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Ilustração de um pequeno carro elétrico amarelo a carregar num posto à porta de um prédio de habitação, com uma etiqueta de preço pendurada no espelho
Oportunidades 30 de outubro de 2026

Tem tarifa social? O novo apoio paga até 12.000 euros de um carro elétrico, mas o IVA fica do seu lado

O Governo anunciou um apoio de até 80% na compra de carros elétricos para quem tem tarifa social ou rendimento abaixo de 11.572 euros anuais, com um teto de 15.000 euros sem IVA e 20.000 carros. Fizemos as contas: no carro mais caro elegível, a família continua a pagar cerca de 6.450 euros.

Já se sabe quem vai poder pedir o novo apoio à compra de carros elétricos. O Ministério do Ambiente e Energia esclareceu esta semana que a ajuda de até 80% anunciada no debate do Orçamento do Estado para 2027 se destina a quem já tem a tarifa social de eletricidade e a quem tenha rendimento abaixo de 11.572 euros por ano, o equivalente a 80% da mediana de referência.

A ministra Maria da Graça Carvalho apresentou a medida no Parlamento a 28 de outubro, durante a discussão do OE2027, e diz que mais de um milhão de pessoas cumprem os critérios. Só há, no entanto, dinheiro para 20.000 carros.

As regras que já se conhecem

O apoio cobre até 80% do preço do carro, calculado sem IVA, com um teto de custo elegível de 15.000 euros. Quem entregar para abate um carro a gasolina ou gasóleo sobe esse teto para 16.000 euros. Há ainda até 1.000 euros (também sem IVA) para instalar um posto de carregamento em casa.

À parte, o Governo reservou 50 milhões de euros para manter o incentivo geral, aberto a toda a gente. Este ano esse incentivo pagou 4.000 euros por carro novo e, como contámos em julho, esgotou depressa.

Fizemos as contas ao que fica por pagar

É aqui que o anúncio pede uma calculadora. Imagine um carro elétrico que custa exatamente o teto, 15.000 euros antes de impostos. Com IVA a 23%, o preço na fatura passa a 18.450 euros. O apoio máximo é 80% de 15.000, ou seja 12.000 euros. Se o regulamento mantiver o IVA fora do apoio, como diz o anúncio, a família ainda tem de pôr 6.450 euros do seu bolso.

Com abate, o carro pode custar 16.000 euros sem IVA (19.680 com IVA) e o apoio sobe para 12.800. Ficam 6.880 euros a cargo do comprador.

Para uma pessoa que viva sozinha e esteja mesmo no limite de rendimento, 6.450 euros são mais de metade do que ganha num ano inteiro. É esse o argumento da ACAP, a associação do setor automóvel, que chamou à medida “um bocadinho de manobra de marketing” e duvida que haja muita procura entre quem tem tarifa social.

O que ainda falta saber

Quase tudo o que decide se vale a pena esperar. O regulamento não foi publicado, não há datas de candidatura, não se sabe se entram carros usados ou só novos, nem se o limite de 11.572 euros conta por pessoa ou por agregado. Também não está dito de onde vem o dinheiro.

Se não sabe se tem tarifa social, as condições estão na página da DGEG sobre a atribuição da tarifa social de energia. A atribuição é automática para quem cumpre os requisitos, por isso vale a pena confirmar na fatura da luz antes de começar a ver stands.

Por Miguel Sarmento

Ilustração: Tugadaily

Ilustração de um edifício universitário americano de tijolo com colunas brancas e torre, árvores de outono, uma mala verde com fita vermelha e um livro aberto no relvado
Oportunidades 30 de outubro de 2026

É professor de Inglês em início de carreira? A Fulbright tem 5 bolsas para ensinar português nos EUA

O programa Fulbright-FLTA leva até cinco jovens professores portugueses para universidades americanas no ano letivo 2027/2028, durante nove meses. A universidade paga as propinas, há bolsa mensal, 1.000 dólares para a viagem e seguro. O prazo foi prolongado até 15 de novembro.

