casas em Portugal batem novo recorde: preço médio acima dos 262 mil euros

O INE confirma máximos históricos no preço da habitação. Há um sinal de abrandamento, mas comprar casa continua um desafio para a maioria.

Se anda à procura de casa, já desconfiava: está cada vez mais caro. Os números do INE confirmam o que a carteira sente. No primeiro trimestre de 2026, o preço médio das casas vendidas chegou aos 262.839 euros, um máximo de sempre, mais 13% do que há um ano.

E não é só o preço de venda. A avaliação bancária mediana fixou-se em maio nos 2.208 euros por metro quadrado, também um recorde, com Lisboa e Porto a puxarem os valores para cima como de costume.

Um travão muito ligeiro

Há, ainda assim, um detalhe que merece nota. O índice de preços da habitação subiu 17,8% em termos homólogos — uma loucura, sim, mas foi a primeira desaceleração desde meados de 2024, depois de ter tocado os 18,9% no fim de 2025. Por outras palavras: continua a subir depressa, só que um pouco menos depressa.

As famílias também começam a hesitar. Entre janeiro e março venderam-se 37.745 casas, menos 8,7% do que no mesmo período de 2025. Com a Euribor a teimar em não descer e os preços nas alturas, há quem prefira esperar para ver.

O retrato é o de sempre, agravado: salários que não acompanham, oferta que não chega, e uma geração mais nova a sentir que a casa própria fica cada ano um bocadinho mais longe.

Veja também: como está a prestação da casa com a Euribor e a isenção de IMT para jovens. Os dados oficiais estão no INE.

Imagem ilustrativa · Foto: Jakub Zerdzicki / Pexels

Refinaria de petróleo ao fim do dia
Negócios 29 de junho de 2026

Brent nos mínimos do ano: vem aí alívio na bomba?

Com Ormuz reaberto, o preço do petróleo desabou para perto dos 72 dólares. Boas notícias para quem enche o depósito — com a habitual letra pequena.

Quem andou a torcer o nariz ao preço dos combustíveis nas últimas semanas pode respirar um pouco. O Brent, a referência que mais conta para o que pagamos, caiu para perto dos 72 dólares por barril — o valor mais baixo desde o final de fevereiro.

O motivo é geopolítico: com o Estreito de Ormuz outra vez aberto e os petroleiros a circular, o medo de uma rutura de fornecimento esvaziou-se. Quando o mercado deixa de ter pânico, o barril desce. E quando o barril desce, mais cedo ou mais tarde isso chega à bomba.

Cuidado com a letra pequena

Antes de festejar, dois travões. Primeiro, o preço do petróleo não chega instantaneamente ao posto: há sempre um desfasamento de dias até semanas, e impostos que não mexem com o barril. Em Portugal, a fatia de impostos no litro é enorme, por isso uma queda de 5% no crude nunca se traduz numa queda de 5% no que pagamos.

Segundo, a calma é frágil. O cessar-fogo entre os EUA e o Irão continua por um fio, e basta uma faísca para o barril voltar a saltar. Quem faz contas ao orçamento familiar faria bem em não assumir que os preços baixos vieram para ficar.

Ainda assim, a direção é boa. Depois de semanas a ver os números subir, é a primeira vez em muito tempo que o vento sopra a favor de quem conduz.

Veja também: Estreito de Ormuz volta a respirar. Os preços de referência podem ser consultados na DGEG.

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Hemiciclo da Assembleia da República durante um debate
Política 29 de junho de 2026

Lei laboral chumbada: e agora, o que faz o Governo a seguir?

Depois de o Parlamento travar a revisão do Código do Trabalho, Montenegro promete voltar à carga. Mas as contas no hemiciclo não mudaram.

A proposta do Governo para mexer no Código do Trabalho levou um não do Parlamento, e foi um não com companhia larga: votaram contra o Chega, o PS, o Livre, o PCP, o BE, o PAN e o JPP. A favor ficaram só o PSD, o CDS e a Iniciativa Liberal. Em política, quando a esquerda e o partido de André Ventura votam do mesmo lado, é sinal de que o tema vai dar pano para mangas.

Porque caiu

O Governo garante que negociou a sério, sobretudo com o Chega, e que na maioria das matérias até havia entendimento. O nó apertou-se num ponto: o Chega exigia mexer na sustentabilidade da Segurança Social e abrir a porta a alterar a idade da reforma. O Governo recusou, e sem esses votos a proposta ficou sem rede.

O que se segue

Luís Montenegro já disse que não desiste e que o Parlamento “terá o seu momento” nesta matéria. Pelo meio, promete novas medidas para as famílias, talvez como forma de mostrar movimento enquanto a reforma laboral fica em banho-maria. O problema é aritmético: a composição do hemiciclo não mudou, e qualquer nova versão precisa de encontrar uma maioria que, para já, não existe.

Para quem trabalha, a tradução é que as regras do dia a dia — horários, despedimentos, contratos — ficam como estão por agora. Nada muda amanhã. Mas o braço de ferro vai continuar, e promete ser um dos fios condutores deste segundo mandato.

Veja também: PS trava a reforma laboral e a agenda do Governo sobre imigração e trabalho. Pode acompanhar os debates no site do Parlamento.

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Petroleiro a navegar em mar aberto
Notícias 29 de junho de 2026

Estreito de Ormuz volta a respirar: petroleiros regressam e o cessar-fogo aguenta-se

Apesar dos ataques do fim de semana, os navios voltaram a atravessar Ormuz e as exportações do Golfo recuperam. O preço do barril caiu para mínimos do ano.

