Natalee Holloway: a docussérie da Netflix chegou hoje (com imagens de uma operação do FBI que nunca tinham saído a público)
"Taken: Natalee Holloway" estreou a 4 de novembro, em três episódios, realizados por Dani Sloane e Matthew Galkin para a Story Syndicate. A mãe, Beth Holloway, é a figura central, e o antigo subchefe da polícia de Aruba fala do caso pela primeira vez em quase vinte anos.
A Netflix estreou esta quarta-feira “Taken: Natalee Holloway”, uma docussérie em três episódios sobre o desaparecimento da estudante norte-americana em Aruba, em 2005. O caso foi um dos mais acompanhados da televisão dos Estados Unidos nas duas décadas seguintes, e a série voltou a pô-lo nas pesquisas dos dois lados do Atlântico.
A realização é de Dani Sloane e Matthew Galkin, para a Story Syndicate, a produtora de Liz Garbus e Dan Cogan, que estão ambos entre os produtores executivos.
O que a série traz de novo
Segundo a página oficial da série no Netflix Tudum, há imagens de uma operação do FBI de 2010 que nunca tinham sido divulgadas, acesso a investigadores e material inédito. Gerold Dompig, antigo subchefe da polícia de Aruba, fala do caso pela primeira vez em cerca de vinte anos.
A figura central é Beth Holloway, a mãe de Natalee. Ela descreve a série como o relato mais completo e cronológico do caso, até à conclusão a que se chegou em 2023, quando Joran van der Sloot, o principal suspeito desde o início, admitiu num acordo com a justiça norte-americana ter matado Natalee.
Quem fala
Além da mãe, aparecem as amigas que estavam com Natalee na viagem de fim de curso, Madison Greer e Claire Fierman, e uma outra amiga, Sue Remick. Também participam o advogado John Kelly, o empresário arubano Charles Croes, que ajudou a liderar as primeiras buscas, a jornalista arubana Dilma Arends Geerman, o operador de câmara Tony Zumbado e dois antigos agentes do FBI, Alexandra Montilla e Michael Leverock.
Para quem é
É true crime de formato curto: três episódios dão para uma noite, ou duas. Quem viu a temporada de Monster sobre Lizzie Borden encontra aqui o registo oposto, sem dramatização: só arquivo, entrevistas e as pessoas que viveram o caso por dentro.
Por Lucy Bennett
Imagem: Netflix