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Casal sénior a contemplar o mar, imagem ilustrativa
Imigração 12 de julho de 2026

Visto D7: quanto precisa para viver em Portugal com rendimentos passivos — guia 2026

O visto D7 exige rendimento passivo de pelo menos 920 euros por mês em 2026 — o salário mínimo. Reformas, rendas e dividendos contam. O guia passo a passo.

O visto D7 exige, em 2026, um rendimento passivo comprovado de pelo menos 920 euros por mês — o equivalente ao salário mínimo nacional português. É esta a porta de entrada em Portugal para reformados e para quem vive de rendas, dividendos, juros ou royalties: prova-se o rendimento, pede-se o visto no consulado do país de residência e, já em Portugal, converte-se tudo numa autorização de residência. Parece simples, e a lógica é mesmo essa — mas os detalhes decidem se o processo demora meses ou se arrasta.

Quanto rendimento preciso para o visto D7?

A referência é o salário mínimo português: 920 euros mensais em 2026 para o requerente principal. Se levar família, soma-se 50% por cada adulto (460 euros) e 30% por cada filho menor (276 euros). Um casal com uma criança precisa, portanto, de demonstrar cerca de 1.656 euros por mês de rendimento passivo regular.

Além do rendimento recorrente, é fortemente recomendado (e na prática exigido pela maioria dos consulados) mostrar uma almofada financeira numa conta bancária portuguesa — a bitola habitual é um ano de salário mínimo, ou seja, cerca de 11.040 euros para o requerente principal. Contam como rendimentos passivos as pensões de reforma ou invalidez, rendas de imóveis (em Portugal ou no estrangeiro), dividendos, juros de depósitos e obrigações, e royalties de propriedade intelectual. Salário de um emprego remoto não é rendimento passivo — para isso existe o visto de nómada digital, como explicámos no panorama geral dos vistos para mudar-se para Portugal.

Como pedir o visto D7 passo a passo?

O caminho tem uma ordem lógica e começa ainda fora de Portugal:

  1. Obter um NIF (número de contribuinte) português — pode ser feito à distância através de representante fiscal.
  2. Abrir conta bancária em Portugal e transferir a almofada financeira.
  3. Arranjar prova de alojamento: escritura, contrato de arrendamento de 12 meses ou, em alguns consulados, termo de responsabilidade de um anfitrião.
  4. Juntar a prova dos rendimentos passivos (declarações de pensão, contratos de arrendamento, extratos de dividendos), registo criminal e seguro de viagem/saúde.
  5. Submeter o pedido no consulado português ou centro de vistos (VFS) do país de residência — os requisitos oficiais e formulários estão no portal de vistos do MNE.
  6. Receber o visto, que vale quatro meses e duas entradas, e viajar para Portugal.
  7. Comparecer na marcação da AIMA para biometria e receber a autorização de residência, válida por dois anos e renovável por mais três.

Sobre os montantes e a prova de meios em cada fase, os valores oficiais por tipo de visto estão detalhados no nosso guia dos meios de subsistência exigidos para cada visto.

Visto D7 ou D2: qual escolher?

Depende de onde vem o dinheiro. O D7 serve quem já tem rendimento que cai na conta sem trabalhar; o D2 serve quem quer ganhar a vida em Portugal com um negócio próprio — explicámos o D2 em detalhe neste guia. Um reformado com pensão estável não tem dúvida: D7. Quem vive de um portefólio mas planeia abrir atividade em Portugal pode começar pelo D7 e trabalhar depois — a autorização de residência D7 não proíbe o exercício de atividade profissional.

Ao fim de cinco anos de residência legal, abre-se a porta à residência permanente. Atenção às regras da nacionalidade: mudaram em 2026, com prazos mais exigentes e maior prova de ligação ao país, por isso convém não fazer contas de cabeça com base em artigos antigos.

Perguntas frequentes

Posso trabalhar em Portugal com o visto D7?

Sim. O que o D7 exige é que a base do pedido sejam rendimentos passivos; depois de ter a autorização de residência, pode exercer atividade profissional em Portugal, por conta própria ou de outrem.

Quanto tempo demora o processo?

O prazo legal de decisão do visto é de 60 dias, mas na prática o total — do NIF à residência — costuma levar de quatro a oito meses, conforme o consulado e a agenda da AIMA.

O visto D7 dá acesso ao SNS?

Depois de ter a autorização de residência e de se inscrever no centro de saúde da sua área, sim — o acesso ao Serviço Nacional de Saúde funciona nas mesmas condições dos residentes.