Depois de um fim de semana de nervos, com mísseis a caírem sobre o Kuwait e o Bahrain, a notícia que mais mexe com a carteira é mais sossegada: os petroleiros voltaram a atravessar o Estreito de Ormuz. E em força.

A passagem por onde escoa boa parte do petróleo do mundo está outra vez a funcionar. As exportações do Golfo recuperaram para cerca de três quartos dos níveis de antes da guerra, a Arábia Saudita voltou a carregar tankers em Ras Tanura, e o centro de informação marítima da Marinha dos EUA até alargou a rota navegável ao largo de Omã, para deixar passar mais tráfego nos dois sentidos.

O barril alivia

O mercado leu tudo isto como sinal de calma e respondeu na hora. O Brent caiu para perto dos 72 dólares por barril, o valor mais baixo desde fevereiro, e o crude americano também recuou com força. Por outras palavras: o pânico das últimas semanas começou a esvaziar-se.

Não quer dizer que esteja tudo resolvido. O memorando de cessar-fogo continua a ser papel frágil, com cada lado a acusar o outro de o violar, e Donald Trump a avisar que responderá se o Irão voltar a atacar interesses americanos. Mas as conversas técnicas para pôr o acordo em prática mantêm-se de pé, e isso, por agora, basta para acalmar os navios.

Para Portugal, a tradução é simples: se Ormuz se mantiver aberto, o que pagamos na bomba ao fim de semana tende a descer em vez de disparar. Foi o medo do corte que andou a empurrar os combustíveis para cima.

Fica o aviso do costume: a situação muda de hora a hora e nem tudo o que circula nas redes resiste a uma segunda leitura.

Veja também: Irão dispara contra bases dos EUA no Golfo e o impacto nos combustíveis. Acompanhe a cobertura internacional pela ONU Notícias.

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Portimão, no Algarve
Agenda 28 de junho de 2026

Afro Nation volta a Portimão de 3 a 5 de julho

O maior festival de afrobeats do mundo regressa à praia da Rocha, em Portimão, para três dias de música, sol e dança no Algarve.

Quando
3 de julho de 2026
Onde
Praia da Rocha, Portimão
Organização
Afro Nation

Se há festival que pôs Portimão no mapa mundial da festa, é este. O Afro Nation, considerado o maior festival de afrobeats do planeta, volta à Praia da Rocha de 3 a 5 de julho, e traz com ele uma multidão vinda de meio mundo.

A receita é simples e imbatível: palco à beira-mar, sol do Algarve a pino e os maiores nomes do afrobeats, do amapiano e da música urbana a fazer a areia tremer. É praia de dia e festa noite dentro, naquele ambiente onde se ouvem tantas línguas que parece uma pequena cimeira das Nações Unidas, só que a dançar.

Para quem vai ao Algarve

Vale a pena planear com antecedência. Em julho, o Algarve enche, e alojamento perto de Portimão esgota depressa e dispara de preço. Se ainda não tratou da estadia, não deixe para a última.

Hidratação é palavra de ordem, porque entre o calor e a dança gasta-se energia a sério. Protetor solar, chapéu e calçado para a areia completam o kit. E, como em qualquer grande evento, combine um ponto de encontro com o grupo e tenha o bilhete sempre à mão no telemóvel.

É o género de fim de semana que deixa memórias para o ano inteiro. O Algarve já é bonito por si; com a banda sonora certa, fica irresistível.

Veja também: Festa na praia, com eletrónica em Matosinhos. Cartaz e bilhetes no site oficial do Afro Nation.

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Bruce Dickinson, vocalista dos Iron Maiden, em palco
Agenda 28 de junho de 2026

Iron Maiden aterram no Estádio da Luz a 7 de julho

Os senhores do heavy metal trazem a sua digressão a Lisboa para um concerto no Estádio da Luz. Prepare a t-shirt preta e a garganta.

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Quando
7 de julho de 2026
Onde
Estádio da Luz, Lisboa
Organização
Everything is New

Há bandas e há instituições. Os Iron Maiden são daquelas que enchem estádios há décadas e continuam a pôr várias gerações a cantar em coro. A 7 de julho, é a vez de Lisboa, com um concerto no Estádio da Luz que promete ser daqueles para contar aos netos.

Para quem nunca foi a um espetáculo da banda britânica, o aviso é simples: não é só música, é um espetáculo completo. Cenários gigantes, o famoso mascote Eddie a aparecer em palco e um repertório recheado de clássicos que toda a gente conhece, mesmo quem jura que não gosta de metal.

Dicas para a noite

Sendo num estádio, vá com tempo. As filas à entrada formam-se cedo, e ninguém quer perder a primeira música por estar preso no controlo dos bilhetes. Calçado confortável é meio caminho andado, porque vai estar muito tempo de pé.

Beba água, sobretudo se o calor destes dias se mantiver, e combine um ponto de encontro com o grupo, que com milhares de pessoas o telemóvel nem sempre ajuda. E, claro, deixe a voz aquecida: vai precisar dela para os refrões.

É o tipo de noite que justifica a viagem a Lisboa, venha de onde vier. O metal não morre, e em julho vai estar bem vivo na Luz.

Veja também: O cartaz do NOS Alive em julho. Bilhetes e datas no site oficial dos Iron Maiden.

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Notas e moedas de euro
Negócios 28 de junho de 2026

Banco de Portugal: economia segura, mas inflação ainda a incomodar

O Boletim Económico de junho aponta para um mercado de trabalho favorável e mais investimento com fundos europeus, com a inflação puxada pela energia.

