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Edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, visto a partir do jardim
Oportunidades 18 de setembro de 2026

Tem 16,5 de média? As Bolsas Novos Talentos da Gulbenkian fecham a 30 de setembro

As candidaturas encerram às 15h00 de 30 de setembro, mas as cartas de recomendação só têm de chegar a 6 de outubro. Quem tem a média e ainda não pediu as referências continua a tempo.

Organização
Fundação Calouste Gulbenkian
Prazo
30 de setembro de 2026
Candidatar / Saber mais

Há um pormenor nas Bolsas Gulbenkian Novos Talentos que salva metade das candidaturas atrasadas, e quase ninguém o diz em voz alta: os prazos são dois, não um.

O formulário do candidato fecha às 15h00 de 30 de setembro, hora de Lisboa. As cartas de recomendação, essas, são pedidas pela própria Fundação às pessoas que o candidato indicar no campo das referências, e só têm de estar entregues às 15h00 de 6 de outubro. Ou seja: se está a adiar a candidatura porque ainda não falou com o professor que o vai recomendar, está a adiar pela razão errada. Submeta primeiro, avise o professor depois.

Quem se pode candidatar

O programa procura estudantes do ensino superior português com percursos fora do comum, e a barreira é numérica. É preciso média igual ou superior a 16,5 valores, sem arredondamentos, nas cadeiras já feitas. E é preciso estar inscrito, em 2026/2027, no 2.º, 3.º ou 4.º ano de licenciatura ou de mestrado integrado, ou no 1.º ano de mestrado, numa instituição em Portugal.

As áreas são largas: ciências básicas, do lado da Biologia, Geologia, Física, Matemática e Química, e depois qualquer área das Humanidades, das Artes e das Ciências Sociais. Cada pessoa só pode concorrer a uma. Estudantes estrangeiros entram, desde que estejam inscritos numa instituição portuguesa e falem português, porque o programa decorre nessa língua. Quem está cá em mobilidade internacional fica de fora.

Quanto é, na prática

A bolsa dura 12 meses, arranca tipicamente em novembro e fecha um ano depois num evento de divulgação científica. O valor anual divide-se em três parcelas, e a terceira nem toda a gente recebe: 1.000 euros de apoio à formação e à investigação, para despesas do prosseguimento de estudos; 1.500 euros de enriquecimento de talento, para formação avançada, conferências, escolas de verão, estágios ou material de laboratório, sujeitos a validação da comissão científica; e 2.000 euros de apoio social complementar, reservados a agregados com rendimento anual per capita até 14.000 euros e mediante prova de candidatura à bolsa de ação social da DGES.

O dinheiro, dito isto, não é o principal. O programa junta tutores, uma comissão científica de docentes com obra feita, e retiros nas instalações da Fundação que misturam trabalho científico com programa cultural. Para um aluno de licenciatura, é a primeira vez que alguém o trata como investigador.

O que preparar antes de carregar em submeter

A candidatura é online, em português, e obriga a criar conta prévia no site da Fundação. Leia o regulamento antes de começar, não depois. É preciso carregar um screenshot da plataforma de aluno da universidade com o nome visível, e não uma declaração autenticada, o que poupa uma ida aos serviços académicos. As cartas podem ser escritas em inglês e têm de vir de professores universitários ou investigadores, nunca de docentes do secundário.

Se esta não é a sua bolsa, a Fundação tem outras linhas abertas ao longo do ano, incluindo o apoio à internacionalização que paga até 5.000 euros para levar trabalho lá fora, com regras muito diferentes destas.

Perguntas rápidas

Posso candidatar-me a duas áreas? Não. Uma só, e a escolha faz-se no formulário.

E se a minha média for 16,4? Fica de fora. O regulamento diz expressamente que não há arredondamentos.

Tenho de ter bolsa da ação social? Só se quiser a parcela de 2.000 euros, e aí é preciso comprovar a candidatura à DGES.

