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O cacilheiro Trafaria Praia, transformado por Joana Vasconcelos na obra que representou Portugal na Bienal de Veneza de 2013, atracado no Tejo com a bandeira portuguesa à popa
Oportunidades 8 de novembro de 2026

Há 1 milhão de euros para levar cultura portuguesa lá para fora em 2027 (mas não para artistas em nome próprio)

O Programa de Apoio à Internacionalização da Cultura Portuguesa 2027 paga até 80% de uma digressão, feira, festival ou residência no estrangeiro, com um teto de 50 mil euros por projeto. Candidaturas no gov.pt até às 23h59 de 4 de janeiro. Só entidades com sede em Portugal e mais de um ano de vida podem concorrer.

Organização
Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC)
Prazo
4 de janeiro de 2027
Candidatar / Saber mais

Uma companhia de teatro convidada para um festival em Avignon, uma editora com bancada na Feira de Frankfurt, um coletivo de design a caminho de uma bienal: é este o tipo de viagem que o Estado quer ajudar a pagar em 2027. O Programa de Apoio à Internacionalização da Cultura Portuguesa 2027 tem 1 milhão de euros e aceita candidaturas no gov.pt até às 23h59 de 4 de janeiro.

O apoio é a fundo perdido e cobre até 80% das despesas elegíveis, com um teto de 50 mil euros por projeto. O resto (pelo menos 20%) sai do bolso de quem concorre, em receitas próprias ou outros apoios.

Quem pode concorrer ao apoio à internacionalização da cultura?

Só pessoas coletivas de direito privado, com sede em Portugal, constituídas há mais de um ano e com atividade cultural num dos códigos de atividade (CAE) da lista. Na prática, entram editoras, livrarias, produtoras de cinema e vídeo, ateliês de arquitetura e de design e associações culturais e recreativas, entre outras.

É aqui que muita gente vai tropeçar. Um artista a título individual não pode candidatar-se, nem com recibos verdes. Quem trabalha sozinho tem de concorrer através de uma associação ou empresa que cumpra as regras. Ficam também de fora as fundações que já recebem financiamento regular da Cultura, as associações formadas só por entidades públicas e as empresas do setor empresarial do Estado.

Que despesas paga o programa?

Tudo o que serve para pôr o projeto lá fora. Inscrições em festivais, feiras e bienais, viagens e alojamento, transporte e seguro de obras e equipamento, vistos, aluguer de salas, tradução, materiais de promoção e a parte dos salários e cachês ligada ao projeto.

Não paga a criação da obra em si, a compra de imóveis ou viaturas, os custos correntes da estrutura, o IVA que se pode recuperar nem o trabalho de preparar a candidatura. As iniciativas têm de acontecer no estrangeiro entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2027.

Quanto dinheiro recebe cada projeto?

Pelas nossas contas, um projeto só chega aos 50 mil euros se custar pelo menos 62.500. Uma digressão de 20 mil euros recebe, no máximo, 16 mil, e a entidade paga os outros 4 mil.

Com 1 milhão no total, o dinheiro chega para 20 projetos se todos levarem o teto. Na realidade serão mais, porque a maioria pede menos. Ainda assim, convém não contar com o apoio antes da decisão: é um concurso, avaliado pela oportunidade concreta, qualidade cultural, potencial de projeção, resultados esperados, capacidade de execução e adequação do orçamento.

O que é preciso ter antes de submeter?

Uma oportunidade confirmada, em papel. O regulamento pede um convite, contrato, confirmação de seleção ou reserva fechada. Intenções e contactos exploratórios não contam. As regras completas estão no Aviso n.º 27192-A/2026/2, de 30 de outubro, e o programa é gerido pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC).

Quem perdeu o apoio Arte e Coesão Territorial, que fechou a 6 de novembro, tem aqui uma segunda porta, pensada para quem já tem um palco à espera no estrangeiro.