O Banco de Portugal abriu as cartas do meio do ano e o retrato não é mau. No Boletim Económico de junho, o supervisor descreve uma economia que se aguenta: mercado de trabalho favorável, mais investimento empurrado pela entrada de fundos europeus e uma política orçamental ainda do lado expansionista.

Traduzindo para português de cozinha: há emprego, há dinheiro a entrar para obras e projetos, e o Estado não está a apertar o cinto. Tudo somado, são ingredientes que ajudam a economia a crescer.

O senão chama-se inflação

Nem tudo são rosas. A subida dos preços em 2026 reflete, em boa parte, o encarecimento do petróleo associado à instabilidade no Médio Oriente, que afetou uma fatia importante do abastecimento mundial de energia. Quando a energia sobe, arrasta quase tudo atrás de si, da fatura da luz ao preço do que pomos no prato.

É por isto que a calmaria recente no preço do barril é tão bem-vinda. Se o petróleo se mantiver comportado, a inflação tende a abrandar, e isso sente-se diretamente no orçamento das famílias.

Para já, fica a fotografia de uma economia que vai resistindo, com um olho no emprego e nos fundos, e outro, atento, no termómetro dos preços.

Veja também: A inflação nos 3,3% e o peso da energia. Leia o Boletim Económico no Banco de Portugal.

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Amostra de petróleo bruto
Negócios 28 de junho de 2026

Petróleo regressa a valores pré-crise e dá folga aos combustíveis

O Brent recuou para perto dos 72 dólares, de volta aos níveis anteriores ao conflito no Médio Oriente. Cá, gasolina e gasóleo devem manter-se estáveis.

Depois de semanas a saltar ao sabor das notícias do Médio Oriente, o petróleo deu finalmente um suspiro. O barril de Brent recuou para perto dos 72 a 73 dólares, regressando aos valores que tinha antes de a tensão na região disparar.

A explicação é quase mecânica: quando o mercado teme que o conflito corte o abastecimento, o preço sobe; quando o medo alivia, desce outra vez. Foi o que aconteceu nos últimos dias, com o Brent a recuar mais de cinco por cento numa sessão.

E na bomba?

A boa notícia chega com a habitual letra pequena. A descida do barril costuma demorar a chegar ao depósito, mas as estimativas apontam para estabilidade já na próxima semana: a gasolina simples 95 deve rondar os 1,877 euros por litro e o gasóleo simples os 1,769 euros. Ou seja, sem grandes sustos para já.

Vale a pena lembrar porque é que isto interessa a quem nunca olha para os mercados. O preço do petróleo entra em quase tudo: no que pagamos para encher o carro, no custo de transportar a fruta até ao supermercado e, lá mais à frente, na inflação. Quando o barril acalma, todos respiramos um bocadinho melhor.

Resta saber se a calmaria dura. Com a situação no Golfo ainda ao rubro, basta um novo abanão para o barril voltar a subir.

Veja também: Bolsas europeias e o ouro perto de máximos. Consulte a cotação do Brent na Trading Economics.

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O ator Brad Pitt
Entretenimento 28 de junho de 2026

O filme 'F1' vai ter sequela e Brad Pitt deve voltar à pista

Depois de arrasar nas bilheteiras e arrecadar nomeações aos Óscares, o filme de Fórmula 1 com Brad Pitt vai ganhar uma continuação, confirma a produção.

Quando um filme se torna o maior êxito de sempre do cinema desportivo, é quase certo que ninguém o vai deixar morrer sem segunda parte. É o caso de F1, a fita de corridas com Brad Pitt que encheu salas em todo o mundo.

O produtor Jerry Bruckheimer confirmou que a sequela está em marcha. Não há ainda calendário nem elenco fechado, mas dificilmente Brad Pitt ficará de fora: o ator deverá voltar a vestir a pele de Sonny Hayes, o antigo piloto que regressa às pistas depois de décadas afastado.

Um êxito que ninguém previu assim

O primeiro filme não foi só bilheteira. Arrecadou quatro nomeações aos Óscares, entre elas Melhor Filme, e tornou-se o filme de desporto com maior receita de sempre. Não é pouca coisa para uma história que, no papel, era apenas mais um drama de carros a andar depressa.

Parte do segredo esteve na ambição da produção, que filmou em circuitos reais de Fórmula 1, em fins de semana de Grande Prémio verdadeiros, dando ao público uma sensação de velocidade difícil de fingir num estúdio.

Para os fãs, fica a expectativa. Uma sequela tem sempre o peso de igualar o original, mas com este elenco e esta máquina por trás, há motivos para alinhar na grelha de partida. Resta saber quando ouvimos de novo o ronronar dos motores.

Veja também: As nomeações dos Emmys 2026. Mais sobre a modalidade no site oficial da Fórmula 1.

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Os Coldplay em concerto
Entretenimento 28 de junho de 2026

Glastonbury fecha mais uma edição com os Coldplay em destaque

O lendário festival britânico encerra este domingo em Worthy Farm, com os Coldplay entre os cabeças de cartaz de uma edição muito aguardada.

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Há festivais e há o Glastonbury. O gigante britânico, plantado em Worthy Farm, no campo inglês, fecha este domingo mais uma edição daquele que muitos consideram o festival de música mais famoso do mundo.

Entre os cabeças de cartaz desta edição estão os Coldplay, uma banda que já é praticamente sinónimo de estádios cheios e refrões cantados por dezenas de milhares de pessoas ao mesmo tempo. Não é todos os dias que se vê uma das maiores bandas do planeta num palco com a história do Pyramid Stage.

