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Pessoa a desenhar à mão um esboço sobre papel numa mesa de trabalho
Oportunidades 26 de julho de 2026

O Fundo PME devolve até 2.250 euros em propriedade industrial, mas as marcas e desenhos já esgotaram

O Fundo PME 2026 da EUIPO reembolsava 75% a 90% das despesas com marcas, desenhos, patentes e pré-diagnóstico. Desde 8 de setembro só continuam abertas as patentes e as variedades vegetais, até 4 de dezembro.

Prazo
4 de dezembro de 2026
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Atualização de 8 de setembro de 2026: o EUIPO fechou as candidaturas ao IP Scan e ao registo de marcas e desenhos por esgotamento da verba. Só continuam abertas as patentes e as variedades vegetais. Os valores em baixo descrevem o apoio tal como foi anunciado em fevereiro; o que resta está aqui.

Se tens uma PME e andas a adiar o registo da marca porque custa dinheiro, o Estado europeu paga-te a maior parte da fatura. O Fundo PME de 2026, gerido pelo Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia, reembolsava entre 75% e 90% das despesas com proteção de propriedade industrial, com prazo formal até 4 de dezembro de 2026 — ou até a verba de cada modalidade acabar, que é o que aconteceu às marcas e aos desenhos a 8 de setembro. Quem chega agora só encontra abertas as patentes e as variedades vegetais.

Quanto é que o Fundo PME devolve?

Depende do que estás a proteger, e em Portugal os valores são estes. O pré-diagnóstico de propriedade industrial, o chamado IP Scan, e os serviços de IP Scan Enforcement têm o apoio mais generoso: 90% da despesa, até 1.260 euros. Marcas e desenhos ou modelos ficam nos 75%, até 700 euros. Patentes nacionais e pesquisas ao estado da arte também nos 75%, até 1.000 euros. Somando as modalidades, uma empresa pode encaixar até cerca de 2.250 euros de reembolso no mesmo ano.

Quem se pode candidatar ao Fundo PME?

Qualquer pequena ou média empresa estabelecida na União Europeia, o que em Portugal abrange a esmagadora maioria do tecido empresarial. Não é preciso ser tecnológica nem ter departamento jurídico: uma pastelaria que quer registar o nome, um atelier que quer proteger um desenho, uma agrícola a registar uma variedade vegetal — todos cabem.

Como funciona o processo?

Primeiro candidatas-te e recebes o vale, depois pagas o serviço e pedes o reembolso. Não é dinheiro adiantado, é despesa devolvida, por isso convém ter a tesouraria preparada para o intervalo. O IP Scan é o passo que mais gente ignora e que mais vale a pena: é uma auditoria a sério ao que a empresa tem de protegível, feita por um especialista, e evita registar a coisa errada com pressa.

Até quando há candidaturas?

Até 4 de dezembro de 2026, com a ressalva importante de que cada modalidade fecha assim que a dotação acabar. Nas edições anteriores algumas linhas esgotaram muito antes do prazo formal, por isso quem espera por novembro arrisca-se a chegar à porta fechada. As condições completas e o formulário estão no aviso oficial do IAPMEI.

Se andas a mapear apoios este verão, guarda também o StartUP Voucher, que paga 900 euros por mês a jovens fundadores e fecha bem mais cedo, a 25 de agosto.

Perguntas rápidas

O reembolso é automático?

Não. Tens de te candidatar ao vale primeiro, antes de fazer a despesa, e só depois pedir o reembolso com o comprovativo.

Posso acumular várias modalidades?

Sim. As modalidades são independentes, e é isso que permite chegar ao valor máximo somado.

Serve para marcas registadas fora da UE?

O apoio cobre registos nacionais, da UE e, em parte, internacionais — mas as regras variam por modalidade, e é isso que o aviso oficial detalha.

Por Miguel Sarmento

Imagem ilustrativa · Foto: cottonbro studio / Pexels

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Oportunidades 2 de setembro de 2026

O apoio aos custos agrícolas já passou por Bruxelas (e paga 28 euros por hectare de regadio)

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Gráfico de barras das vagas sobrantes da 1.ª fase por área de estudo: engenharia 1.997, ciências empresariais 676, serviços pessoais 629, agricultura e pescas 406, informática 383
Oportunidades 1 de setembro de 2026

Quantas vagas há mesmo na 2.ª fase do superior? A conta só fecha hoje

As 6.639 vagas sobrantes não são o total. A DGES publica hoje os lugares da 1.ª fase que ficaram por ocupar, e só depois disso é que o concurso tem números finais. Há prazo até 20 de setembro.