O prazo ia acabar amanhã e foi esticado. A Comissão Fulbright em Portugal prolongou até 15 de novembro as candidaturas à bolsa Fulbright-FLTA, que leva até cinco jovens professores portugueses a passar o ano letivo 2027/2028 numa universidade americana. O trabalho é ensinar a nossa língua. Nos Estados Unidos, o português é tratado como uma "língua crítica", ou seja, considerada relevante para a segurança e a economia do país. Daí haver lugar para quem o…

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Um viajante de mochila caminha sozinho por um carreiro entre arrozais em socalcos, no Vietname
Oportunidades 29 de outubro de 2026

Há 4 bolsas para um gap year de quem vive ou estuda em Oeiras (até 5.000 euros, se for a dois)

A 6.ª edição do Emunicipa-te, da Associação Gap Year Portugal com a Câmara de Oeiras, dá 3.000 euros a quem parte sozinho e 5.000 a quem vai em dupla, para viagens de seis meses a um ano entre janeiro e agosto de 2027. Idades 18-35, morada fiscal ou um ano letivo em Oeiras. Candidaturas até 8 de novembro.

Seis meses a trabalhar numa quinta biológica na Nova Zelândia, um voluntariado no Japão ou um ano a aprender uma língua noutro continente. A Associação Gap Year Portugal tem quatro bolsas do programa Emunicipa-te para quem quer fazer uma pausa assim, e nesta 6.ª edição o município parceiro é Oeiras. Os valores são 3.000 euros para quem vai sozinho e 5.000 para quem vai em dupla, com o melhor amigo, um irmão ou o namorado. Não há candidaturas de três.

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Gráfico de barras com a percentagem das vendas paga pelo aviso MAR2030-2026-31 aos polivalentes a gasóleo dos Açores: 2,33% abaixo de 12 metros, 3,36% entre 12 e 18, 4,96% entre 18 e 24 e 8,53% a partir de 24 metros
Oportunidades 28 de outubro de 2026

Os barcos de pesca dos Açores já podem pedir o apoio ao gasóleo (e a taxa chega aos 8,53% das vendas)

O aviso MAR2030-2026-31 tem 3 milhões de euros para pesca, aquicultura e transformação de pescado nos Açores e fecha às 18h00 de 30 de novembro. Na pesca, o apoio é uma percentagem fixa das vendas de cada barco, de 2,33% num polivalente com menos de 12 metros a 8,53% nos de 24 metros ou mais.

Os operadores de pesca, aquicultura e transformação de pescado dos Açores têm até às 18h00 de 30 de novembro para pedir a compensação pela subida dos combustíveis este ano. O aviso MAR2030-2026-31 abriu esta quarta-feira, com 3 milhões de euros, e as candidaturas entram pelo Balcão dos Fundos. É a versão açoriana de um apoio que o Continente já teve. Em setembro abriu o apoio ao gasóleo da pesca para os barcos do Continente, que fechou a 12 de outubro. As…

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Gráfico Tugadaily: taxa máxima de apoio STEP nas regiões base do Norte, Centro e Alentejo, 60% para pequenas empresas, 50% para médias e 40% para grandes
Oportunidades 27 de outubro de 2026

Vai montar uma fábrica de tecnologia limpa ou biotecnologia? Há 207,95 milhões a fundo perdido até 4 de janeiro

Dois avisos STEP do COMPETE 2030 pagam até 70% de investimentos industriais no Norte, Centro, Alentejo e Algarve, com projetos entre 3 e 25 milhões de euros fora do Algarve. Candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00.

Há dois concursos abertos que pagam a fundo perdido parte da construção de fábricas de tecnologia considerada crítica pela União Europeia. Somados, valem 207,95 milhões de euros e aceitam candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00. São os avisos da Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa (STEP) na vertente de Inovação Produtiva, ou seja, para fabricar, e não para investigar. Abriram a 30 de setembro. O aviso de energia e tecnologias…

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Vista aérea do Caniçal, na Madeira, com o porto de mercadorias, o quebra-mar e os armazéns da zona industrial junto ao mar
Oportunidades 26 de outubro de 2026

Empresas da Madeira podem recuperar até 90% do que pagaram em frete em 2025

O aviso M2030-2026-35 do Madeira 2030 devolve, a fundo perdido, os custos de transporte de mercadorias de quem produz ou transforma bens na região: 90% da despesa (80% na Zona Franca), até 750 mil euros por empresa. Há 5,695 milhões de euros e as candidaturas fecham a 20 de novembro, às 17h00.