Porque é que o Glastonbury é diferente

Quem nunca lá foi pergunta o que tem de especial um festival no meio da lama. A resposta está na escala e no espírito. São cinco dias, centenas de atuações espalhadas por dezenas de palcos, e uma mistura de música, arte e causas que poucos eventos no mundo conseguem reunir.

Para o público português, o Glastonbury é também uma referência e uma fonte de inveja saudável. Os nossos festivais de verão têm crescido e ganho nomes de peso, mas o Glasto continua a ser aquele rito de passagem que muitos sonham riscar da lista um dia.

Fica a nota para os melómanos: se um dia juntar coragem para a aventura inglesa, leve botas de borracha e paciência. Vai valer a pena.

Veja também: O biopic de Michael Jackson aponta à estreia. Cartaz oficial no site do Glastonbury.

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Faro, no Algarve
Imigração 28 de junho de 2026

AIMA já decidiu 90 mil renovações e cria comprovativos digitais

A agência diz ter concluído cerca de 90 mil dos 100 mil pedidos de renovação de residência, e disponibiliza novos comprovativos digitais enquanto o cartão não chega.

Se anda há meses à espera de uma resposta da AIMA, há sinais de que a máquina se vai pondo a andar. A agência garante ter concluído cerca de 90 mil dos 100 mil pedidos de renovação de autorização de residência que entraram no sistema desde junho do ano passado.

Não é tudo, mas é uma fatia grande, e mostra que a montanha de processos pendentes está finalmente a baixar. Para quem vive em Portugal com a vida suspensa de um documento, cada decisão conta.

E o cartão que não chega?

Aqui está o senão. A emissão dos cartões físicos de residência continua atrasada, e muita gente fica sem o plástico na mão mesmo depois de o pedido ser aprovado. Para tapar esse buraco, a AIMA passou a disponibilizar comprovativos digitais, que atestam que o processo está em análise ou já decidido e podem ser usados como prova da situação perante vários serviços.

Não é o ideal, mas resolve muitos sufocos do dia a dia, de abrir conta no banco a tratar de questões de saúde ou trabalho. O conselho prático é guardar esse comprovativo bem à mão, em papel e no telemóvel.

Para acompanhar o seu caso, o melhor é sempre a informação oficial, e desconfiar de quem promete acelerar processos a troco de dinheiro. Paciência e documentos em ordem continuam a ser a melhor estratégia.

Veja também: O que diz a AIMA sobre prazos do primeiro título. Informação oficial na AIMA.

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Documentos e passaporte sobre uma mesa
Imigração 28 de junho de 2026

Reagrupamento familiar: o que muda com as novas regras

A nova Lei dos Estrangeiros exige, em regra, dois anos de residência legal antes de pedir reagrupamento familiar, com exceções para filhos menores.

Para muitos imigrantes em Portugal, o sonho não é só vir, é trazer a família. E foi precisamente aí que a nova Lei dos Estrangeiros apertou. Vale a pena perceber o que muda, sem alarmismos e sem fingir que está tudo na mesma.

A regra principal é nova: a maioria dos residentes passa a ter de completar dois anos de residência legal em Portugal antes de poder pedir o reagrupamento familiar. É uma exigência que não existia da mesma forma e que obriga a planear com mais antecedência.

As exceções que importam

Nem tudo fica tão fechado. O período de dois anos não se aplica a filhos menores ou a dependentes incapazes de quem está legalmente no país. E há uma janela mais curta, de 15 meses, para casais que provem ter vivido juntos pelo menos 18 meses antes de o requerente principal se mudar para cá.

Há ainda outras alterações de fundo. Os cidadãos da CPLP passam a precisar de um visto de residência antes de pedir a autorização, deixando de ser possível tratar tudo já em território nacional com um visto de turismo. E preveem-se medidas de integração, como a aprendizagem da língua, com apresentação de certificados de proficiência.

O conselho é o de sempre, mas mais importante do que nunca: confirme a sua situação concreta junto de fonte oficial antes de tomar decisões, porque os detalhes mudam consoante o caso e os prazos têm datas.

Veja também: A nova Lei da Nacionalidade e os seus prazos. Informação oficial na AIMA.

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Praça do Giraldo, em Évora, num dia de sol
Notícias 28 de junho de 2026

Calor aperta e sobe o perigo de incêndio: vários distritos sob aviso

O IPMA prevê tempo quente e seco nos próximos dias, com Évora a chegar aos 37 graus e o risco de incêndio rural a agravar-se de norte a sul.

Quem já andava a fugir do sol que se prepare, porque a próxima semana promete suar. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera aponta para tempo quente e seco nos próximos dias, e com ele vem o que sempre vem nesta altura do ano: mais perigo de incêndio rural.

Os avisos amarelos abrangem distritos do interior como Bragança, Vila Real, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja. Em Évora, as máximas podem encostar aos 37 graus, e o Alentejo volta a ser o forno do costume.

O que pedem as autoridades

A receita para evitar sustos é velha mas continua a valer: nada de queimas e queimadas, cuidado com maquinaria agrícola que solte faíscas e zero fogo de artifício. Basta uma fagulha no sítio errado, com o mato seco como está, para transformar uma tarde tranquila numa noite de bombeiros à porta.

Vale a pena ter o número de emergência à mão, beber água com regularidade e não deixar idosos nem crianças muito tempo expostos ao calor. Se tem trabalho ao ar livre, tente as horas mais frescas do dia.