Por Miguel Sarmento

Imagem: Pedro Ribeiro Simões / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Fachada amarela da Escola Superior de Educação de Coimbra, com o nome gravado na pedra, uma bandeira verde no mastro e árvores à frente
Oportunidades 7 de novembro de 2026

Quer ser professor? O Estado paga a propina da licenciatura em Educação Básica e do mestrado em Ensino

A bolsa para futuros professores cobre o valor da propina (no privado, até ao teto do público), já foi paga 5.096 vezes e continua em 2026/2027. No mestrado exige nota de entrada de 14 valores. Em troca, o bolseiro tem de concorrer à escola pública nos três anos seguintes. O Orçamento para 2027 reserva 3,1 milhões para abrir mais vagas nestes cursos.

Se está a pensar em dar aulas, há uma conta que fica mais leve. O Estado paga a propina a quem entra numa licenciatura em Educação Básica ou num mestrado em Ensino, os dois cursos que formam professores. Segundo o comunicado do Ministério da Educação sobre as bolsas, a medida já pagou 5.096 bolsas a 3.994 estudantes, num total de 3,6 milhões de euros, e continua em 2026/2027.

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Fachada do edifício da Reitoria da Universidade do Porto, com a fonte dos Leões em primeiro plano
Oportunidades 6 de novembro de 2026

A U.Porto tem 126 bolsas da Caixa para dar até 17 de novembro (e somam-se à bolsa da DGES)

A 3.ª edição das Bolsas Caixa Geral de Depósitos paga 800 euros a quem está em licenciatura ou mestrado integrado e 1.200 euros em mestrado ou doutoramento. Pede média de 12 e rendimento per capita até 25 vezes o IAS, cerca de 13.428 euros por ano. Estudantes internacionais com residência em Portugal também concorrem.

A Universidade do Porto tem 126 bolsas da Caixa Geral de Depósitos com candidaturas abertas até 17 de novembro. São 800 euros para quem está em licenciatura ou mestrado integrado e 1.200 euros para mestrado e doutoramento, pagos de uma vez por transferência. É a terceira edição. Na segunda, em 2025, eram 111 bolsas, por isso este ano há mais 15 (pelas nossas contas, um aumento de 13,5%).

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Pequenos barcos de pesca coloridos, um deles com o nome Deusa da Baía, atracados no porto de Sesimbra, com a encosta e os prédios da vila ao fundo
Oportunidades 5 de novembro de 2026

O apoio ao gasóleo da pesca reabriu. Desta vez é só para os barcos com menos de 12 metros

O aviso MAR2030-2026-33 abriu a 4 de novembro com 3 milhões de euros de dinheiro público para armadores do Continente que só operam embarcações com menos de 12 metros e não concorreram em setembro. O apoio é uma percentagem fixa das vendas, de 1,50% a 6,32% consoante o combustível e a arte, e fecha às 18h00 de 30 de dezembro.

Quem tem um barco de pesca pequeno no Continente e deixou passar o prazo de outubro tem uma segunda oportunidade. O aviso MAR2030-2026-33 abriu esta quarta-feira, 4 de novembro, e aceita candidaturas até às 18h00 de 30 de dezembro, no Balcão dos Fundos. É só para um tipo de armador: o que opera exclusivamente embarcações com menos de 12 metros de comprimento fora a fora (a medida do barco de ponta a ponta). E só para quem não se candidatou ao aviso…

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A fachada dos Armazéns do Chiado, em Lisboa, iluminada à noite com luzes de Natal e uma grande árvore de Natal à entrada
Oportunidades 4 de novembro de 2026

A Black Friday vai pôr quase 4 mil pessoas a trabalhar em novembro. Estes são os lugares que as empresas querem preencher

A Randstad estima 3.433 contratações no comércio e 511 nos transportes e armazenagem só em novembro, com a Black Friday e o Natal a puxar. A Adecco tem mais de 1.500 vagas abertas desde 2 de novembro, sobretudo na Grande Lisboa, no Porto e na Margem Sul. Quem procura, o que se pede e como se candidatar.