Por Juliana Castilho

Imagem ilustrativa · Foto: Jan van der Wolf / Pexels

Vista aérea da marina de Lagos, no Algarve, com barcos atracados e a cidade em redor
Imigração 4 de setembro de 2026

O Algarve é o segundo melhor sítio do mundo para viver a reforma (e já não é pelo preço)

O índice anual da Live and Invest Overseas coloca o Algarve atrás apenas de Boquete, no Panamá, e à frente de Creta, Puerto Vallarta e Tarragona. Aponta um custo de cerca de 3.085 dólares por mês para um casal.

Há uma lista americana que sai todos os anos e que, sem grande alarido, move gente de um continente para outro. É o Overseas Retirement Index, da Live and Invest Overseas, e na edição de 2026 o Algarve ficou em segundo lugar entre os melhores sítios do mundo para viver a reforma. À frente ficou apenas Boquete, uma vila nas terras altas do Panamá. O que o Algarve deixou para trás diz mais do que o lugar em si. A região ficou à frente de Puerto Vallarta, no…

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Fachada rosa do Palácio de Belém, em Lisboa, vista dos jardins fronteiros, com a bandeira nacional hasteada à esquerda
Imigração 3 de setembro de 2026

Seguro promulgou a lei do retorno a 31 de agosto, três dias depois do acórdão do Constitucional

O Presidente da República assinou o diploma que altera os regimes de acolhimento, de entrada e afastamento de estrangeiros e de concessão de asilo. Fê-lo depois de o Tribunal Constitucional não ter chumbado nenhuma norma e ter fixado critérios interpretativos para tribunais e autoridades administrativas.

A lei está assinada. António José Seguro promulgou a 31 de agosto o diploma que altera os regimes de acolhimento de estrangeiros ou apátridas em centros de instalação temporária, de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, e de concessão de asilo. Foram três dias entre o acórdão do Tribunal Constitucional e a caneta.

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O Palácio Ratton, em Lisboa, sede do Tribunal Constitucional, visto de baixo, com a bandeira nacional hasteada e um cravo vermelho desfocado em primeiro plano
Imigração 30 de agosto de 2026

Lei do retorno passou no Constitucional sem uma única norma chumbada

Os sete juízes que assinaram o acórdão foram unânimes: nenhuma das onze normas é inconstitucional. O Presidente tinha levantado as dúvidas a 7 de agosto, e caíram todas.

O Tribunal Constitucional decidiu na sexta-feira que a chamada lei do retorno não tem nada de inconstitucional. Nem uma norma, das onze que lhe foram postas à frente. Os sete juízes que assinaram o acórdão 736/2026 foram unânimes. É uma conclusão rápida de dizer e lenta de ler: o acórdão passa das 160 páginas, segundo o presidente do tribunal, João Carlos Loureiro. António José Seguro enviou o diploma para fiscalização preventiva a 7 de agosto, três…

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Gráfico de barras com o primeiro ano de fiscalização da UNEF: 52 421 estrangeiros fiscalizados, 1 117 irregulares, 831 notificados e 285 detidos
Imigração 27 de agosto de 2026

A UNEF fiscalizou 52 421 estrangeiros no primeiro ano e encontrou 1 117 irregulares

A PSP fechou as contas à nova unidade de estrangeiros e fronteiras. Foram 5 397 ações entre 21 de agosto de 2025 e 31 de julho de 2026, 831 notificações para sair do país e 285 detenções — e uma taxa de irregularidade de 2,1%.

A PSP fez as contas ao primeiro ano da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras. O número que salta à vista não é o das detenções — é a proporção. Entre 21 de agosto de 2025 e 31 de julho de 2026, os Núcleos de Estrangeiros e Controlo Fronteiriço realizaram 5 397 ações de fiscalização, nas quais foram fiscalizados 52 421 cidadãos estrangeiros. Destes, 1 117 estavam em situação irregular. São 2,1%. Das mesmas ações resultaram 831 notificações para…

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Edifício da Loja do Cidadão de Santiago do Cacém, com a sinalética à entrada
Imigração 26 de agosto de 2026

Não está no contrato de arrendamento? A AIMA aceita, mas exige-lhe duas coisas no dia do atendimento

Quem arrenda um quarto ou vive em casa emprestada raramente aparece no contrato, e a AIMA tem um caminho para esses casos. Passa por uma declaração sob compromisso de honra com o número da descrição predial e o NIF do proprietário, e por uma certidão de domicílio fiscal emitida há menos de 30 dias.