Toda a gente escreveu o mesmo número: 6.639 vagas para a 2.ª fase. É verdade, e está incompleto. A própria nota da DGES explica que ao concurso de setembro vão também os lugares que foram atribuídos em agosto mas em que ninguém chegou a fazer a matrícula — e diz que esses só são divulgados hoje, 1 de setembro, no site da instituição. Ou seja: quem está a decidir se concorre esteve a semana passada a olhar para um número que ainda vai crescer. E, publicada…

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Oportunidades 29 de agosto de 2026

O seu prémio pode chegar isento de IRS. Depende de a empresa ter aumentado salários

Até 6% da retribuição base anual fica fora do IRS e da Segurança Social em 2026. O tecto conta 14 meses, não 12 — e o desconto é feito na mesma no mês em que o prémio é pago.

Se receber um prémio de produtividade este ano, há uma boa hipótese de ele não pagar IRS. E há uma condição que não depende de si. A regra é esta: até 6% da retribuição base anual, os prémios de produtividade, de desempenho, as participações nos lucros e as gratificações de balanço ficam isentos de IRS e ficam fora da base de incidência da Segurança Social, desde que sejam pagos de forma voluntária e sem carácter regular. A parte que passe dos 6% é…

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Gráfico de barras com a percentagem do valor programado já colocado a concurso por programa regional do Portugal 2030: Lisboa 102%, Norte 93%, Centro 87%, Algarve 81%, Alentejo 71%, Açores 69%, Madeira 60%
Oportunidades 27 de agosto de 2026

Onde está o dinheiro do Portugal 2030 que ainda não foi a concurso? Nas ilhas

O portal Mais Transparência mostra 20,5 dos 23 mil milhões já colocados a concurso em 1.467 avisos. A Madeira vai em 59,57% do programado e os Açores em 68,95%, contra 101,83% em Lisboa.

Há uma pergunta que ninguém faz quando sai mais um aviso de candidaturas: quanto é que já saiu, ao todo, e quanto é que falta. O portal Mais Transparência responde, e a resposta é mais interessante do que parece. Dos 23 mil milhões de euros programados no Portugal 2030, 20,5 mil milhões já foram colocados a concurso, repartidos por 1.467 avisos publicados. Sobram, portanto, cerca de 2,5 mil milhões que ainda não chegaram a um formulário de candidatura. Os…

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Imagem de satélite Copernicus Sentinel-2 da costa portuguesa a 31 de janeiro de 2026, com sedimentos no mar e zonas inundadas assinaladas depois da tempestade Kristin
Oportunidades 26 de agosto de 2026

Fez horas a mais na resposta à Kristin? O regime excecional passa a cobrir os cinco meses inteiros

O Conselho de Ministros aprovou um decreto-lei que estende o regime excecional de trabalho suplementar a todo o período de calamidade da tempestade Kristin, de 28 de janeiro a 28 de junho, e uniformiza o tratamento entre administração central, local e setor empresarial do Estado.

Quem passou noites de janeiro a desentupir sarjetas, a abrir estradas ou a atender chamadas numa câmara municipal a meio das cheias trabalhou muito para lá do horário. A pergunta que ficou pendente durante meses foi como é que essas horas seriam pagas — e, sobretudo, se seriam pagas da mesma maneira consoante o crachá que a pessoa tinha ao peito. O Conselho de Ministros respondeu a 20 de agosto. Foi aprovado um decreto-lei que altera o regime aplicável ao…

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Bandeira da Austrália
Oportunidades 25 de agosto de 2026

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Quem andava a preparar um ano na Austrália teve uma surpresa desagradável esta semana. O visto Work and Holiday para cidadãos portugueses aparece agora como paused no site do Departamento do Interior australiano. Portugal é um de 24 países cujo subclass 462 foi colocado em pausa, estatuto que consta da página oficial dos limites por país. A embaixada australiana em Lisboa confirmou-o e recordou o número que explica quase tudo: a quota anual para…

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Gráfico Tugadaily com a percentagem de empregadores que não consegue preencher vagas por região: Centro 88, Grande Porto 83, Norte e Sul 81, Grande Lisboa 79
Oportunidades 25 de agosto de 2026

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No estudo Escassez de Talento 2026 da ManpowerGroup, 88% dos empregadores do Centro dizem não conseguir preencher vagas, contra 79% na Grande Lisboa. A média nacional é de 82%, a quinta mais alta do mundo.

Quem procura emprego costuma assumir que as oportunidades estão todas em Lisboa. Os números dos empregadores dizem quase o contrário. É no Centro do país que as empresas mais se queixam de não encontrar quem contratar, e a diferença para a capital é de nove pontos. Os dados vêm do estudo Escassez de Talento 2026 da ManpowerGroup, feito a partir de um inquérito a mais de 39 mil empregadores em 41 países. No Centro, 88% das organizações dizem ter…

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