"Supergirl" estreia nos cinemas com Milly Alcock e Jason Momoa: o DC continua a reinventar-se
A nova versão de Supergirl chegou às salas com rostos novos e velhos conhecidos. Vale a pena a viagem ao cinema?
O universo dos super-heróis da DC continua em obras — e a mais recente reforma chama-se “Supergirl”. A adaptação chegou aos cinemas, com realização de Craig Gillespie e a australiana Milly Alcock no papel principal, ao lado de um Jason Momoa que parece incapaz de sair do imaginário dos blockbusters.
Para quem perdeu o fio à meada das capas e dos brasões, a chegada de uma nova Supergirl faz parte de um esforço maior: dar à DC um rumo coerente depois de anos de arranques e recomeços. Caras novas, tom novo, e a eterna promessa de que “desta vez é diferente”.
Porque é que isto interessa por cá
O cinema de super-heróis há muito que deixou de ser coisa de nicho — é fenómeno global, e Portugal não é exceção. Estreias destas enchem salas de Lisboa ao Porto, de Faro a Braga, sobretudo num verão em que o ar condicionado da sala de cinema é, por si só, um argumento de venda.
Milly Alcock não é estranha ao grande público depois de se ter destacado em séries de fantasia muito vistas, e a curiosidade em torno da sua passagem para heroína da DC é genuína. Já Momoa joga em casa neste tipo de produção — quando aparece, o público sorri.
Vale o bilhete?
Como sempre nestes casos, depende do que procura: quem gosta do género terá ação, efeitos e aquele fator “evento” de uma estreia grande; quem torce o nariz a capas dificilmente mudará de ideias. Mas para uma tarde de verão com pipocas, é exatamente o tipo de programa que cumpre.
A DC continua a tentar acertar a fórmula. Esta Supergirl é mais um capítulo dessa busca.
Imagem: Wikimedia Commons