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Michael Jackson em 1983
Entretenimento 28 de junho de 2026

Michael: o biopic do rei da pop aponta a estreia em força

O filme Michael, sobre Michael Jackson, é um dos motores do verão de cinema e perfila-se para uma abertura de relevo.

O rei da pop está de volta às salas, agora em forma de cinebiografia. Michael, o filme sobre a vida de Michael Jackson, é apontado como um dos grandes motores da bilheteira deste verão, com previsões de uma abertura de relevo para uma cinebiografia musical.

O género está em alta. Histórias de estrelas da música atraem dois públicos ao mesmo tempo, os fãs de sempre e os curiosos que cresceram a ouvir as canções sem conhecer os bastidores. Com um catálogo tão icónico, o desafio do filme é fazer jus à música sem cair no postal turístico.

Parte de um verão cheio

Michael surge no meio de uma temporada animada, ombro a ombro com fenómenos como Toy Story 5 e A Odisseia, num ano que pode marcar o regresso das salas aos números pré-pandemia.

Para os fãs portugueses, é a oportunidade de reviver no grande ecrã uma banda sonora que toda a gente conhece, mesmo quem jura que não.

Veja também: o arranque recorde de Toy Story 5. Novidades do filme através da distribuidora Lionsgate.

Imagem: Wikimedia Commons

Loreen em palco
Entretenimento 29 de junho de 2026

Loreen está de volta: a bicampeã da Eurovisão lança o álbum Wildfire!

A sueca que venceu a Eurovisão duas vezes editou Wildfire!, um novo álbum que promete manter o fogo aceso na pista de dança.

Há vozes que ficam connosco muito depois de a música acabar, e a de Loreen é dessas. A sueca que conquistou a Eurovisão por duas vezes — primeiro com Euphoria, depois com Tattoo — acaba de lançar Wildfire!, um novo álbum que chega para lembrar que ela nunca foi apenas uma cantora de concurso.

O fogo continua aceso

O título diz quase tudo. Loreen sempre se moveu bem entre o pop dançável e algo mais teatral, dramático, com aquela pegada eletrónica que faz os refrões soarem enormes. Wildfire! aposta nessa fórmula que lhe assenta como uma luva: batidas que enchem pistas e uma voz que sabe subir sem perder o controlo.

Para o público português, há uma ligação afetiva forte: a Eurovisão é, por cá, quase desporto nacional, e os duelos de Loreen com as canções portuguesas fazem parte da memória recente do concurso. Vê-la regressar com material novo é motivo de festa para quem acompanha o género.

Vale a pena ouvir?

Se gosta de pop eletrónico com garra, é meio caminho andado. E mesmo quem só a conhece dos êxitos da Eurovisão vai reconhecer ali a assinatura — grande, emotiva, feita para o palco. Ponha os phones e dê uma volta pelo disco. A informação oficial está em loreenofficial.com.

Veja também: a bilheteira de Supergirl e Toy Story 5.

Imagem: Wikimedia Commons

A atriz Milly Alcock
Entretenimento 29 de junho de 2026

Supergirl levanta voo a meio-gás enquanto Toy Story 5 continua a reinar

A estreia de Milly Alcock como Supergirl ficou abaixo do esperado nas bilheteiras. Os brinquedos da Pixar continuam a mandar no verão.

A nova Supergirl chegou aos cinemas, mas a aterragem foi menos triunfal do que a Warner esperava. O filme com Milly Alcock — a mesma cara da Rhaenyra jovem em A Casa do Dragão — arrancou com cerca de 38 milhões de dólares nos Estados Unidos e 68 milhões em todo o mundo, quase metade do que as projeções iniciais apontavam.

Para se ter ideia, o Superman de James Gunn estreou no verão passado com 125 milhões só no mercado americano. A Supergirl, com um orçamento de 170 milhões, fica claramente aquém — e o B- que o público lhe deu no CinemaScore não ajuda a desenhar um futuro risonho.

