AIMA: reconhecimento facial passa a ser obrigatório no agendamento
Em 2026, agendar com a AIMA exige verificação de identidade por reconhecimento facial. Só o próprio titular pode concluir o pedido.
Há uma mudança importante para quem trata da vida com a AIMA, e convém saber antes de tentar agendar. A grande novidade de 2026 é a verificação de identidade por reconhecimento facial em tempo real, agora obrigatória no momento do agendamento online.
O detalhe que muda tudo: ninguém pode fazer este passo por si. Nem familiar, nem despachante, nem advogado. Só o próprio titular do pedido pode concluir o agendamento, com a câmara ligada, a confirmar que é mesmo quem diz ser.
Como se preparar
Antes de começar, garanta três coisas: um dispositivo com câmara que funcione, boa luz e o documento de identificação à mão. Se a ligação falhar ou a luz for fraca, o sistema pode não reconhecer o rosto, e lá se vai a marcação.
A medida quer cortar fraudes e marcações revendidas, um problema antigo. Para o utente honesto, é mais um passo, mas também mais garantia de que a vaga é mesmo sua.
Veja também: como ter o pedido completo para a renovação e os prazos do primeiro título. Informação oficial na AIMA.
Imagem ilustrativa · Foto: cottonbro studio / Pexels