Se precisa de trabalho até ao Natal, novembro é o mês para procurar. A Black Friday, a Cyber Monday e as compras de dezembro vão pôr quase 4 mil pessoas a trabalhar em Portugal só este mês, segundo uma estimativa da empresa de recursos humanos Randstad feita com dados do INE e do IEFP. A conta, divulgada pelo ECO, divide-se por dois setores: 3.433 contratações no comércio e 511 nos transportes e armazenagem. Somadas dão 3.944. É uma subida de 0,41% no…

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Ilustração de cinco lanternas numa colina ao anoitecer, quatro já acesas e ligadas por um fio de luz pontilhado, e a última ainda apagada
Oportunidades 3 de novembro de 2026

Há 500 mil euros para projetos com jovens até 3 de dezembro, mas só entra quem tiver alguém a receber salário

O programa MULTIPLICA da Fundação Jornada, nascida da JMJ Lisboa 2023, dá entre 10 mil e 30 mil euros a fundo perdido a projetos para jovens dos 15 aos 35 anos. Pelas nossas contas, dá para 16 a 50 projetos. Quem submeter até 12 de novembro recebe sugestões de melhoria. Projetos só com voluntários ficam de fora.

A Fundação Jornada abriu a edição de 2026 do MULTIPLICA, o programa com que apoia projetos dirigidos a jovens. Tem 500 mil euros para distribuir, e cada projeto selecionado recebe entre 10 mil e 30 mil euros, a fundo perdido. O prazo fecha a 3 de dezembro. A fundação nasceu em 2019 para preparar a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa e redesenhou-se em 2024 para financiar projetos juvenis. É de inspiração católica, mas o regulamento é claro: projetos de…

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Ilustração de uma secretária à luz de um candeeiro, com um caderno aberto e uma caneta de aparo, uma prancha de banda desenhada e um livro ilustrado infantil
Oportunidades 2 de novembro de 2026

Estas bolsas pagam 15 mil euros para escrever um livro (e no teatro há nove vezes menos concorrência do que na ficção)

A DGLAB abriu a 2 de novembro 42 bolsas anuais de 15.000 euros: 24 para dramaturgia, ensaio, ficção e poesia e 18 para banda desenhada e literatura infantojuvenil. Candidaturas até às 23h59 de 2 de dezembro. Fizemos as contas à última edição: 155 candidatos por bolsa na ficção, cerca de 17 na dramaturgia.

Há 42 escritores que, daqui a uns meses, vão poder dedicar um ano a um livro com 15 mil euros do Estado no bolso. As candidaturas às bolsas anuais de criação da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas abriram hoje, às 10h00, e fecham às 23h59 de 2 de dezembro. Os avisos publicados em Diário da República são curtos e claros. Pode candidatar-se qualquer pessoa maior de 18 anos, com nacionalidade portuguesa ou residente em Portugal, que…

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Ilustração de um monte alentejano caiado com barra azul, entre sobreiros e searas douradas ao pôr do sol, com um pequeno foguetão a descolar por trás da casa
Oportunidades 1 de novembro de 2026

Tem uma empresa com menos de três anos no Alentejo? Há 2 milhões a fundo perdido até 26 de fevereiro

O aviso ALT2030-2026-57 paga 75% do investimento de micro e pequenas empresas em arranque com base em I&D ou conhecimento. O teto é de 1 milhão por projeto, e duplica para empresas inovadoras. Ou seja, uma só candidatura pode esgotar a dotação inteira.

