A Apple já marcou o evento do iPhone para 9 de setembro (e é o primeiro de John Ternus como CEO)
O convite chegou a 26 de agosto com o mote Surprise and Shine. A apresentação é no Steve Jobs Theater, às 18h de Lisboa, e será a estreia de Ternus no palco depois de suceder a Tim Cook a 1 de setembro.
A data saiu do calendário dos rumores e passou para o calendário a sério: a Apple marcou a apresentação de setembro para o dia 9, uma quarta-feira, às 10h da manhã na Califórnia. Em Lisboa isso dá seis da tarde, o que para variar é uma hora civilizada para acompanhar um evento destes.
O mote no convite é Surprise and Shine. O local é o Steve Jobs Theater, em Apple Park, e há transmissão em direto no site da Apple, na app Apple TV e no YouTube.
O que muda em relação aos outros anos
O detalhe que distingue esta apresentação das dez anteriores não está no hardware. A 1 de setembro, oito dias antes, John Ternus sucede a Tim Cook como diretor executivo, e espera-se que seja ele a abrir a keynote. Escrevemos sobre essa transição quando a Apple a anunciou: Cook fica como presidente do conselho de administração, Ternus assume a operação.
Ternus vem da engenharia de hardware, não do marketing nem das operações, e é a primeira vez em quase três décadas que a empresa entrega a apresentação de setembro a alguém que não passou por uma dessas duas escolas. Se isso se nota na forma como o evento é conduzido, saber-se-á daqui a dez dias.
O que se espera ver
Aqui convém separar o confirmado do previsto. A Apple confirmou a data, o local e a transmissão. Não confirmou um único produto.
O que a imprensa especializada aponta é uma gama iPhone 18 Pro e Pro Max, e um modelo dobrável que várias publicações tratam por iPhone Ultra. O iPhone 18 base, esse, terá ficado para a primavera de 2027, o que seria uma mudança de cadência com algum peso: durante anos a Apple concentrou toda a linha em setembro. Nada disto é oficial até alguém subir ao palco e dizê-lo.
Se anda a pensar em atualizar, a decisão que provavelmente lhe interessa mais não é qual o modelo, mas que assistente de inteligência artificial vai ficar a viver no telefone — e essa discussão já vem de trás.
Por Oliver Grant
Imagem: Justin Ormont / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)