Mudar-se para Portugal em 2026: qual é o visto certo para si?
D7, nómada digital, golden visa ou estudo? Um guia simples pelas portas de entrada mais comuns — e o que esperar dos prazos.
Portugal continua no topo das listas de quem quer trocar de vida. Mas antes do sol e dos pastéis, há uma pergunta prática: qual o visto certo para si? Aqui fica o mapa, sem letras miudinhas a mais.
Se vive de rendimentos (D7)
O visto D7 é o clássico para reformados ou para quem tem rendimentos passivos estáveis — pensões, rendas, dividendos. Mostra que consegue sustentar-se sem depender do Estado e tens meio caminho andado.
Se trabalha à distância (nómada digital / D8)
Trabalha online para uma empresa lá fora? O visto de nómada digital (D8) foi feito a pensar em si. Exige comprovar rendimento de trabalho remoto acima de um patamar mínimo — e abriu as portas a uma vaga enorme de profissionais de tecnologia.
Se vem investir (golden visa)
O golden visa mantém-se, mas mudou: desde 2023 já não dá para comprar casa. O caminho hoje passa sobretudo por fundos regulados (a partir de 500 mil euros) ou por apoio à cultura, ciência e criação de emprego.
Se vem estudar ou trabalhar
Há ainda vistos de estudante e de trabalho com contrato. Cada um tem as suas regras, mas todos partilham um detalhe: vai precisar de NIF, conta bancária e morada.
Um aviso transversal: os prazos da AIMA continuam apertados em 2026. Junte os documentos cedo, faça cópias de tudo e comece o processo com folga. O visto certo é o que encaixa na sua vida — não o que parece mais glamoroso no Instagram.
Veja também: Golden visa em 2026: o caminho dos fundos
Imagem ilustrativa · Foto: Jakub Zerdzicki / Pexels