Trabalhar em tech em Portugal: vagas, salários e o visto D8 para quem vem de fora
Lisboa e Porto continuam a contratar em tecnologia, e o visto D8 mantém Portugal no topo da lista de quem trabalha à distância na Europa.
Candidatar / Saber maisSe trabalha em tecnologia — ou quer entrar na área — Portugal continua a ser um sítio com vagas e com vida. Lisboa e Porto mantêm-se como os grandes polos, com startups a contratar engenheiros, gestores de produto, analistas de dados e perfis de vendas.
Onde estão as vagas
As startups são quem mais alimenta o mercado. Em Lisboa há centenas de posições abertas, muitas em empresas bem financiadas (incluindo nomes ligados a aceleradoras internacionais). O Porto também aquece, com funções de desenvolvimento, automação de testes e desenvolvimento de negócio. E uma boa fatia já oferece remoto ou híbrido — o que abre o leque a quem não vive nas duas grandes cidades.
O visto D8, o íman dos nómadas digitais
Para quem vem de fora e já trabalha à distância, o visto D8 (nómada digital) mantém Portugal no topo das preferências europeias: clima agradável, custo de vida ainda competitivo face a outras capitais e uma comunidade internacional grande, sobretudo em Lisboa. É o tipo de combinação difícil de bater.
Como avançar
Portais como o Startup Jobs, o Wellfound ou as bolsas das aceleradoras são bons pontos de partida. Tenha o CV em inglês afinado (a maioria das tech trabalha nesta língua) e um perfil online atualizado. Se vier de fora, trate cedo do NIF e da documentação do visto — é o que costuma atrasar a chegada.
O mercado não está em euforia como em 2021, mas está saudável. Quem tem competências procuradas, encontra porta.
Imagem ilustrativa · Foto: Kampus Production / Pexels