Quando sei o resultado? A bolsa começa normalmente em novembro de 2026, pelo que a decisão chega antes disso.

Por Miguel Sarmento

Imagem: Gabriel de Andrade Fernandes / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Fachada do edifício da Reitoria da Universidade do Porto, com a fonte dos Leões em primeiro plano
Oportunidades 6 de novembro de 2026

A U.Porto tem 126 bolsas da Caixa para dar até 17 de novembro (e somam-se à bolsa da DGES)

A 3.ª edição das Bolsas Caixa Geral de Depósitos paga 800 euros a quem está em licenciatura ou mestrado integrado e 1.200 euros em mestrado ou doutoramento. Pede média de 12 e rendimento per capita até 25 vezes o IAS, cerca de 13.428 euros por ano. Estudantes internacionais com residência em Portugal também concorrem.

A Universidade do Porto tem 126 bolsas da Caixa Geral de Depósitos com candidaturas abertas até 17 de novembro. São 800 euros para quem está em licenciatura ou mestrado integrado e 1.200 euros para mestrado e doutoramento, pagos de uma vez por transferência. É a terceira edição. Na segunda, em 2025, eram 111 bolsas, por isso este ano há mais 15 (pelas nossas contas, um aumento de 13,5%).

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Pequenos barcos de pesca coloridos, um deles com o nome Deusa da Baía, atracados no porto de Sesimbra, com a encosta e os prédios da vila ao fundo
Oportunidades 5 de novembro de 2026

O apoio ao gasóleo da pesca reabriu. Desta vez é só para os barcos com menos de 12 metros

O aviso MAR2030-2026-33 abriu a 4 de novembro com 3 milhões de euros de dinheiro público para armadores do Continente que só operam embarcações com menos de 12 metros e não concorreram em setembro. O apoio é uma percentagem fixa das vendas, de 1,50% a 6,32% consoante o combustível e a arte, e fecha às 18h00 de 30 de dezembro.

Quem tem um barco de pesca pequeno no Continente e deixou passar o prazo de outubro tem uma segunda oportunidade. O aviso MAR2030-2026-33 abriu esta quarta-feira, 4 de novembro, e aceita candidaturas até às 18h00 de 30 de dezembro, no Balcão dos Fundos. É só para um tipo de armador: o que opera exclusivamente embarcações com menos de 12 metros de comprimento fora a fora (a medida do barco de ponta a ponta). E só para quem não se candidatou ao aviso…

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A fachada dos Armazéns do Chiado, em Lisboa, iluminada à noite com luzes de Natal e uma grande árvore de Natal à entrada
Oportunidades 4 de novembro de 2026

A Black Friday vai pôr quase 4 mil pessoas a trabalhar em novembro. Estes são os lugares que as empresas querem preencher

A Randstad estima 3.433 contratações no comércio e 511 nos transportes e armazenagem só em novembro, com a Black Friday e o Natal a puxar. A Adecco tem mais de 1.500 vagas abertas desde 2 de novembro, sobretudo na Grande Lisboa, no Porto e na Margem Sul. Quem procura, o que se pede e como se candidatar.

Se precisa de trabalho até ao Natal, novembro é o mês para procurar. A Black Friday, a Cyber Monday e as compras de dezembro vão pôr quase 4 mil pessoas a trabalhar em Portugal só este mês, segundo uma estimativa da empresa de recursos humanos Randstad feita com dados do INE e do IEFP. A conta, divulgada pelo ECO, divide-se por dois setores: 3.433 contratações no comércio e 511 nos transportes e armazenagem. Somadas dão 3.944. É uma subida de 0,41% no…

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Ilustração de cinco lanternas numa colina ao anoitecer, quatro já acesas e ligadas por um fio de luz pontilhado, e a última ainda apagada
Oportunidades 3 de novembro de 2026

Há 500 mil euros para projetos com jovens até 3 de dezembro, mas só entra quem tiver alguém a receber salário

O programa MULTIPLICA da Fundação Jornada, nascida da JMJ Lisboa 2023, dá entre 10 mil e 30 mil euros a fundo perdido a projetos para jovens dos 15 aos 35 anos. Pelas nossas contas, dá para 16 a 50 projetos. Quem submeter até 12 de novembro recebe sugestões de melhoria. Projetos só com voluntários ficam de fora.