Produzir numa ilha sai mais caro, e o frete é a parte da conta que mais se sente. O Madeira 2030 abriu um apoio que devolve parte desse custo: as empresas que produzem ou transformam bens na região podem recuperar até 90% do que gastaram em transporte de mercadorias em 2025, em subvenção que não tem de ser reembolsada. O dinheiro vem do FEDER e o aviso, o M2030-2026-35, tem 5,695 milhões de euros. As candidaturas abriram a 19 de outubro e fecham a 20 de…

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Pauliteiros de Miranda a meio de um salto, com meias de lã às riscas, botas de couro e saias brancas, numa praça de Palaçoulo
Oportunidades 25 de outubro de 2026

Tem um projeto artístico para o interior? A DGARTES dá até 50 mil euros, mas só até 6 de novembro

A segunda edição do programa Arte e Coesão Territorial tem um milhão de euros para projetos entre 25 mil e 50 mil euros, a realizar em 2027 e 2028 em 78 municípios onde há pouca atividade artística profissional. Artes visuais, performativas, de rua, tradicionais e digitais. Candidaturas até 6 de novembro.

Se é artista, coletivo ou estrutura cultural e tem um projeto pensado para fora dos grandes centros, há doze dias para o pôr no papel. A DGARTES abriu a segunda edição do Programa de Apoio em Parceria Arte e Coesão Territorial, com um milhão de euros, e as candidaturas fecham a 6 de novembro, como confirma o comunicado do Governo sobre a nova edição.

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Gráfico Tugadaily: bolsa mensal dos Estágios +Talento, entre 1.181,69 e 1.396,54 euros, e dos Estágios Iniciar, entre 913,12 e 966,83 euros
Oportunidades 24 de outubro de 2026

Contrate um estagiário até 7 de dezembro e o IEFP paga até 80% da bolsa

A segunda fase dos Estágios +Talento e Estágios Iniciar abriu a 12 de outubro e fecha às 18h00 de 7 de dezembro, ou antes, se a dotação acabar. As bolsas vão de 913,12 € a 1.396,54 € por mês, e quem se candidata é a empresa, no iefponline.

Os estágios apoiados pelo IEFP estão abertos outra vez, e convém não deixar para dezembro. A segunda fase dos Estágios +Talento e dos Estágios Iniciar abriu a 12 de outubro, às 9h00, e fecha às 18h00 de 7 de dezembro, ou antes, se o dinheiro acabar primeiro, como explica o aviso do IEFP sobre o novo período de candidaturas. Esse "ou antes" não é teórico. A Medida +Emprego, outro apoio do IEFP à contratação, vai fechar a 26 de outubro, 50 dias antes do…

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Gráfico Tugadaily: apoio da Medida +Emprego por contrato sem termo, de 6.446 euros sem majorações a 15.469 euros com quatro
Oportunidades 23 de outubro de 2026

A Medida +Emprego fecha segunda-feira às 18h00, 50 dias antes do previsto

O apoio do IEFP que paga 6.445,56 euros por cada contrato sem termo, com majorações de 35%, devia aceitar candidaturas até 15 de dezembro. O portal avisa agora que fecham a 26 de outubro, porque a verba do aviso chegou ao limite.

Quem está a contar com a Medida +Emprego para uma contratação tem até segunda-feira. O IEFP pôs um alerta no seu portal: as candidaturas encerram às 18h00 de 26 de outubro de 2026, por ter sido atingido o limite da dotação orçamental do aviso. A mesma página ainda mostra o calendário original, que ia das 9h00 de 15 de julho às 18h00 de 15 de dezembro. O fecho antecipado corta 50 dias à janela.

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Um professor escreve fórmulas e gráficos de estatística num quadro de vidro iluminado, a gravar uma aula de análise de dados para a Coursera
Oportunidades 27 de setembro de 2026

Santander e Coursera abrem mais 50 mil vagas grátis em cursos de IA e dados (não precisa de ser cliente do banco)

A segunda leva do Skills for Work junta 50 mil vagas gratuitas às 50 mil de agosto, em mais de 80 cursos da Coursera com certificado. Inscrições até 9 de dezembro, com um teste de avaliação pelo meio.

Não é preciso ser cliente do Santander, nem ter curso superior, para concorrer. É preciso ter mais de 18 anos, viver num dos 12 países onde o programa corre (Portugal incluído) e passar por um teste de avaliação na plataforma. O Santander e a Coursera abriram uma segunda leva de 50 mil vagas gratuitas no programa Skills for Work, que se junta às 50 mil disponibilizadas em agosto. No total, são 100 mil lugares em mais de 80 cursos de inteligência…

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Gráfico de barras com a perspetiva líquida de emprego por setor em Portugal no 4.º trimestre de 2026: indústria +40%, construção +39%, finanças +35%, comércio +34%
Oportunidades 25 de setembro de 2026

Há mais empresas a querer contratar no fim do ano (e o Centro lidera com folga)

A perspetiva líquida de emprego da ManpowerGroup para o 4.º trimestre sobe para +32%, mais 14 pontos do que no trimestre anterior, com a indústria, a construção e a região Centro à cabeça das intenções de contratar.