O programa Alentejo 2030 abriu um concurso de 2 milhões de euros para empresas novas que nasçam de investigação ou de conhecimento a sério. Paga 75% do investimento, a fundo perdido, e aceita candidaturas até 26 de fevereiro de 2027. O pormenor que salta à vista está no próprio aviso ALT2030-2026-57. Cada projeto pode receber até 1 milhão de euros de incentivo, e esse teto duplica para as empresas consideradas inovadoras. Dois milhões é exatamente a…

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Ilustração de um microscópio, um balão de laboratório com líquido verde, um microchip e uma moeda de euro numa bancada, sobre fundo roxo com linhas de circuito
Oportunidades 31 de outubro de 2026

Há 13 milhões para I&D nas PME do Centro ao Algarve. Em Lisboa o apoio fica pela metade

O aviso MPr-2026-11 do Portugal 2030 abriu a 30 de outubro e recebe candidaturas até 30 de dezembro às 18h00. Apoia projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental a partir de 150 mil euros, com taxas até 80% no Centro, Alentejo e Algarve e um teto de 40% na Área Metropolitana de Lisboa.

Abriu esta sexta-feira um novo concurso do Portugal 2030 para empresas que querem fazer investigação a sério: criar um produto, um processo ou um serviço que ainda não existe, ou melhorar muito um que já existe. São 13 milhões de euros de fundos europeus, para micro, pequenas e médias empresas e para as chamadas small mid caps. O prazo é curto para um projeto destes. As candidaturas fecham a 30 de dezembro, às 18h00, no Balcão dos Fundos. O aviso…

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Ilustração de um pequeno carro elétrico amarelo a carregar num posto à porta de um prédio de habitação, com uma etiqueta de preço pendurada no espelho
Oportunidades 30 de outubro de 2026

Tem tarifa social? O novo apoio paga até 12.000 euros de um carro elétrico, mas o IVA fica do seu lado

O Governo anunciou um apoio de até 80% na compra de carros elétricos para quem tem tarifa social ou rendimento abaixo de 11.572 euros anuais, com um teto de 15.000 euros sem IVA e 20.000 carros. Fizemos as contas: no carro mais caro elegível, a família continua a pagar cerca de 6.450 euros.

Já se sabe quem vai poder pedir o novo apoio à compra de carros elétricos. O Ministério do Ambiente e Energia esclareceu esta semana que a ajuda de até 80% anunciada no debate do Orçamento do Estado para 2027 se destina a quem já tem a tarifa social de eletricidade e a quem tenha rendimento abaixo de 11.572 euros por ano, o equivalente a 80% da mediana de referência. A ministra Maria da Graça Carvalho apresentou a medida no Parlamento a 28 de outubro,…

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Ilustração de um edifício universitário americano de tijolo com colunas brancas e torre, árvores de outono, uma mala verde com fita vermelha e um livro aberto no relvado
Oportunidades 30 de outubro de 2026

É professor de Inglês em início de carreira? A Fulbright tem 5 bolsas para ensinar português nos EUA

O programa Fulbright-FLTA leva até cinco jovens professores portugueses para universidades americanas no ano letivo 2027/2028, durante nove meses. A universidade paga as propinas, há bolsa mensal, 1.000 dólares para a viagem e seguro. O prazo foi prolongado até 15 de novembro.

O prazo ia acabar amanhã e foi esticado. A Comissão Fulbright em Portugal prolongou até 15 de novembro as candidaturas à bolsa Fulbright-FLTA, que leva até cinco jovens professores portugueses a passar o ano letivo 2027/2028 numa universidade americana. O trabalho é ensinar a nossa língua. Nos Estados Unidos, o português é tratado como uma "língua crítica", ou seja, considerada relevante para a segurança e a economia do país. Daí haver lugar para quem o…

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Edifício dos Paços do Concelho de Oeiras, a Câmara Municipal que apoia as bolsas, num dia de céu azul
Oportunidades 29 de outubro de 2026

Há 4 bolsas para um gap year de quem vive ou estuda em Oeiras (até 5.000 euros, se for a dois)

A 6.ª edição do Emunicipa-te, da Associação Gap Year Portugal com a Câmara de Oeiras, dá 3.000 euros a quem parte sozinho e 5.000 a quem vai em dupla, para viagens de seis meses a um ano entre janeiro e agosto de 2027. Idades 18-35, morada fiscal ou um ano letivo em Oeiras. Candidaturas até 8 de novembro.