A Fundação Jornada abriu a edição de 2026 do MULTIPLICA, o programa com que apoia projetos dirigidos a jovens. Tem 500 mil euros para distribuir, e cada projeto selecionado recebe entre 10 mil e 30 mil euros, a fundo perdido. O prazo fecha a 3 de dezembro. A fundação nasceu em 2019 para preparar a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa e redesenhou-se em 2024 para financiar projetos juvenis. É de inspiração católica, mas o regulamento é claro: projetos de…

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Ilustração de uma secretária à luz de um candeeiro, com um caderno aberto e uma caneta de aparo, uma prancha de banda desenhada e um livro ilustrado infantil
Oportunidades 2 de novembro de 2026

Estas bolsas pagam 15 mil euros para escrever um livro (e no teatro há nove vezes menos concorrência do que na ficção)

A DGLAB abriu a 2 de novembro 42 bolsas anuais de 15.000 euros: 24 para dramaturgia, ensaio, ficção e poesia e 18 para banda desenhada e literatura infantojuvenil. Candidaturas até às 23h59 de 2 de dezembro. Fizemos as contas à última edição: 155 candidatos por bolsa na ficção, cerca de 17 na dramaturgia.

Há 42 escritores que, daqui a uns meses, vão poder dedicar um ano a um livro com 15 mil euros do Estado no bolso. As candidaturas às bolsas anuais de criação da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas abriram hoje, às 10h00, e fecham às 23h59 de 2 de dezembro. Os avisos publicados em Diário da República são curtos e claros. Pode candidatar-se qualquer pessoa maior de 18 anos, com nacionalidade portuguesa ou residente em Portugal, que…

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Ilustração de um monte alentejano caiado com barra azul, entre sobreiros e searas douradas ao pôr do sol, com um pequeno foguetão a descolar por trás da casa
Oportunidades 1 de novembro de 2026

Tem uma empresa com menos de três anos no Alentejo? Há 2 milhões a fundo perdido até 26 de fevereiro

O aviso ALT2030-2026-57 paga 75% do investimento de micro e pequenas empresas em arranque com base em I&D ou conhecimento. O teto é de 1 milhão por projeto, e duplica para empresas inovadoras. Ou seja, uma só candidatura pode esgotar a dotação inteira.

O programa Alentejo 2030 abriu um concurso de 2 milhões de euros para empresas novas que nasçam de investigação ou de conhecimento a sério. Paga 75% do investimento, a fundo perdido, e aceita candidaturas até 26 de fevereiro de 2027. O pormenor que salta à vista está no próprio aviso ALT2030-2026-57. Cada projeto pode receber até 1 milhão de euros de incentivo, e esse teto duplica para as empresas consideradas inovadoras. Dois milhões é exatamente a…

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Ilustração de um microscópio, um balão de laboratório com líquido verde, um microchip e uma moeda de euro numa bancada, sobre fundo roxo com linhas de circuito
Oportunidades 31 de outubro de 2026

Há 13 milhões para I&D nas PME do Centro ao Algarve. Em Lisboa o apoio fica pela metade

O aviso MPr-2026-11 do Portugal 2030 abriu a 30 de outubro e recebe candidaturas até 30 de dezembro às 18h00. Apoia projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental a partir de 150 mil euros, com taxas até 80% no Centro, Alentejo e Algarve e um teto de 40% na Área Metropolitana de Lisboa.