Há um detalhe que apanha muita gente de surpresa no atendimento da AIMA, e não é a fila. É a prova de alojamento. Quem comprou casa resolve o assunto num minuto. Quem arrenda um quarto numa casa partilhada, vive em casa de um familiar ou tem um contrato feito em nome de outra pessoa, esse tem um problema real: o documento que a AIMA quer ver tem o nome de outra pessoa em cima. A boa notícia é que existe um caminho previsto para exatamente essa situação. A…

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Balcões de atendimento de um Espaço do Cidadão em Portugal, com funcionários a atender e pessoas sentadas à espera da sua vez
Imigração 25 de agosto de 2026

Vai pedir reagrupamento familiar para um filho menor? Ele tem de estar em Portugal no dia do pedido

Há um critério na plataforma de Reagrupamento Familiar de Menores da AIMA que apanha muita gente de surpresa: a criança tem de estar comprovadamente em território nacional na data em que o requerimento é apresentado. Se ainda estiver no estrangeiro, o portal não aceita e o pedido faz-se presencialmente.

Se está em Portugal e quer trazer um filho menor por reagrupamento familiar, há uma condição pouco conhecida que dá cabo do planeamento a muita gente: a criança tem de estar comprovadamente em território nacional na data em que o requerimento é apresentado na plataforma de Reagrupamento Familiar de Menores. Está escrito na nota informativa da própria AIMA sobre reagrupamento familiar e repetido na lista de plataformas de agendamento do Ministério dos…

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Fila de utentes junto aos balcões dos registos no Campus de Justiça de Lisboa, com um funcionário a atender ao balcão 14
Imigração 24 de agosto de 2026

O prazo para regulamentar a lei da nacionalidade expirou a 16 de agosto. Continua tudo como estava em 2006

A Lei Orgânica 1/2026 deu ao Governo 90 dias para atualizar o Regulamento da Nacionalidade Portuguesa. Fomos ao registo de legislação consolidada do Diário da República a 24 de agosto: a última alteração continua a ser de julho de 2025.

O Governo deu a si próprio 90 dias para escrever o manual de instruções da nova lei da nacionalidade. Esse prazo terminou a 16 de agosto. Oito dias depois, o manual continua a ser o de 2006. Fomos confirmar da forma mais simples que existe. Abrimos o registo de legislação consolidada do Decreto-Lei n.º 237-A/2006, que é o diploma que aprova o Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, e lemos a lista completa dos diplomas que o alteraram desde 2006. São…

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Vista aérea da vila de Carregal do Sal, no distrito de Viseu, com casas de telhado vermelho e campos em redor
Imigração 23 de agosto de 2026

Vive em Almada e a AIMA marcou-lhe atendimento em Carregal do Sal

A descentralização das marcações aliviou as filas de Lisboa e do Porto, mas as vagas são atribuídas por disponibilidade e não por morada. Há quem tenha pago 300 euros de transporte para um atendimento de minutos.

A ideia fazia sentido no papel. Se as lojas de Lisboa e do Porto estavam entupidas, espalhava-se o atendimento pelo país e as filas encolhiam. Foi isso que a AIMA fez. O que ficou de fora do plano foi a geografia de quem é atendido. As vagas estão a ser atribuídas por disponibilidade, não por proximidade da morada do requerente. O resultado, relatado pelo Jornal de Notícias, é gente a atravessar meio país para atos que demoram minutos. Um imigrante…

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Edifício das Finanças em Albufeira, com a tabuleta azul de serviço de finanças na fachada
Imigração 23 de agosto de 2026

183 dias em Portugal e passa a pagar IRS sobre o que ganha no mundo inteiro

A regra dos 183 dias é o que separa um residente fiscal de um não residente, e muda tudo na primeira declaração. Guia ao que conta, ao que não conta e ao que costuma correr mal.

Muita gente muda-se para Portugal a pensar no arrendamento, na escola e no NIF, e só descobre a questão fiscal em maio do ano seguinte, quando chega a altura de entregar a declaração. É tarde para planear e cedo demais para o susto passar. A pergunta que decide tudo é simples: é ou não residente fiscal em Portugal? Se for, o país tributa-lhe o rendimento mundial. Se não for, tributa-lhe apenas o que ganhou cá. O critério principal está no artigo 16.º do…

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Átrio de atendimento da Conservatória dos Registos Centrais, em Lisboa, com utentes a entrar, funcionários aos balcões e cadeiras de espera
Imigração 22 de agosto de 2026

O IRN recebeu 47 conservadores em agosto, os primeiros em mais de vinte anos (e em setembro entram mais 66)

Tomaram posse a 3 de agosto e foram colocados também na Conservatória dos Registos Centrais e no Arquivo Central do Porto, onde se decidem os processos de nacionalidade. Em 2025, mais de 63% dos trabalhadores do IRN tinham 55 anos ou mais.