O aviso chega numa semana simbólica para quem combate o fogo. Esta atenção redobrada não é exagero: a combinação de calor, seca e vento é exatamente a que costuma dar errado.

Veja também: Os bombeiros de Lousada e o reforço prometido pelo Governo. Consulte o risco diário no IPMA e os avisos à população da Proteção Civil.

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Vista de satélite do Golfo Pérsico
Notícias 28 de junho de 2026

Irão dispara contra bases dos EUA no Golfo e o cessar-fogo fica por um fio

Teerão lançou mísseis e drones contra instalações norte-americanas no Kuwait e no Bahrain, em resposta a ataques dos EUA. A região prende a respiração.

A madrugada deste domingo trouxe ao Golfo Pérsico o cenário que toda a gente temia. Horas depois de os Estados Unidos terem atingido cinco pontos costeiros no Irão, Teerão respondeu com mísseis balísticos e drones contra duas das maiores presenças militares norte-americanas na região.

Os alvos foram a base aérea de Ali Al Salem, no Kuwait, e o quartel-general da Quinta Frota dos EUA, no Bahrain. A Guarda Revolucionária iraniana garante ter destruído várias infraestruturas; Washington fala em retaliação ao alegado ataque a um navio no Estreito de Ormuz nos dias anteriores.

Um cessar-fogo a desfazer-se

Há um memorando de cessar-fogo entre as partes, mas neste momento parece mais papel do que realidade. Cada lado acusa o outro de o ter violado primeiro, e a confiança evaporou-se. Pelo meio, os países vizinhos ficam na linha de fogo: os Emirados condenaram com firmeza os ataques a Bahrain e Kuwait, classificando-os como uma violação clara da soberania de dois Estados do Golfo.

A diplomacia ainda não baixou os braços. O Egito e o Qatar voltaram a insistir na importância de manter as negociações entre Washington e Teerão, com contactos entre os respetivos chefes da diplomacia.

Para Portugal, o impacto sente-se sobretudo na carteira. O Estreito de Ormuz é uma das artérias por onde passa boa parte do petróleo mundial, e qualquer faísca por ali mexe com o preço dos combustíveis que pagamos ao fim de semana. O barril já andou aos saltos nas últimas semanas por causa desta crise.

Por agora, fica o aviso de sempre: confirmar antes de alarmar. A informação muda de hora a hora, e nem tudo o que circula nas redes resiste a uma segunda leitura.

Veja também: Navio atingido no Estreito de Ormuz e o impacto nos mercados. Acompanhe a cobertura internacional pela ONU Notícias.

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Entrevista de emprego num escritório
Oportunidades 28 de junho de 2026

Vai contratar? Há apoios do IEFP que podem aliviar a fatura

Para empregadores, o IEFP mantém medidas de apoio à contratação em 2026. Saiba onde procurar antes de fazer uma admissão.

Candidatar / Saber mais

Esta é para os patrões, sobretudo os das pequenas empresas que tantas vezes hesitam em contratar por causa dos custos. Em 2026, o IEFP mantém um conjunto de apoios à contratação que vale a pena conhecer antes de assinar um novo contrato.

A lógica destes apoios é simples: o Estado comparticipa parte do custo de contratar, sobretudo quando se trata de pessoas em situação mais difícil no mercado de trabalho, como desempregados de longa duração, jovens à procura do primeiro emprego ou quem tem deficiência ou incapacidade. A ideia é dar um empurrão a quem mais precisa e, ao mesmo tempo, baixar o risco para a empresa.

Por onde começar

O caminho passa pelo portal iefponline, onde estão as medidas disponíveis, as condições e os prazos de candidatura. Vale a pena reservar um bocadinho para ler com calma, porque cada medida tem regras próprias, valores diferentes e exigências de manutenção do posto de trabalho.

Um aviso de bom senso: estes apoios costumam ter verba limitada e prazos que fecham quando o dinheiro esgota. Quem anda a pensar em reforçar a equipa ganha em tratar disto cedo, e não no dia em que precisa da pessoa a começar.

Para o tecido empresarial mais pequeno, que é a esmagadora maioria em Portugal, estes mecanismos podem fazer a diferença entre adiar uma contratação e finalmente dar o passo.

Veja também: Emprego público e os concursos do Estado na BEP. Detalhes oficiais no IEFP.

Imagem ilustrativa · Foto: Tima Miroshnichenko / Pexels

Jovens a trabalhar com computador portátil
Oportunidades 28 de junho de 2026

Estágios INICIAR: candidaturas abertas até 30 de julho

A medida INICIAR do IEFP abre a porta a um primeiro estágio profissional para quem está a começar. As candidaturas decorrem até 30 de julho ou até esgotar a verba.

Prazo
30 de julho de 2026
Candidatar / Saber mais

A par dos Estágios +Talento, há outra porta do IEFP que vale a pena conhecer: a medida INICIAR. As candidaturas estão abertas e correm até 30 de julho, ou até esgotar a verba disponível, o que costuma acontecer antes do prazo.

Como o nome sugere, esta medida pensa em quem está a iniciar o percurso profissional e precisa daquela primeira oportunidade para ganhar experiência prática numa empresa ou instituição. É a ponte entre acabar uma formação e mostrar serviço no terreno, que tantas vezes faz toda a diferença num currículo ainda em branco.

Vale a pena não deixar para depois

O conselho prático é direto: não espere pelo último dia. Como a verba é limitada e pode esgotar cedo, quem se candidata com antecedência joga com vantagem. Antes de avançar, confirme que cumpre os requisitos da medida e tenha o currículo a postos.

