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Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia, que assinou a portaria do desconto do ISP
Negócios 14 de setembro de 2026

São 9,8 cêntimos por litro. É o que o Estado deixa de cobrar no gasóleo a partir de hoje

A portaria publicada na sexta-feira fixa o desconto do ISP em 97,58 euros por mil litros no gasóleo e 65,92 na gasolina, em vigor desde esta segunda-feira. Não é um corte de imposto: é a devolução do IVA a mais que o Estado cobra quando os preços sobem.

Quem atestar o depósito esta semana está a pagar menos imposto do que pagava na passada, e a diferença é maior do que parece. A portaria assinada na sexta-feira pela ministra do Ambiente e Energia e pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais fixa o desconto extraordinário do ISP em 97,58 euros por cada mil litros de gasóleo rodoviário e 65,92 euros por cada mil litros de gasolina sem chumbo. Convertido para a unidade que aparece no display da bomba: 9,8 cêntimos no gasóleo, 6,6 na gasolina.

Na semana anterior eram 71,63 e 51,62 euros. Ou seja, o apoio subiu cerca de 2,6 cêntimos por litro no gasóleo e 1,4 na gasolina, e entrou em vigor esta segunda-feira, 14 de setembro.

Isto não é um corte de imposto

Vale a pena ler o preâmbulo da portaria, porque diz uma coisa que raramente aparece nas notícias: o desconto corresponde “à devolução da receita fiscal adicional de IVA”. O IVA dos combustíveis é uma percentagem, incide sobre um preço que já inclui o ISP, e portanto sobe automaticamente quando o barril sobe. O mecanismo devolve essa parte. Não devolve mais do que isso.

A condição é igualmente explícita e igualmente pouco citada: o desconto só existe nas semanas em que o preço ultrapassa em mais de 10 cêntimos o valor médio da semana de 2 a 6 de março de 2026 — a semana anterior ao ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao Irão. Desde esse marco, o gasóleo acumula uma subida de cerca de 47 cêntimos por litro e a gasolina de 39. É por isso que o desconto continua a existir e é por isso que sobe: não porque o Governo tenha decidido aliviar mais, mas porque a distância à referência de março aumentou.

O detalhe que confunde toda a gente

Esta semana espera-se que o gasóleo suba e a gasolina desça. Mesmo assim o desconto subiu nos dois. Parece contraditório e não é: a referência não é a semana passada, é março. Enquanto a gasolina estiver mais de dez cêntimos acima do preço de março, há devolução — mesmo numa semana em que o preço está a cair.

Sobre a semana que agora acaba, a diferença entre o que se anunciou e o que aconteceu foi grande. O Automóvel Club de Portugal chegou a estimar subidas de 15 cêntimos no gasóleo e 12 na gasolina; o que se verificou foram 7,5 e 8 cêntimos — ainda assim a maior subida da gasolina em mais de três anos. Já tínhamos contado como os preços bateram recordes no início de setembro e como o Governo estendeu o apoio de 10 cêntimos ao gasóleo agrícola até dezembro, que é um mecanismo diferente deste e soma-se a ele para quem trabalha a terra.

A pergunta que fica para a próxima portaria é simples de formular e difícil de responder: o Brent fechou a semana a subir cerca de 10%, a maior subida desde 17 de julho, mas caiu quase 3% na sexta-feira com a notícia de conversações entre o Irão e os países do Golfo em Omã. Se essas conversas correrem bem, a referência de março aproxima-se, o desconto encolhe — e a fatura no posto pode até assim descer. É o mecanismo a funcionar ao contrário, e vai acontecer sem ninguém anunciar nada.

Por Beatriz Mota

Imagem: Maria Graça Carvalho / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Edifício de escritórios cinzento com fachada de vidro verde e o logótipo vermelho da Live Nation no topo, numa rua de Beverly Hills
Negócios 6 de novembro de 2026

A Live Nation levou 61 milhões de pessoas a concertos em três meses (e faturou 10,1 mil milhões de dólares)

A maior promotora de espetáculos do mundo, que em Portugal vende os bilhetes dos U2 na Luz, fechou o terceiro trimestre com receitas de 10.105 milhões de dólares, mais 19%. O público cresceu na mesma proporção e as vendas para 2027 já sobem dois dígitos.