Quem anda à procura de emprego tem motivos para olhar para o último trimestre do ano com mais esperança. A ManpowerGroup aponta uma perspetiva líquida de criação de emprego de 32% para Portugal entre outubro e dezembro, mais 14 pontos do que no trimestre anterior e 19 acima do mesmo período do ano passado. Das empresas ouvidas, 44% planeiam aumentar equipas, 44% mantêm o quadro atual e só 12% preveem reduções.

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Placa azul de uma repartição de finanças portuguesa, com o logótipo e a palavra finanças bem visíveis
Oportunidades 21 de setembro de 2026

O IUC vai passar a pagar-se em prestações. Falhar uma faz vencer todas as outras de imediato

O Decreto-Lei 161/2026 muda o imposto do carro a partir de 2027: acaba a data de aniversário da matrícula, a liquidação passa a ser anual e por contribuinte, e o valor total dos seus veículos é que decide se paga de uma vez, em duas ou em três prestações.

Durante quase vinte anos, o IUC teve uma regra simples e irritante: pagava-se no mês do aniversário da matrícula. Quem tinha três carros comprados em alturas diferentes do ano tinha três datas para memorizar, e a multa por esquecimento não perguntava se a culpa era da memória ou do calendário. Isso acaba. O Decreto-Lei n.º 161/2026 foi publicado a 4 de agosto e produz efeitos a partir de 1 de janeiro de 2027, o que significa uma coisa que vale a pena…

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Auditório do Forum Braga visto de trás, com filas de cadeiras amarelas viradas para um palco escuro e um ecrã de projecção aceso
Oportunidades 20 de setembro de 2026

Leve um problema real da sua empresa ao Forum Braga e saia de lá com uma solução de IA

O laboratório de dois dias decorre a 26 e 27 de outubro, é gratuito e aceita equipas de uma a cinco pessoas de PME portuguesas. As candidaturas fecham a 16 de outubro e as sessões são todas em inglês.

A maior parte dos programas de apoio à digitalização pede-lhe um plano. Este pede-lhe um problema. O Laboratório de IA e Transformação Digital SpaceX AI decorre a 26 e 27 de outubro, no Forum Braga, e o desenho é o de um hackathon: cada PME leva um desafio concreto da sua organização e passa dois dias a construir, com mentoria e ferramentas de IA à mão, algo que possa efectivamente entrar na empresa na semana seguinte. Um protótipo, um fluxo de trabalho,…

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Edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, visto a partir do jardim
Oportunidades 18 de setembro de 2026

Tem 16,5 de média? As Bolsas Novos Talentos da Gulbenkian fecham a 30 de setembro

As candidaturas encerram às 15h00 de 30 de setembro, mas as cartas de recomendação só têm de chegar a 6 de outubro. Quem tem a média e ainda não pediu as referências continua a tempo.

Há um pormenor nas Bolsas Gulbenkian Novos Talentos que salva metade das candidaturas atrasadas, e quase ninguém o diz em voz alta: os prazos são dois, não um. O formulário do candidato fecha às 15h00 de 30 de setembro, hora de Lisboa. As cartas de recomendação, essas, são pedidas pela própria Fundação às pessoas que o candidato indicar no campo das referências, e só têm de estar entregues às 15h00 de 6 de outubro. Ou seja: se está a adiar a candidatura…

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Gráfico de barras com a percentagem das vendas paga a cada segmento da frota de pesca pelo aviso MAR2030-2026-25, de 1,99% num polivalente com menos de 12 metros a 10,17% num arrastão de 24 metros ou mais
Oportunidades 15 de setembro de 2026

O apoio ao gasóleo da pesca já está aberto (e o que cada barco recebe depende da arte e do comprimento)

São 18 milhões de euros e as candidaturas fecham às 18h00 de 12 de outubro. A taxa vai de 1,99% das vendas num polivalente com menos de 12 metros a 10,17% num arrastão de 24 metros ou mais.

Abriu a 11 de setembro e fecha às 18h00 de 12 de outubro. Entre essas duas datas, as empresas de pesca, aquicultura e transformação de pescado do Continente podem candidatar-se à compensação pelo salto do preço dos combustíveis este ano. O Governo anunciou 18 milhões de euros e disse que o valor depende do segmento e da dimensão das embarcações. Vale a pena ver o que isso quer dizer na prática, porque a diferença entre um barco e outro é de cinco vezes.

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