Abriu esta sexta-feira um novo concurso do Portugal 2030 para empresas que querem fazer investigação a sério: criar um produto, um processo ou um serviço que ainda não existe, ou melhorar muito um que já existe. São 13 milhões de euros de fundos europeus, para micro, pequenas e médias empresas e para as chamadas small mid caps. O prazo é curto para um projeto destes. As candidaturas fecham a 30 de dezembro, às 18h00, no Balcão dos Fundos. O aviso…

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Ilustração de um pequeno carro elétrico amarelo a carregar num posto à porta de um prédio de habitação, com uma etiqueta de preço pendurada no espelho
Oportunidades 30 de outubro de 2026

Tem tarifa social? O novo apoio paga até 12.000 euros de um carro elétrico, mas o IVA fica do seu lado

O Governo anunciou um apoio de até 80% na compra de carros elétricos para quem tem tarifa social ou rendimento abaixo de 11.572 euros anuais, com um teto de 15.000 euros sem IVA e 20.000 carros. Fizemos as contas: no carro mais caro elegível, a família continua a pagar cerca de 6.450 euros.

Já se sabe quem vai poder pedir o novo apoio à compra de carros elétricos. O Ministério do Ambiente e Energia esclareceu esta semana que a ajuda de até 80% anunciada no debate do Orçamento do Estado para 2027 se destina a quem já tem a tarifa social de eletricidade e a quem tenha rendimento abaixo de 11.572 euros por ano, o equivalente a 80% da mediana de referência. A ministra Maria da Graça Carvalho apresentou a medida no Parlamento a 28 de outubro,…

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Ilustração de um edifício universitário americano de tijolo com colunas brancas e torre, árvores de outono, uma mala verde com fita vermelha e um livro aberto no relvado
Oportunidades 30 de outubro de 2026

É professor de Inglês em início de carreira? A Fulbright tem 5 bolsas para ensinar português nos EUA

O programa Fulbright-FLTA leva até cinco jovens professores portugueses para universidades americanas no ano letivo 2027/2028, durante nove meses. A universidade paga as propinas, há bolsa mensal, 1.000 dólares para a viagem e seguro. O prazo foi prolongado até 15 de novembro.

O prazo ia acabar amanhã e foi esticado. A Comissão Fulbright em Portugal prolongou até 15 de novembro as candidaturas à bolsa Fulbright-FLTA, que leva até cinco jovens professores portugueses a passar o ano letivo 2027/2028 numa universidade americana. O trabalho é ensinar a nossa língua. Nos Estados Unidos, o português é tratado como uma "língua crítica", ou seja, considerada relevante para a segurança e a economia do país. Daí haver lugar para quem o…

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Edifício dos Paços do Concelho de Oeiras, a Câmara Municipal que apoia as bolsas, num dia de céu azul
Oportunidades 29 de outubro de 2026

Há 4 bolsas para um gap year de quem vive ou estuda em Oeiras (até 5.000 euros, se for a dois)

A 6.ª edição do Emunicipa-te, da Associação Gap Year Portugal com a Câmara de Oeiras, dá 3.000 euros a quem parte sozinho e 5.000 a quem vai em dupla, para viagens de seis meses a um ano entre janeiro e agosto de 2027. Idades 18-35, morada fiscal ou um ano letivo em Oeiras. Candidaturas até 8 de novembro.

Seis meses a trabalhar numa quinta biológica na Nova Zelândia, um voluntariado no Japão ou um ano a aprender uma língua noutro continente. A Associação Gap Year Portugal tem quatro bolsas do programa Emunicipa-te para quem quer fazer uma pausa assim, e nesta 6.ª edição o município parceiro é Oeiras. Os valores são 3.000 euros para quem vai sozinho e 5.000 para quem vai em dupla, com o melhor amigo, um irmão ou o namorado. Não há candidaturas de três.

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Gráfico de barras com a percentagem das vendas paga pelo aviso MAR2030-2026-31 aos polivalentes a gasóleo dos Açores: 2,33% abaixo de 12 metros, 3,36% entre 12 e 18, 4,96% entre 18 e 24 e 8,53% a partir de 24 metros
Oportunidades 28 de outubro de 2026

Os barcos de pesca dos Açores já podem pedir o apoio ao gasóleo (e a taxa chega aos 8,53% das vendas)

O aviso MAR2030-2026-31 tem 3 milhões de euros para pesca, aquicultura e transformação de pescado nos Açores e fecha às 18h00 de 30 de novembro. Na pesca, o apoio é uma percentagem fixa das vendas de cada barco, de 2,33% num polivalente com menos de 12 metros a 8,53% nos de 24 metros ou mais.