Os brinquedos não largam o trono

Quem continua a fazer a festa é a Pixar. O Toy Story 5 manteve-se no topo das bilheteiras, somando mais um fim de semana de números enormes e confirmando-se como um dos grandes fenómenos do ano. Parece que, entre uma heroína de capa e o Woody com o Buzz, o público ainda escolhe a nostalgia.

Não é tudo mau para a Supergirl: filmes de super-heróis vivem muito do passa-palavra e dos mercados internacionais, e ainda há margem para recuperar. Mas o arranque deixa Hollywood outra vez com a velha dúvida na cabeça — será que o público se cansou de capas e poderes?

Em Portugal, ambos os filmes estão em cartaz, e dá para ver os dois lados desta batalha de verão na tela grande.

Veja também: a estreia recorde de Toy Story 5 e a sequela do filme de F1 com Brad Pitt. Mais sobre o universo em DC.

Imagem: Wikimedia Commons

O ator Brad Pitt
Entretenimento 28 de junho de 2026

O filme 'F1' vai ter sequela e Brad Pitt deve voltar à pista

Depois de arrasar nas bilheteiras e arrecadar nomeações aos Óscares, o filme de Fórmula 1 com Brad Pitt vai ganhar uma continuação, confirma a produção.

Quando um filme se torna o maior êxito de sempre do cinema desportivo, é quase certo que ninguém o vai deixar morrer sem segunda parte. É o caso de F1, a fita de corridas com Brad Pitt que encheu salas em todo o mundo.

O produtor Jerry Bruckheimer confirmou que a sequela está em marcha. Não há ainda calendário nem elenco fechado, mas dificilmente Brad Pitt ficará de fora: o ator deverá voltar a vestir a pele de Sonny Hayes, o antigo piloto que regressa às pistas depois de décadas afastado.

Um êxito que ninguém previu assim

O primeiro filme não foi só bilheteira. Arrecadou quatro nomeações aos Óscares, entre elas Melhor Filme, e tornou-se o filme de desporto com maior receita de sempre. Não é pouca coisa para uma história que, no papel, era apenas mais um drama de carros a andar depressa.

Parte do segredo esteve na ambição da produção, que filmou em circuitos reais de Fórmula 1, em fins de semana de Grande Prémio verdadeiros, dando ao público uma sensação de velocidade difícil de fingir num estúdio.

Para os fãs, fica a expectativa. Uma sequela tem sempre o peso de igualar o original, mas com este elenco e esta máquina por trás, há motivos para alinhar na grelha de partida. Resta saber quando ouvimos de novo o ronronar dos motores.

Veja também: As nomeações dos Emmys 2026. Mais sobre a modalidade no site oficial da Fórmula 1.

Imagem: Wikimedia Commons

Os Coldplay em concerto
Entretenimento 28 de junho de 2026

Glastonbury fecha mais uma edição com os Coldplay em destaque

O lendário festival britânico encerra este domingo em Worthy Farm, com os Coldplay entre os cabeças de cartaz de uma edição muito aguardada.

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Há festivais e há o Glastonbury. O gigante britânico, plantado em Worthy Farm, no campo inglês, fecha este domingo mais uma edição daquele que muitos consideram o festival de música mais famoso do mundo.

Entre os cabeças de cartaz desta edição estão os Coldplay, uma banda que já é praticamente sinónimo de estádios cheios e refrões cantados por dezenas de milhares de pessoas ao mesmo tempo. Não é todos os dias que se vê uma das maiores bandas do planeta num palco com a história do Pyramid Stage.

Porque é que o Glastonbury é diferente

Quem nunca lá foi pergunta o que tem de especial um festival no meio da lama. A resposta está na escala e no espírito. São cinco dias, centenas de atuações espalhadas por dezenas de palcos, e uma mistura de música, arte e causas que poucos eventos no mundo conseguem reunir.

Para o público português, o Glastonbury é também uma referência e uma fonte de inveja saudável. Os nossos festivais de verão têm crescido e ganho nomes de peso, mas o Glasto continua a ser aquele rito de passagem que muitos sonham riscar da lista um dia.