Quem tem um processo de nacionalidade parado numa conservatória raramente recebe boas notícias sobre pessoal. Recebeu uma este mês, e o próprio Instituto dos Registos e do Notariado diz que 47 novos conservadores de registos iniciaram funções a 3 de agosto, mais de vinte anos depois do último ingresso na carreira. Vinte anos é o número que interessa aqui. Não houve uma admissão de conservadores neste país desde antes de existir o cartão de cidadão, e…

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Gráfico de barras com a percentagem de expatriados em Portugal que avalia bem quatro dimensões: segurança 94, rendimento 75, burocracia 20 e emprego 19
Imigração 18 de agosto de 2026

Portugal é o 8.º melhor país do mundo para expatriados. A papelada é que continua a ser a pior parte

O Expat Insider 2026 da InterNations coloca Portugal em oitavo entre 31 destinos, com 94% dos inquiridos a sentirem-se seguros e três em cada quatro a dizer que o rendimento chega. Só um em cada cinco acha fácil lidar com os serviços.

Há um retrato de Portugal que circula todos os anos entre quem está a pensar mudar-se, e este ano ele voltou a sair simpático. O Expat Insider 2026 da InterNations põe Portugal em oitavo lugar entre 31 destinos, à frente do Luxemburgo e atrás de Singapura, num top 10 que junta três países europeus, três latino-americanos e três do sudeste asiático. Depois abre-se o relatório e aparece a outra metade.

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Loja do Cidadão, onde funcionam balcões de atendimento da AIMA
Imigração 17 de agosto de 2026

AIMA em acompanhamento: prazos, backlog e novidades

Acompanhamento contínuo da AIMA — backlog de processos, prazos de renovação, biometria, golden visa e mudanças de serviço. Atualizado a cada novidade.

Se está a tratar de residência ou nacionalidade, esta é a página para guardar nos favoritos. Em vez de um artigo por cada anúncio, reunimos aqui o essencial da AIMA: backlog de processos, prazos de renovação, biometria, golden visa e mudanças de serviço. Para as regras da cidadania, veja a nova lei da nacionalidade. A informação oficial está na AIMA. O portal de renovações da AIMA está a receber pedidos para as autorizações de residência que caducam em…

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Gráfico Tugadaily com três barras: sete normas enviadas ao Tribunal Constitucional em 2025, cinco chumbadas, e onze normas enviadas em 2026
Imigração 16 de agosto de 2026

O Constitucional já chumbou cinco normas da lei de estrangeiros. Agora tem onze pela frente

O prazo termina a 31 de agosto. Entre o chumbo do verão passado e a decisão que aí vem, quatro dos treze juízes mudaram — e há normas que ninguém contestou também paradas à espera.

O Tribunal Constitucional tem até 31 de agosto para decidir sobre a nova lei de estrangeiros. É o segundo verão seguido em que as férias judiciais no Palácio Ratton são passadas com a mesma matéria em cima da mesa, e a comparação entre as duas ocasiões diz bastante mais do que qualquer prognóstico. Em agosto de 2025 foram sete as normas enviadas, pelo então Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. O tribunal chumbou cinco. O acórdão 785/2025 travou, entre…

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Gráfico de barras: 295 dias desde que o visto de procura de trabalho qualificado foi criado, contra os 120 dias que ele duraria
Imigração 14 de agosto de 2026

O visto de procura de trabalho qualificado existe desde outubro. Quase dez meses depois, continua sem se poder pedir

A Lei n.º 61/2025 suspendeu o antigo visto de procura de trabalho e criou um novo, restrito a quadros qualificados, dependente de portaria conjunta de quatro ministérios. Essa portaria continua por publicar, e sem ela não há candidaturas.

A 23 de outubro de 2025, o dia em que a nova lei de estrangeiros entrou em vigor, os consulados portugueses deixaram de aceitar pedidos de visto de procura de trabalho. Aquela categoria — a que permitia entrar em Portugal com 120 dias para encontrar emprego — desapareceu nos termos em que existia. No lugar dela, a Lei n.º 61/2025 criou outra: um visto de procura de trabalho reservado a quem tem competências técnicas especializadas ou vai exercer uma…

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