Os operadores de pesca, aquicultura e transformação de pescado dos Açores têm até às 18h00 de 30 de novembro para pedir a compensação pela subida dos combustíveis este ano. O aviso MAR2030-2026-31 abriu esta quarta-feira, com 3 milhões de euros, e as candidaturas entram pelo Balcão dos Fundos. É a versão açoriana de um apoio que o Continente já teve. Em setembro abriu o apoio ao gasóleo da pesca para os barcos do Continente, que fechou a 12 de outubro. As…

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Gráfico Tugadaily: taxa máxima de apoio STEP nas regiões base do Norte, Centro e Alentejo, 60% para pequenas empresas, 50% para médias e 40% para grandes
Oportunidades 27 de outubro de 2026

Vai montar uma fábrica de tecnologia limpa ou biotecnologia? Há 207,95 milhões a fundo perdido até 4 de janeiro

Dois avisos STEP do COMPETE 2030 pagam até 70% de investimentos industriais no Norte, Centro, Alentejo e Algarve, com projetos entre 3 e 25 milhões de euros fora do Algarve. Candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00.

Há dois concursos abertos que pagam a fundo perdido parte da construção de fábricas de tecnologia considerada crítica pela União Europeia. Somados, valem 207,95 milhões de euros e aceitam candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00. São os avisos da Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa (STEP) na vertente de Inovação Produtiva, ou seja, para fabricar, e não para investigar. Abriram a 30 de setembro. O aviso de energia e tecnologias…

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Vista aérea do Caniçal, na Madeira, com o porto de mercadorias, o quebra-mar e os armazéns da zona industrial junto ao mar
Oportunidades 26 de outubro de 2026

Empresas da Madeira podem recuperar até 90% do que pagaram em frete em 2025

O aviso M2030-2026-35 do Madeira 2030 devolve, a fundo perdido, os custos de transporte de mercadorias de quem produz ou transforma bens na região: 90% da despesa (80% na Zona Franca), até 750 mil euros por empresa. Há 5,695 milhões de euros e as candidaturas fecham a 20 de novembro, às 17h00.

Produzir numa ilha sai mais caro, e o frete é a parte da conta que mais se sente. O Madeira 2030 abriu um apoio que devolve parte desse custo: as empresas que produzem ou transformam bens na região podem recuperar até 90% do que gastaram em transporte de mercadorias em 2025, em subvenção que não tem de ser reembolsada. O dinheiro vem do FEDER e o aviso, o M2030-2026-35, tem 5,695 milhões de euros. As candidaturas abriram a 19 de outubro e fecham a 20 de…

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Pauliteiros de Miranda a meio de um salto, com meias de lã às riscas, botas de couro e saias brancas, numa praça de Palaçoulo
Oportunidades 25 de outubro de 2026

Tem um projeto artístico para o interior? A DGARTES dá até 50 mil euros, mas só até 6 de novembro

A segunda edição do programa Arte e Coesão Territorial tem um milhão de euros para projetos entre 25 mil e 50 mil euros, a realizar em 2027 e 2028 em 78 municípios onde há pouca atividade artística profissional. Artes visuais, performativas, de rua, tradicionais e digitais. Candidaturas até 6 de novembro.

Se é artista, coletivo ou estrutura cultural e tem um projeto pensado para fora dos grandes centros, há doze dias para o pôr no papel. A DGARTES abriu a segunda edição do Programa de Apoio em Parceria Arte e Coesão Territorial, com um milhão de euros, e as candidaturas fecham a 6 de novembro, como confirma o comunicado do Governo sobre a nova edição.

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