A Live Nation, a maior promotora de concertos do mundo e dona da Ticketmaster, teve o trimestre mais forte de que há registo. Entre julho e setembro, a empresa vendeu espetáculos a 61 milhões de pessoas e faturou 10.105 milhões de dólares, mais 19% do que um ano antes, segundo o comunicado de resultados entregue ao regulador norte-americano na quinta-feira. O resultado operacional subiu 13%, para 892 milhões. Os concertos, o grosso do negócio, renderam…

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Retrato oficial da deputada Miatta Fahnbulleh, ministra da Energia do Reino Unido, sobre fundo cinzento
Negócios 5 de novembro de 2026

Vive no Reino Unido? A nova lei da energia acaba com a taxa fixa do gás e fecha o Mar do Norte a novos poços

O Energy Independence Bill, apresentado ao Parlamento a 4 de novembro, proíbe novas licenças para explorar campos de petróleo e gás ainda por descobrir e abre caminho ao fim da taxa diária do gás, que cerca de 60% dos clientes deixam de pagar com uma poupança média de 45 libras por ano.

O Governo britânico apresentou esta quarta-feira ao Parlamento uma lei que mexe ao mesmo tempo na fatura de casa e no futuro do petróleo. O Energy Independence Bill proíbe novas licenças para explorar campos de petróleo e gás ainda por descobrir no Mar do Norte e prepara o fim da taxa fixa diária do gás. A ministra da Energia, Miatta Fahnbulleh, apresentou-a como um primeiro passo para arrumar um sistema que deixa as famílias expostas a choques de preços…

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Um Fiat Pandina 1.0 Hybrid amarelo, de 2026, estacionado de perfil numa rua
Negócios 4 de novembro de 2026

A Stellantis tem um chip em falta. O Fiat Pandina pode parar até dezembro

Falta um componente eletrónico da unidade de controlo do motor, de um único fornecedor. As fábricas italianas de Pomigliano (Pandina) e Mirafiori (500) podem parar em novembro e dezembro, e a de motores de Termoli também está em risco. A Stellantis fala em perturbação 'significativa'.

Falta uma peça pequena e a Fiat sente-o nas fábricas grandes. A Stellantis admitiu que a escassez de um componente eletrónico usado na unidade de controlo do motor (o computador que gere o motor do carro) está a causar uma perturbação "significativa" na produção de alguns Fiat em Itália, e que o problema pode arrastar-se por novembro e dezembro. O modelo mais afetado é o Pandina, a versão atualizada do Panda e um dos carros pequenos mais vendidos da…

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John Ternus, ao centro, de braços cruzados, conversa com Tim Cook e Roberta Metsola numa varanda envidraçada do Apple Park, com árvores ao fundo
Negócios 3 de novembro de 2026

A Apple de John Ternus fechou o ano com 479 mil milhões de dólares (e foi a China que mais cresceu)

No trimestre terminado a 26 de setembro, o primeiro completo com John Ternus como CEO, a Apple faturou 114,5 mil milhões de dólares (+11,7%) e lucrou 30,7 mil milhões. O iPhone rendeu 57,6 mil milhões, metade de tudo. Pelas contas da própria Apple, a Grande China cresceu 21%, mais do que as Américas (10,2%) e a Europa (11,5%).

A Apple faturou 114,5 mil milhões de dólares entre julho e setembro, mais 11,7% do que um ano antes, e lucrou 30,7 mil milhões. Foi o primeiro trimestre completo com John Ternus na cadeira de CEO, que ocupa desde 1 de setembro, quando Tim Cook passou a presidente do conselho. Com estes números, o ano fiscal de 2026 fecha em 479 mil milhões de dólares, o melhor da história da empresa, segundo o comunicado de resultados da Apple.

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Ilustração de um sapato de pele castanho pousado numa bancada de trabalho debaixo de um candeeiro, numa nave fabril com telhado em dente de serra, máquinas paradas e passadeira vazia
Negócios 2 de novembro de 2026

A Ecco vai fechar a fábrica de Santa Maria da Feira. São 632 trabalhadores

A dinamarquesa Ecco anunciou esta segunda-feira o encerramento total e definitivo da fábrica de calçado de São João de Ver, aberta em 1984 e a primeira do grupo fora da Dinamarca. A produção já estava parada. A decisão faz parte de uma reorganização global que fecha também a unidade do Vietname.

A Ecco vai fechar a fábrica de calçado de São João de Ver, em Santa Maria da Feira, e despedir os 632 trabalhadores que lá tem. A notícia foi dada esta segunda-feira de manhã, numa reunião com a maioria do pessoal, quando a produção já estava suspensa. A empresa dinamarquesa diz que vai iniciar o procedimento legal para o "encerramento total e definitivo" da atividade. Não deu uma data final: segundo os trabalhadores, o fecho será progressivo e parte da…

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Ilustração de uma caravela de velas brancas com a cruz da Ordem de Cristo a navegar ao pôr do sol, enquanto uma corrente partida e uma bola de ferro se afundam no mar
Negócios 2 de novembro de 2026

Portugal vai pagar mais 5 mil milhões do resgate antes do prazo, em duas tranches até 2027

O FEEF autorizou Portugal a reembolsar antecipadamente até 2,4 mil milhões de euros do empréstimo do MEEF até ao fim de 2026 e mais 2,6 mil milhões até ao fim de 2027, sem ter de pagar em paralelo a parte proporcional dos empréstimos do FEEF. Somado aos 2,5 mil milhões de dezembro de 2025, são 7,5 mil milhões devolvidos mais cedo ao mecanismo europeu.

