O Barack Obama vem a Lisboa a 10 de outubro e os bilhetes custam entre 39 e 250 euros
Barack Obama é o nome principal da sexta edição do Game Changers Forum, marcada para 10 de outubro no MEO Arena, em Lisboa. A sessão com o antigo presidente norte-americano é o cartaz de um evento com mais de 30 oradores.
Marque na agenda quem gosta destas coisas: a 10 de outubro, Barack Obama vai estar em cima de um palco em Lisboa a falar de liderança.
Onde é e quanto custa ver o Obama em Lisboa?
É no MEO Arena, no Parque das Nações, na sexta edição do Game Changers Forum. A sessão chama-se “A Conversation with President Barack Obama” e é o cartaz de um dia com mais de 30 oradores no palco principal, à volta de liderança, resiliência e o peso das relações humanas em qualquer projeto que queira mudar alguma coisa.
Os bilhetes já estão à venda e vão dos 39 aos 250 euros, consoante a zona da sala. Não é barato, mas também não é o preço de tribuna que se costuma pedir para ver um antigo presidente dos Estados Unidos, e a organização conta encher uma casa que leva mais de 20 mil pessoas em configuração de espetáculo.
Não é a primeira vez que Obama vem a Portugal?
Não. Esteve em Lisboa em 2010, ainda na Casa Branca, para a cimeira da NATO, e voltou em 2018, já como ex-presidente, para uma conferência no Porto sobre alterações climáticas. Desde que saiu da presidência, tornou-se uma das figuras mais requisitadas do circuito internacional de conferências, ao lado do trabalho da fundação que criou com Michelle Obama, a Obama Foundation.
O que se espera dele em Lisboa não é política americana em direto — nestes eventos costuma ficar-se pelo registo de conversa, com histórias da Casa Branca e conselhos sobre decidir com pouca informação e muito barulho à volta. Mas a data ajuda: outubro é mês de vésperas eleitorais nos Estados Unidos, e não há forma de o assunto não aparecer na sala.
Para Lisboa, é mais um nome grande a somar a um ano em que o país tem andado no radar internacional por razões variadas, do turismo aos investimentos tecnológicos — o cabo submarino da Google acabou de aterrar em Sines e é dessa mesma tendência que estamos a falar.
Por Marta Carneiro
Imagem: Reino Baptista / Wikimedia Commons (CC0)