Fica a nota para os melómanos: se um dia juntar coragem para a aventura inglesa, leve botas de borracha e paciência. Vai valer a pena.

Veja também: O biopic de Michael Jackson aponta à estreia. Cartaz oficial no site do Glastonbury.

Imagem: Wikimedia Commons

A atriz Rhea Seehorn, protagonista de 'Pluribus'
Entretenimento 28 de junho de 2026

Emmys 2026: nomeações a 8 de julho com 'Pluribus' a puxar a frente

A corrida aos Emmy aquece. As nomeações são anunciadas a 8 de julho e a série 'Pluribus' lidera as previsões.

A temporada de prémios da televisão está a aquecer e a próxima paragem é a mais badalada: as nomeações dos Emmy 2026, anunciadas a 8 de julho. É o momento em que as previsões dão lugar aos nomes a sério, com surpresas e ausências garantidas.

Nas apostas dos especialistas, há uma série a destacar-se: “Pluribus”, o drama de ficção científica da Apple TV, é apontada como a grande favorita em número de nomeações. Logo atrás surge “The Pitt”, o drama hospitalar da HBO Max, enquanto a comédia “Hacks” promete bater recordes na sua temporada final.

Porque é que vale a pena seguir

Os Emmy são a bússola do que vale a pena ver. Quando uma série acumula nomeações, é sinal de que há ali algo que valeu o tempo de quem decide, e muitas vezes também do público. Para quem anda à procura da próxima maratona, a lista de 8 de julho é um bom ponto de partida.

Há ainda o lado do espetáculo. Snubs, estreias inesperadas e atores a entrarem pela primeira vez na conversa fazem parte da graça, e dão pano para mangas nas semanas seguintes, até à gala.

Fique de olho na lista oficial dos Emmy e faça a sua própria grelha de favoritos. Meia diversão está em discordar dos jurados.

Veja também: Toy Story 5 estoura na bilheteira com estreia recorde.

Imagem: Wikimedia Commons

Tom Hanks, voz de Woody
Entretenimento 28 de junho de 2026

Toy Story 5 estoura na bilheteira com estreia recorde

Toy Story 5 abriu com 159,7 milhões de dólares, a melhor estreia de sempre da saga e o melhor fim de semana de 2026.

O Woody e o Buzz ainda têm muita corda para dar. Toy Story 5 estreou em grande, com uns espetaculares 159,7 milhões de dólares logo no primeiro fim de semana, a melhor abertura de sempre da saga, superando os 120,9 milhões de Toy Story 4 em 2019. É também o melhor fim de semana de estreia de 2026 até agora.

E não é só dinheiro. O público respondeu com um entusiasmo raro: 95% de aprovação no Rotten Tomatoes entre espetadores verificados, a par de 93% da crítica. Por outras palavras, a Pixar parece ter acertado em cheio outra vez.

Verão de cinema em alta

A estreia encaixa num verão forte para as salas. A bilheteira da época já soma 1,8 mil milhões de dólares, e os analistas falam em chegar aos 4,2 mil milhões, com o ano a caminho de ultrapassar os 10 mil milhões pela primeira vez em sete anos, ajudado por títulos como Michael, Obsession e A Odisseia.

Para quem gosta de cinema, é a desculpa perfeita para uma ida à sala com ar condicionado neste calor.

Veja também: a estreia de Supergirl. Dados de bilheteira em Box Office Mojo.

Imagem: Wikimedia Commons

Os Bandidos do Cante em palco
Entretenimento 27 de junho de 2026

Bandidos do Cante levaram o Alentejo à Eurovisão com 'Rosa'

O cante alentejano encontrou o pop e foi a Viena representar Portugal. Uma aposta diferente — e muito nossa.

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Houve quem torcesse o nariz e quem se arrepiasse. Os Bandidos do Cante representaram Portugal na Eurovisão 2026, em Viena, com o tema “Rosa” — e fizeram-no à maneira deles: pegando no cante alentejano e cruzando-o com pop contemporâneo.