Portugal tem luz verde para devolver mais cinco mil milhões de euros do empréstimo da troika antes do prazo. O conselho de administração do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) autorizou, a 30 de outubro, reembolsos antecipados ao Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF) de até 2,4 mil milhões até ao fim de 2026 e de até mais 2,6 mil milhões até ao fim de 2027, segundo o comunicado do Mecanismo Europeu de Estabilidade.

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Barras de ouro
Negócios 1 de novembro de 2026

Mercados em acompanhamento: ouro, Fed, petróleo e bolsas

O nosso acompanhamento contínuo dos mercados que mexem com as poupanças em Portugal — ouro, decisões da Fed e do BCE, petróleo e bolsas. Atualizado a cada novidade.

Este é o nosso acompanhamento contínuo dos mercados que mexem com as poupanças em Portugal. Em vez de um artigo novo por cada oscilação, atualizamos esta página sempre que há algo que interessa: ouro, decisões da Reserva Federal e do Banco Central Europeu, petróleo e as principais bolsas. Para o contexto de fundo sobre a economia portuguesa, veja o nosso balanço de meio de ano. Os dados oficiais estão no Banco de Portugal.

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Portátil aberto numa secretária de madeira com o logótipo da Binance em fundo amarelo no ecrã, ao lado de um relógio e de um telemóvel
Negócios 30 de outubro de 2026

A Binance foi assaltada em 6,3 mil milhões de dólares. A porta de entrada foi o portátil de um engenheiro

A maior bolsa de criptomoedas do mundo confirmou o maior roubo de sempre no setor, a 29 de outubro, e suspendeu levantamentos em várias redes. Cerca de 3 mil milhões foram congelados, a empresa diz que cobre as perdas com o fundo SAFU e empresas de análise apontam para a Coreia do Norte.

A Binance, a maior bolsa de criptomoedas do mundo, perdeu cerca de 6,3 mil milhões de dólares num ataque informático na quinta-feira, 29 de outubro. É o maior roubo de que há registo no setor, mais de quatro vezes o anterior recorde, os cerca de 1,5 mil milhões levados à Bybit em fevereiro de 2025. A estimativa está no anúncio oficial da própria Binance, que suspendeu os levantamentos em várias redes enquanto investiga.

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Christine Lagarde, de óculos e lenço ao pescoço, durante o Diálogo Monetário no Parlamento Europeu em março de 2025
Negócios 29 de outubro de 2026

Christine Lagarde deixa o BCE a 7 de fevereiro, nove meses antes do fim do mandato

A presidente do Banco Central Europeu comunicou esta quinta-feira ao Conselho do BCE e a António Costa que sai a 7 de fevereiro de 2027. O mandato de oito anos só terminava a 31 de outubro de 2027. O sucessor é escolhido pelo Conselho Europeu, que Costa diz pôr a trabalhar já hoje.

Christine Lagarde vai deixar a presidência do Banco Central Europeu a 7 de fevereiro de 2027. Comunicou-o esta quinta-feira ao Conselho do BCE e ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o banco confirmou a data num comunicado de três parágrafos, que termina com uma ovação de pé dos governadores. A saída é antecipada. O mandato de oito anos começou a 1 de novembro de 2019 e só acabava a 31 de outubro de 2027.

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Embalagem laranja de um cartão SIM da Jio com o logótipo e a frase Digital Life
Negócios 28 de outubro de 2026

A Jio estreou-se na bolsa 21% acima do preço da oferta (a fila dos fundos pagou)

As ações da Jio Platforms, a operadora de Mukesh Ambani, abriram esta quarta-feira a 1.358 rupias na NSE e na BSE, contra 1.119 rupias na oferta pública. É um prémio de 21,36% à abertura, e o dia fechou ainda mais alto, a 1.419 rupias (mais 26,8%), depois da entrada em bolsa mais disputada de sempre na Índia.