Seis meses a trabalhar numa quinta biológica na Nova Zelândia, um voluntariado no Japão ou um ano a aprender uma língua noutro continente. A Associação Gap Year Portugal tem quatro bolsas do programa Emunicipa-te para quem quer fazer uma pausa assim, e nesta 6.ª edição o município parceiro é Oeiras. Os valores são 3.000 euros para quem vai sozinho e 5.000 para quem vai em dupla, com o melhor amigo, um irmão ou o namorado. Não há candidaturas de três.

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Gráfico de barras com a percentagem das vendas paga pelo aviso MAR2030-2026-31 aos polivalentes a gasóleo dos Açores: 2,33% abaixo de 12 metros, 3,36% entre 12 e 18, 4,96% entre 18 e 24 e 8,53% a partir de 24 metros
Oportunidades 28 de outubro de 2026

Os barcos de pesca dos Açores já podem pedir o apoio ao gasóleo (e a taxa chega aos 8,53% das vendas)

O aviso MAR2030-2026-31 tem 3 milhões de euros para pesca, aquicultura e transformação de pescado nos Açores e fecha às 18h00 de 30 de novembro. Na pesca, o apoio é uma percentagem fixa das vendas de cada barco, de 2,33% num polivalente com menos de 12 metros a 8,53% nos de 24 metros ou mais.

Os operadores de pesca, aquicultura e transformação de pescado dos Açores têm até às 18h00 de 30 de novembro para pedir a compensação pela subida dos combustíveis este ano. O aviso MAR2030-2026-31 abriu esta quarta-feira, com 3 milhões de euros, e as candidaturas entram pelo Balcão dos Fundos. É a versão açoriana de um apoio que o Continente já teve. Em setembro abriu o apoio ao gasóleo da pesca para os barcos do Continente, que fechou a 12 de outubro. As…

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Gráfico Tugadaily: taxa máxima de apoio STEP nas regiões base do Norte, Centro e Alentejo, 60% para pequenas empresas, 50% para médias e 40% para grandes
Oportunidades 27 de outubro de 2026

Vai montar uma fábrica de tecnologia limpa ou biotecnologia? Há 207,95 milhões a fundo perdido até 4 de janeiro

Dois avisos STEP do COMPETE 2030 pagam até 70% de investimentos industriais no Norte, Centro, Alentejo e Algarve, com projetos entre 3 e 25 milhões de euros fora do Algarve. Candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00.

Há dois concursos abertos que pagam a fundo perdido parte da construção de fábricas de tecnologia considerada crítica pela União Europeia. Somados, valem 207,95 milhões de euros e aceitam candidaturas até 4 de janeiro de 2027, às 17h00. São os avisos da Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa (STEP) na vertente de Inovação Produtiva, ou seja, para fabricar, e não para investigar. Abriram a 30 de setembro. O aviso de energia e tecnologias…

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Vista aérea do Caniçal, na Madeira, com o porto de mercadorias, o quebra-mar e os armazéns da zona industrial junto ao mar
Oportunidades 26 de outubro de 2026

Empresas da Madeira podem recuperar até 90% do que pagaram em frete em 2025

O aviso M2030-2026-35 do Madeira 2030 devolve, a fundo perdido, os custos de transporte de mercadorias de quem produz ou transforma bens na região: 90% da despesa (80% na Zona Franca), até 750 mil euros por empresa. Há 5,695 milhões de euros e as candidaturas fecham a 20 de novembro, às 17h00.

Produzir numa ilha sai mais caro, e o frete é a parte da conta que mais se sente. O Madeira 2030 abriu um apoio que devolve parte desse custo: as empresas que produzem ou transformam bens na região podem recuperar até 90% do que gastaram em transporte de mercadorias em 2025, em subvenção que não tem de ser reembolsada. O dinheiro vem do FEDER e o aviso, o M2030-2026-35, tem 5,695 milhões de euros. As candidaturas abriram a 19 de outubro e fecham a 20 de…

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