Como chegaram lá

A viagem começou no Festival da Canção, que venceram com 22 pontos — a pontuação máxima do público (12) somada a 10 do júri. Uma vitória que dividiu opiniões e, talvez por isso mesmo, deu que falar durante semanas.

Porque é que isto importa

O cante alentejano é Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO: vozes em harmonia, sem instrumentos, nascidas das planícies do sul. Levá-lo a um palco pop como a Eurovisão é uma aposta arriscada — e é exatamente aí que está a graça. Em vez de imitar a fórmula europeia, Portugal foi buscar algo que só nós temos.

O que fica

Independentemente do lugar no placar — a final foi a 16 de maio —, a escolha diz algo sobre o momento da música portuguesa: confiança para misturar raiz e modernidade sem pedir desculpa. “Rosa” não vai agradar a toda a gente, e tudo bem. O que é nosso raramente cabe num molde.

Fica a curiosidade de ver se abre caminho a mais tradição reinventada nos grandes palcos. Se há coisa que o cante ensina, é que uma boa voz não precisa de muito para encher uma planície inteira.

Veja também: NOS Alive 2026: Foo Fighters, Lorde e Florence em julho

Imagem: Wikimedia Commons

Camila Cabello
Entretenimento 27 de junho de 2026

Camila Cabello, o "amuleto" de Portugal e o mal-entendido do "SIUUU"

Em concerto em Portugal, Camila Cabello chamou-se "amuleto da sorte" do país e confundiu o grito "SIUUU" da plateia com vaias. A internet adorou.

Há momentos de concerto que valem mais pela confusão do que pela música — e Camila Cabello deu-nos um destes em Portugal. No palco, a cantora declarou-se “amuleto da sorte” do país, num piscar de olho à boa fase da seleção. Simpático. O problema veio a seguir.

Quando a plateia respondeu com o célebre “SIUUU” — o grito de celebração que Cristiano Ronaldo popularizou pelo mundo fora —, Camila terá interpretado o som como… vaias. A cara de quem ouviu uma multidão a “buar” é, ao que parece, impagável.

Porque é que isto é tão português

Quem é cá de casa percebeu logo: o “SIUUU” não é desaprovação nenhuma, é praticamente um hino de festa. Mas para um ouvido estrangeiro, aquele “uuuu” prolongado soa mesmo a assobio de descontentamento. O mal-entendido é tão inocente que se tornou imediatamente carne para memes.

No fim, ninguém saiu a perder. Camila ganhou uma história gira para contar, os adeptos ganharam um momento para recordar, e o “SIUUU” provou outra vez que já é linguagem universal — mesmo quando se perde na tradução.

Fica a dica para futuras estrelas em digressão por cá: se ouvir um “SIUUU”, sorria. É amor.

Imagem: Wikimedia Commons

Georgina Rodríguez
Entretenimento 27 de junho de 2026

Georgina Rodríguez brilha na passadeira vermelha de Cannes

A companheira de Cristiano Ronaldo levou um vestido justo e muito glamour ao Festival de Cannes 2026, num dos momentos de moda mais comentados.

O Festival de Cannes é, todos os anos, tanto sobre cinema como sobre o que se veste na passadeira vermelha — e em 2026 Georgina Rodríguez garantiu o seu lugar nas fotos mais partilhadas. A companheira de Cristiano Ronaldo apareceu com um vestido justo e elegante, daqueles pensados ao milímetro para a parede de flashes.

Há quem torça o nariz a este circo de moda, mas a verdade é que Cannes vive disto: a passadeira tornou-se um palco à parte, onde estrelas, modelos e celebridades disputam o título informal de “look da noite”. E Georgina, que já se move com à-vontade neste mundo, não desperdiçou a deixa.

Mais do que um vestido

Para lá do glamour, há aqui uma história de marca pessoal. Georgina construiu uma presença própria — documentário, campanhas, milhões de seguidores — que já não depende só do apelido do companheiro. Cannes é mais um palco onde isso fica claro.