O melhor sítio para ver as condições, os apoios e tratar da candidatura é o portal iefponline, onde estão também as outras medidas de emprego e estágios em vigor. Vale a pena comparar e perceber qual encaixa no seu caso.

Para quem anda à procura daquela primeira experiência que abre portas, é uma hipótese a sério. As primeiras oportunidades são as mais difíceis de arranjar, e medidas como esta existem precisamente para isso.

Veja também: Os Estágios +Talento, para quadros qualificados. Candidaturas no portal iefponline.

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Mapa do Irão e da região do Golfo
Política 28 de junho de 2026

EUA e Irão: o cessar-fogo que ninguém consegue garantir

Com ataques de parte a parte, a diplomacia tenta segurar um cessar-fogo frágil. Egito e Qatar insistem nas negociações; os países do Golfo condenam a escalada.

Há cessar-fogos que existem mais no papel do que no terreno, e o entendimento entre os Estados Unidos e o Irão parece ser desses. Depois de uma noite de ataques cruzados no Golfo, a grande pergunta política é simples: ainda há acordo para salvar?

Existe um memorando, com catorze pontos, que devia pôr fim às hostilidades. Mas Washington acusa Teerão de o violar repetidamente, e a Guarda Revolucionária iraniana devolve a acusação, dizendo que foram os americanos a quebrar o combinado. Quando os dois lados dizem que o outro começou, o entendimento fica por um fio.

Os vizinhos no meio

A escalada deixa nervosos os países do Golfo, que não pediram para entrar nesta. Os Emirados Árabes Unidos condenaram com firmeza os ataques iranianos a Bahrain e ao Kuwait, vendo-os como uma ameaça à segurança de toda a região. Egito e Qatar, por seu lado, preferem a via do diálogo e voltaram a apelar para que as negociações entre Washington e Teerão não morram.

Para a Europa, e para Portugal, o tema é seguido de perto por uma razão muito concreta: a estabilidade do Golfo mexe com a energia e com os preços. Uma crise prolongada ali sente-se nas bombas de combustível cá.

Por agora, fica a diplomacia a jogar contra o relógio, com a região a torcer para que a razão fale mais alto do que os mísseis.

Veja também: Irão dispara contra bases dos EUA no Golfo. Acompanhe pela ONU Notícias.

Imagem: Wikimedia Commons

José Luís Carneiro, líder do Partido Socialista
Política 28 de junho de 2026

PS diz ter travado a reforma laboral e desafia Montenegro a reagir

José Luís Carneiro reclama uma vitória do PS por ter bloqueado a contrarreforma laboral e a Prestação Social Única, e pede ao primeiro-ministro que 'tire a cabeça da areia'.

O Partido Socialista veio este domingo bater no peito. Reunida em Lisboa, a Comissão Nacional do PS ouviu o líder, José Luís Carneiro, reclamar como vitória do partido o facto de ter conseguido travar duas propostas do Governo: aquilo a que chama a contrarreforma laboral e a nova Prestação Social Única.

Carneiro não poupou nas palavras. Disse que, desde que a AD ganhou as eleições, foram dois anos perdidos, e atirou diretamente ao primeiro-ministro: senhor primeiro-ministro Luís Montenegro, tire a cabeça da areia, o seu Governo não está a funcionar.

Bom senso ou bloqueio?

Como em quase tudo na política, a leitura depende de onde se está sentado. Para o PS, foi um travão a medidas que considera injustas para os trabalhadores e para quem recebe apoios sociais. Para o Governo e os seus apoiantes, é mais um exemplo de uma oposição a dificultar reformas que dizem ser necessárias para modernizar o país.

A nós interessa-nos o que isto significa na prática: por agora, as alterações às regras do trabalho e a fusão de apoios sociais numa prestação única ficam em suspenso. Para quem trabalha ou depende destes apoios, é o tipo de braço de ferro que pode mexer no orçamento lá de casa.

O debate está longe de fechado, e o próximo capítulo joga-se no Parlamento. Vamos seguir sem tomar partido, como sempre.

Veja também: A agenda de imigração e trabalho do Governo de Montenegro. Acompanhe a atividade oficial em portugal.gov.pt.

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Coimbra e o rio Mondego
Imobiliário 28 de junho de 2026

Quem paga renda pode descontar mais no IRS este ano

O limite de dedução de rendas no IRS sobe para 900 euros em 2026, e as rendas antigas só podem aumentar até 2,24 por cento. O que muda para inquilinos.

Boas notícias para quem vive de casa arrendada e olha de lado para a fatura todos os meses. Em 2026 há dois números que vale a pena ter na cabeça.

O primeiro é a dedução de rendas no IRS, que sobe para 900 euros. Quer dizer que, ao fazer as contas com o Fisco, os inquilinos podem abater mais do que antes naquilo que pagaram de renda ao longo do ano. E há mais boa nova no horizonte: a partir de 2027, este limite sobe outra vez, para 1.000 euros.

E quanto pode subir a renda?

O segundo número trava o lado mau. A atualização das rendas antigas está limitada por um coeficiente fixado pelo INE: 1,0224. Por outras palavras, os senhorios podem aumentar a renda no máximo 2,24 por cento, um valor ligeiramente acima do do ano anterior, mas longe das subidas que assustam.

