Toda a gente olhava para a Madeira. Ronaldo e Georgina casaram-se em Cascais
A cerimónia civil aconteceu na terça-feira, 11 de agosto, à porta fechada e com os filhos do casal presentes. O anúncio veio depois, numa fotografia às duas alianças com três caracteres por legenda.
Foi em Cascais. Depois de um mês inteiro de datas que não se confirmavam e de locais que se desmentiam a seguir, Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez casaram-se na terça-feira, 11 de agosto, numa cerimónia civil privada, com os filhos por perto e uma segurança apertada à volta.
O anúncio não veio de nenhum comunicado. Veio de uma fotografia às mãos dos dois, alianças à vista, publicada na conta de Instagram de Cristiano Ronaldo e legendada com três caracteres: um C, um coração, um G. Nove anos de relação resumidos assim.
Porque é que se falava tanto na Madeira
Porque no sábado anterior, 8 de agosto, correu com força a notícia de que o casamento seria na Sé do Funchal. Juntou-se gente à porta da catedral à espera de ver os noivos. O casamento existiu mesmo — mas era de outro casal. A confusão durou o tempo suficiente para encher a praça e alimentar mais uma semana de especulação.
Antes disso já tinha havido a versão de Sintra. Um programa de televisão avançou com um convite que apontava para a Quinta da Regaleira a 1 de agosto, uma data que fonte próxima do casal tratou de desmentir. Na altura escrevemos que nada estava confirmado a não ser o rumor, e que a informação, quando saísse, sairia pelo Instagram deles. Saiu.
O que se sabe da cerimónia
Pouco, e é provavelmente esse o ponto. Sabe-se que foi civil, que foi em Cascais e que decorreu longe de câmaras. Os filhos estiveram presentes. Não houve tapete, não houve transmissão, não houve revista com exclusivo — o que, para um casal que vive há uma década debaixo de objectivas, é quase uma declaração de intenções.
O pedido tinha sido feito em agosto de 2025, com um anel que deu conversa durante meses e um “sim, quero” publicado pela própria Georgina. Ronaldo chegou a dizer publicamente que o casamento ficaria para depois do Mundial de 2026. Ficou, com margem: a competição fechou a 19 de julho.
Georgina, entretanto, deixou há muito de ser apresentada como acompanhante. Passou pelo tapete vermelho de Cannes por direito próprio, tem campanhas de moda com o nome dela à frente e uma audiência que não depende do futebol de ninguém. A fotografia das alianças passou dos sete milhões de gostos em poucas horas.
Resta a pergunta que Cascais vai ouvir durante uns dias: onde exactamente? Sobre isso, ninguém ligado ao casal disse nada. E, a julgar pelo que aconteceu na Madeira, é melhor esperar do que adivinhar.
Por Lucy Bennett
Imagem de arquivo (2019): Luca Caon / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)