No meio dos filmes, dos prémios e das polémicas habituais do festival, foi um momento leve: um vestido, uma pose, e a internet a fazer o resto. Às vezes, o entretenimento é mesmo só isto — e está tudo bem.

Imagem: Wikimedia Commons

Cartaz promocional do NOS Alive 2026
Entretenimento 27 de junho de 2026

NOS Alive 2026: Foo Fighters, Lorde e Florence iluminam Algés em julho

De 9 a 11 de julho, o Passeio Marítimo de Algés volta a encher. Praia de dia, música à noite — e um cartaz de fazer inveja.

Marque no calendário: o NOS Alive está de volta a Lisboa de 9 a 11 de julho de 2026, no habitual Passeio Marítimo de Algés. É daqueles festivais que põe Portugal no mapa da música mundial — e este ano o cartaz não desilude.

Quem sobe ao palco

No topo das atenções estão os Foo Fighters, Florence + The Machine, Lorde, os Twenty One Pilots e Nick Cave & The Bad Seeds. Mas a profundidade do cartaz é que impressiona: Pixies, Wolf Alice, Zara Larsson, Teddy Swims e os nossos Buraka Som Sistema, entre muitos outros ainda a confirmar.

A experiência

O lema é o de sempre — praia de dia, música à noite. Os concertos arrancam ao fim da tarde e esticam-se pela madrugada, com um pé na areia e outro no palco. Rock, pop, indie, eletrónica: há de tudo para quem não gosta de escolher.

Como lá chegar

A logística é simpática: dá para apanhar o comboio até à estação de Algés, a poucos minutos a pé do recinto, e há ligações diretas de autocarro a partir de Lisboa e de Oeiras. Tradução: pode deixar o carro em casa e evitar a guerra do estacionamento.

Se há um fim de semana para reservar no verão lisboeta, é este. Leve protetor solar, sapatos confortáveis e disposição — o resto, o cartaz trata.

Veja também: Bandidos do Cante levaram o Alentejo à Eurovisão

Imagem: NOS Alive

Milly Alcock, protagonista de Supergirl
Entretenimento 27 de junho de 2026

"Supergirl" estreia nos cinemas com Milly Alcock e Jason Momoa: o DC continua a reinventar-se

A nova versão de Supergirl chegou às salas com rostos novos e velhos conhecidos. Vale a pena a viagem ao cinema?

O universo dos super-heróis da DC continua em obras — e a mais recente reforma chama-se “Supergirl”. A adaptação chegou aos cinemas, com realização de Craig Gillespie e a australiana Milly Alcock no papel principal, ao lado de um Jason Momoa que parece incapaz de sair do imaginário dos blockbusters.

Para quem perdeu o fio à meada das capas e dos brasões, a chegada de uma nova Supergirl faz parte de um esforço maior: dar à DC um rumo coerente depois de anos de arranques e recomeços. Caras novas, tom novo, e a eterna promessa de que “desta vez é diferente”.

Porque é que isto interessa por cá

O cinema de super-heróis há muito que deixou de ser coisa de nicho — é fenómeno global, e Portugal não é exceção. Estreias destas enchem salas de Lisboa ao Porto, de Faro a Braga, sobretudo num verão em que o ar condicionado da sala de cinema é, por si só, um argumento de venda.

Milly Alcock não é estranha ao grande público depois de se ter destacado em séries de fantasia muito vistas, e a curiosidade em torno da sua passagem para heroína da DC é genuína. Já Momoa joga em casa neste tipo de produção — quando aparece, o público sorri.

Vale o bilhete?

Como sempre nestes casos, depende do que procura: quem gosta do género terá ação, efeitos e aquele fator “evento” de uma estreia grande; quem torce o nariz a capas dificilmente mudará de ideias. Mas para uma tarde de verão com pipocas, é exatamente o tipo de programa que cumpre.

A DC continua a tentar acertar a fórmula. Esta Supergirl é mais um capítulo dessa busca.

Imagem: Wikimedia Commons