No conjunto, são medidas pensadas para dar algum fôlego a quem arrenda, num país onde encontrar casa a preço razoável continua a ser dos maiores quebra-cabeças. Não resolvem o problema de fundo, mas aliviam a conta ao fim do mês e na altura do IRS.

O conselho prático é o mesmo de sempre: guarde os recibos de renda e confirme que o contrato está comunicado às Finanças, porque sem isso a dedução não acontece.

Veja também: A Euribor a apertar quem tem casa a crédito. Mais informação em portugal.gov.pt.

Imagem: Wikimedia Commons

Panorama da cidade de Braga
Imobiliário 28 de junho de 2026

IMT Jovem em 2026: isenção total na compra de casa até 330 mil euros

O limite de isenção de IMT e Imposto do Selo para jovens até 35 anos subiu para 330.539 euros este ano. Saiba como funciona o benefício.

Comprar a primeira casa nunca é barato, mas há um apoio que muita gente nova ainda não conhece bem: o IMT Jovem. E em 2026 ficou um pouco mais generoso.

A regra é esta. Quem tem até 35 anos e compra a primeira habitação própria e permanente pode ficar isento do IMT e do Imposto do Selo. Este ano, o limite para a isenção total subiu de 324.058 para 330.539 euros, uma atualização de cerca de 2 por cento feita pelo Orçamento do Estado.

E acima desse valor?

Não fica tudo de fora. Entre os 330.539 e os 660.982 euros, aplica-se uma taxa reduzida de 8 por cento sobre a parte que ultrapassa o primeiro limite. Só acima desse segundo escalão é que se entra nas regras normais. Ou seja, mesmo quem compra uma casa mais cara pode aproveitar parte do benefício.

Na prática, são milhares de euros que ficam no bolso de quem está a começar, num momento em que cada euro conta para a entrada e para as obras. Vale a pena fazer as contas antes de assinar.

Um aviso útil: o benefício tem condições, da idade aos limites de valor, passando por não ter sido dono de casa antes. Confirme tudo com calma, idealmente com ajuda de quem percebe, para não levar surpresas na escritura.

Veja também: Os preços das casas batem novo recorde. Detalhes oficiais no Portal das Finanças.

Imagem: Wikimedia Commons

O defesa francês Clément Lenglet em ação
Desporto 28 de junho de 2026

Mercado: Benfica busca Lenglet para o lugar de Otamendi

O Benfica aposta no francês Clément Lenglet para a defesa, enquanto o Sporting reforça o meio-campo com Sergi Altimira. O verão promete movimento.

Acabou a Liga, mas o futebol não descansa: abriu a época das transferências, e os grandes já mexem as peças para 2026/27.

Na Luz, a grande dor de cabeça chama-se defesa central. Com Nicolás Otamendi a terminar contrato e a recusar renovar, o Benfica escolheu o francês Clément Lenglet para o substituir. O internacional de 31 anos deixa o Atlético de Madrid ao fim de duas temporadas e traz rodagem de quem já jogou ao mais alto nível. Pelo meio, há saídas a confirmar, como Henrique Araújo, e dúvidas sobre o futuro de jovens como António Silva, a um ano do fim do contrato.

Sporting também não pára

Em Alvalade, o foco está no meio-campo. O Sporting está a fechar a contratação de Sergi Altimira, do Betis, um negócio que pode abrir a porta de saída ao capitão Morten Hjulmand. Chegou também Issa Doumbia para dar mais músculo ao setor.

Para o adepto, é a parte do ano em que se sonha alto e se discute tudo ao balcão do café: quem fica, quem sai, quem é o reforço que falta. As novelas vão durar semanas, com avanços, recuos e aquele anúncio de última hora que ninguém viu chegar.

Uma palavra de cautela, que nesta altura é ouro: até haver foto com o cachecol e assinatura oficial, é tudo conversa de mercado. Vamos seguir o que se confirma, não o que se rumoreja.

Veja também: Porto e Braga também reforçam. Mais no site oficial do Benfica.

Imagem: Wikimedia Commons

O troféu do Campeonato do Mundo da FIFA
Desporto 28 de junho de 2026

Mundial arranca nos mata-mata e Portugal já espreita a Croácia

A fase a eliminar do Mundial 2026 começou com África do Sul a defrontar o Canadá. Portugal entra a 2 de julho, frente à Croácia.

Acabou a parte das contas e dos cenários. O Mundial 2026 entrou hoje na fase em que um mau dia manda para casa: começaram os mata-mata.

Com o novo formato de 48 seleções, há uma ronda nova logo a abrir, os dezasseis avos de final. O primeiro jogo colocou frente a frente a África do Sul e o Canadá, no SoFi Stadium, na Califórnia, a dar o pontapé de saída a três semanas que vão produzir um campeão. A partir daqui é tudo a doer: quem perde, arruma as botas.

E Portugal?

A seleção das quinas garantiu a passagem e tem encontro marcado: defronta a Croácia a 2 de julho. Depois do nulo com a Colômbia, a equipa sabe que entra agora na parte do torneio onde os detalhes decidem, um lance de bola parada, um momento de inspiração, uma defesa a tempo.

A Croácia é velha conhecida das noites difíceis e raramente facilita. Mas Portugal tem argumentos de sobra e um grupo experiente para sonhar com um percurso longo. O segredo, como sempre nos mata-mata, é entrar concentrado desde o primeiro minuto, porque já não há segunda oportunidade.

Marque na agenda, prepare os nervos e o sofá: julho promete noites de roer as unhas.

Veja também: Portugal apanha a Croácia nos oitavos. Calendário oficial na FIFA.