A Jio Platforms começou esta quarta-feira a negociar nas bolsas de Bombaim e as ações abriram a 1.358 rupias, tanto na NSE como na BSE. Na oferta pública tinham sido vendidas a 1.119 rupias, o topo do intervalo. São mais 21,36% logo no primeiro minuto. Para quem comprou na oferta, foi dinheiro rápido. Para a Reliance de Mukesh Ambani, dona da operadora, é a confirmação de que a procura recorde não era só barulho. Quando a oferta fechou, na sexta-feira, a…

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Quatro trabalhadores da Galp de fato-macaco escuro e capacete branco caminham em direção às colunas e chaminés da refinaria de Sines
Negócios 27 de outubro de 2026

A Galp lucrou 682 milhões no verão. Pelas contas oficiais, foram 201

O resultado líquido ajustado (RCA) da Galp subiu 68% no terceiro trimestre, para 682 milhões de euros, com a refinação e o Brasil a puxar. Em IFRS, o lucro caiu 24% para 201 milhões, depois de 453 milhões em perdas, sobretudo por reavaliar derivados ainda por liquidar.

Há dois números para o mesmo trimestre da Galp, e estão longe um do outro. O que a empresa destaca é o resultado líquido ajustado, a que chama RCA: 682 milhões de euros entre julho e setembro, mais 68% do que os 407 milhões de há um ano. O outro é o lucro calculado pelas normas contabilísticas internacionais (IFRS), o que vai para as contas oficiais: 201 milhões, menos 24% do que os 264 milhões do terceiro trimestre de 2025. Os dois estão no relatório de…

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Gráfico de barras da Tugadaily: perda líquida de 80,7, variação das notas convertíveis de 72,4, receita de 16,3 e perda operacional de 0,7 mil milhões de dólares no 1.º semestre de 2026
Negócios 26 de outubro de 2026

A Anthropic perdeu 80,7 mil milhões de dólares num semestre (e 72,4 são contabilidade)

A dona do Claude entregou na SEC o pedido de entrada em bolsa, na Nasdaq, com o símbolo ANT. O prospeto mostra receitas de 16,3 mil milhões de dólares no 1.º semestre e uma perda líquida de 80,7 mil milhões, quase toda explicada pela reavaliação de notas convertíveis. A perda operacional foi de 693 milhões.

A Anthropic, a empresa que faz o assistente Claude, pediu esta segunda-feira para entrar em bolsa. As ações vão ser negociadas na Nasdaq com o símbolo ANT, e a operação é liderada pelo Goldman Sachs e pelo Morgan Stanley. Quantas ações e a que preço, ainda ninguém sabe: o comunicado da empresa deixa os dois números em branco. O que já se sabe está no prospeto. E há um número que salta à vista. No primeiro semestre de 2026, a Anthropic registou uma perda…

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À esquerda, a Torre Galp, que resta da antiga refinaria no Parque das Nações, em Lisboa; à direita, a sede da Moeve em Madrid, com o logótipo na fachada
Negócios 26 de outubro de 2026

Galp e Moeve desistem de juntar refinarias e postos de combustível na Península Ibérica

Dez meses depois do acordo não vinculativo de janeiro, a Galp comunicou ao mercado que as negociações com os acionistas da Moeve (Mubadala e Carlyle) terminaram sem acordo. A refinaria de Sines e a rede de postos ficam como estavam.

Afinal, as refinarias e os postos da Galp não se vão juntar aos da Moeve. A empresa portuguesa anunciou esta segunda-feira, 26 de outubro, que as conversas com a espanhola Moeve para fundir os negócios de refinação e de venda de combustíveis terminaram sem qualquer acordo, depois daquilo a que a empresa chama "negociações extensas".

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Gráfico de barras com a procura na oferta da Jio: institucionais 70,55 vezes, não institucionais 14 vezes, particulares 2,72 vezes, total 22,19 vezes
Negócios 26 de outubro de 2026

Esta entrada em bolsa atraiu 77 mil milhões de dólares em pedidos (para 3,2 mil milhões em ações)

A Jio Platforms, a operadora de telecomunicações de Mukesh Ambani, fechou a oferta pública na sexta-feira coberta 22,19 vezes, a maior procura de sempre numa estreia na bolsa indiana. Os institucionais pediram 70 vezes o que havia. As ações começam a negociar na quarta-feira, 28 de outubro.

A Jio Platforms queria vender cerca de 302 mil milhões de rupias em ações (30.213 crore, na contagem indiana), perto de 3,2 mil milhões de dólares. Quando a oferta fechou, na sexta-feira, tinha recebido pedidos de 7,4 biliões de rupias, qualquer coisa como 77 mil milhões de dólares. Nunca uma entrada em bolsa na Índia tinha sido tão disputada. A operadora de telecomunicações do grupo Reliance, de Mukesh Ambani, ficou coberta 22,19 vezes. Houve 1,39 crore…

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