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Vista aérea do Apple Park, sede da Apple em Cupertino
Tecnologia 28 de junho de 2026

A nova Siri da Apple vai correr com Gemini e deixar-te escolher a IA

Na WWDC, a Apple apresentou uma Siri reconstruída assente num modelo Google Gemini e um sistema que permite escolher entre ChatGPT, Gemini e Claude.

A Apple costuma chegar tarde às festas, mas chega de fato a rigor. Na sua conferência de programadores, a empresa apresentou finalmente a grande reformulação da Siri, a assistente que andava anos a precisar de uma reviravolta.

A novidade que deu mais que falar é com quem a Apple se juntou. A nova Siri vai assentar num modelo personalizado da Google, o Gemini, num acordo que pagará à dona do Android cerca de mil milhões de dólares por ano. A assistente passa a falar de forma mais natural, ida e volta, e a encadear tarefas: verificar datas de um concerto, criar um lembrete para comprar bilhetes e até traçar o caminho para ir buscar um amigo.

Escolhe o teu motor

O detalhe mais interessante para os curiosos é o sistema de extensões. A Apple vai deixar o utilizador escolher qual a inteligência artificial por trás de algumas funções, entre o ChatGPT, o Gemini e o Claude, da Anthropic. É a Apple a fazer aquilo que faz melhor: pegar em tecnologia dos outros e embrulhá-la à sua maneira.

A empresa insiste no argumento da privacidade, lembrando que recolhe menos dados do que os serviços de IA na nuvem e que usa a informação guardada no próprio telemóvel para personalizar. Os investidores não ficaram totalmente convencidos: a ação chegou a cair perto de 2 por cento depois do anúncio.

Para o utilizador comum, a leitura é simples. A guerra da IA já não se joga só nos laboratórios, joga-se no telemóvel que temos no bolso, e a Apple acaba de entrar nela a sério.

Veja também: O GPT-5.6 da OpenAI. Mais no site oficial da Apple.

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Tesla Cybercab, o táxi autónomo da Tesla
Tecnologia 28 de junho de 2026

Os robotáxis da Tesla já andam nas ruas (com humano a vigiar)

Depois de anos de promessas, a Tesla pôs finalmente os seus táxis autónomos a circular em Austin, ainda com um supervisor de segurança a bordo.

Há promessas que Elon Musk repete há tanto tempo que já soavam a anedota. A da condução totalmente autónoma era uma delas. Pois bem, em junho a Tesla finalmente colocou os seus robotáxis a circular nas ruas de Austin, no Texas.

Há, claro, uma letra pequena importante: por agora, cada carro leva um supervisor de segurança humano a bordo, pronto a intervir se algo correr mal. Ou seja, autónomo sim, mas com rede de segurança. É o passo cauteloso de quem sabe que um único acidente mediático pode atrasar o projeto anos.

A grande aposta da Tesla

Este lançamento encaixa numa viragem maior. A Tesla entrou naquilo que os analistas chamam um ciclo de forte investimento, a deslocar o foco da pura venda de carros elétricos para a inteligência artificial, a robótica e os próprios chips. O Cybercab, o táxi feito de propósito para isto, arranca com o hardware atual, sem esperar pela próxima geração de processadores.

E não está sozinho na corrida. A Nvidia já anunciou que se juntou à Uber para lançar uma rede global de robotáxis, com arranque previsto para Los Angeles e São Francisco no início de 2027. A guerra dos carros sem condutor vai aquecer.

Por cá, nada disto chega amanhã. Mas vale a pena ir percebendo para onde caminha o setor, porque o carro que se conduz sozinho deixou de ser ficção científica para passar a ser um problema de engenharia, regulação e confiança.

Veja também: A Samsung e os novos dobráveis. Mais no site da Tesla.

Imagem: Wikimedia Commons

Cartaz oficial do NOS Alive 2026
Agenda 28 de junho de 2026

NOS Alive 2026: três dias de festa em Algés de 9 a 11 de julho

Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Nick Cave e Lorde lideram o cartaz do NOS Alive, à beira-rio em Lisboa.

Quando
9 de julho de 2026
Onde
Passeio Marítimo de Algés, Lisboa
Organização
Everything is New

Marque na agenda e prepare os ténis confortáveis: o NOS Alive volta a Algés de 9 a 11 de julho, com o Passeio Marítimo a transformar-se outra vez naquele cruzamento de praia de dia e concertos pela noite dentro que tão bem conhecemos.

O cartaz não dececiona quem gosta de nomes grandes. Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Nick Cave & The Bad Seeds e Lorde puxam a fila da frente, com Wolf Alice, The War On Drugs, Pixies e Teddy Swims a reforçar. E, como manda a tradição, há sangue português no meio, com os Buraka Som Sistema a prometer pôr o recinto a saltar.

Dicas para quem vai

Algés enche, por isso a regra de ouro é simples: transportes públicos sempre que possível, água a rodos e um plano para reencontrar os amigos quando o telemóvel ficar sem rede. O recinto fica à beira-rio, o que ajuda nas noites mais quentes, mas o sol do início da tarde não perdoa, leve chapéu.

Para quem não conhece, o NOS Alive é dos festivais que melhor mistura headliners internacionais com descobertas, e o ambiente costuma ser tão bom como o som. Bilhetes diários ou de três dias, fica a gosto de cada um.

Três dias, dezenas de bandas e Lisboa à porta. Difícil pedir melhor para um fim de semana de julho.

Veja também: Rock in Rio Lisboa fecha hoje: o último dia da festa.

Imagem: NOS Alive